Mostrando postagens com marcador conto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador conto. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Resenha/Divulgação: Conto Grito (de Guerra)

Hoje eu vim aqui trazer para vocês mais uma resenha/divulgação de um conto do autor Rennan Andrade. Rennan apareceu primeiro aqui no blog com seu livro de estreia, A Luz de Cada Mundo. Depois desse, Rennan decidiu lançar uma antologia, que sairá ainda esse ano. Por causa do lançamento, estão sendo realizados alguns eventos de divulgação.

O primeiro post da antologia que lançamos aqui no blog foi do conto Imperfeição, do qual gostei bastante. Agora venho falar um pouco para vocês sobre Grito (de Guerra).

Grito (de Guerra) segue a mesma temática de Imperfeição, uma vez que toda a antologia tem o tema/título A Verdadeira Morte.

Todos nós já fomos vítimas em algum momento de nossas vidas: vítimas de agressão, de estupro, de racismo, e de preciosas perdas. E se já ficamos marcados quando algo assim acontece uma vez, imagina como ficaríamos se isso passasse a ser regular? Ficaríamos transtornados, sem chão, ou qualquer outro lugar para pisar. Nos sentimos sozinhos, mesmo quando há centenas de pessoas ao redor; e nos sentimos sujos, mesmo com nossa consciência estando limpa. Passando a tomar de um veneno, que transforma o temor em raiva e a coragem em medo, algo que faz a gente querer viver e morrer ao mesmo tempo. A partir dai, chega a pergunta chave: vale tanto a pena viver? Meu nome é Nicholas. Há algum tempo, eu acreditava que ter amigos era apenas uma questão de tempo e dedicação. Acreditava que, se eu me esforçasse, eu conseguiria tudo e um pouco mais. Hoje, porém, todas essas crenças mudaram, e me trouxeram até aqui: sentado, no chão do meu quarto, segurando uma arma roubada, perguntando-me se atirarei em minha cabeça ou em meu coração. Um conto por Rennan Andrade, escritor de A Luz de Cada Mundo e Imperfeição. Quando nunca foi tão difícil fazer uma escolha...


Então sobre o conto de hoje... eu achei que a escrita de Rennan está melhorando a cada nova história que escreve. Está ficando mais consistente e madura. E a melhora vem assim mesmo, no treino, na escrita, na prática.

Sobre a narrativa em si, acho um tema muito válido a ser abordado, que é o suicídio decorrente de bullying e de ausência de um apoio, ausência de um amigo a quem recorrer, a quem ter como companhia. Apesar do tema interessante e da abordagem boa – já que acompanhamos a narrativa em primeira pessoa pelo ponto de vista de Nicholas, o garoto que pensa em se suicidar – eu não consegui me apegar tanto a ele. Não consegui explicar muito bem o porquê.  Acho que ele não conseguiu tanto me passar a angústia que estava sentindo, o sofrimento que levaria a uma decisão tão drástica. E aí acabei não ficando tão tensa sobre o que iria acontecer com ele, sabe?

Isso não faz da história uma histtória ruim. Eu gostei do conto, mas achei aquém do primeiro que li. Tinha potencial para emocionar mais do que emocionou. Mas acredito que num todo, o livro seja muito promissor! Estou ansiosa por esse lançamento!

Saiu um book trailer, para quem quiser saber mais da antologia que vem por aí!




Quem quiser adquirir o conto, está em pre-venda na Amazon já e pode ser acessado aqui! O conto também já está no Skoob, adicionem lá nas estantes de vocês!

Samy =)

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Resenha: Um Conto de Natal – Charles Dickens


Título: Um Conto de Natal
Título original: A Christmas Carol
Autor: Charles Dickens
Ano de lançamento: 1843
Ano de lançamento no Brasil: 2003 (edição lida)
Editora: L&PM Pocket
Número de páginas: 146


Sinopse:

"Um Conto de Natal" do britânico Charles Dickens (1812-1870) é uma das histórias mais famosas da literatura ocidental. O enredo nos traz a figura de Ebenezer Scrooge, um avarento homem de negócios londrino, rabugento e solitário, que não demonstra um pingo de bons sentimentos e compaixão para com os outros. Scrooge não deixa que ninguém se aproxime e rompa a sua dura carapaça, preocupando-se apenas com os negócios, o dinheiro e os lucros. No anoitecer frio da véspera natalina, ele é visitado pelo fantasma de Jacob Marley que o repreende e anuncia que Scrooge se prepare, pois será visitado por três espectros... A história da redenção do velho Scrooge vêm comovendo adultos e crianças de todas as épocas.

___________________­_____|||______________________

Um Conto de Natal é mais um daqueles livros tão clássicos e tão adaptados para todas as mídias que já sabemos de cabo à rabo o que acontece na estória. Ainda assim era um dos livros que eu mais tinha curiosidade em ler, já que – shame on me – nunca tinha lido um livro do Charles Dickens, apesar de ter vários na lista!

A música de hoje vai ser do Trans-Siberian Orchestra, já que eles têm vários CDs só de músicas natalinas!


sexta-feira, 20 de junho de 2014

Infinitas Séries: 1ª Temporada de Once Upon a Time

Hoje vamos falar de Once Upon a Time. Conhecida como OUAT também. Tudo isso porque a Sammy havia me pedido para comentar e eu fiquei devendo um pouco de comentários. Não vou colocar uma resenha porque eu não achei uma que fosse interessante o suficiente. Vou explicar o que eu entendi.



Formato: Série
Duração: Média 45 minutos
Gênero: Fantasia/Mistério/Aventura
Origem: EUA
Criadores: Edward Kitsis e Adam Horowitz
Exibição: ABC (EUA), Sony e Record (Brasil)
Estreia: Outubro de 2011
Status: Renovada para 4ª temporada
Curiosidades: Ganhou Spin-off (continuação) que foi cancelada, ganhou livro tema narrado por personagens,  foi a estreia de temporada de maior audiência entre adultos de 18-49 anos nos últimos cinco anos pela ABC.




Comentário Geral: Uma maldição é lançada no meio do casamento da Branca de Neve com seu Principe Encantado. A Rainha Má condena que todos os personagens presentes sejam lançados para um mudo moderno com suas histórias de vida e ancestralidade esquecidos. Jamais poderão se libertar, afinal de contas, só ela poderia ter um final feliz. O que ela não espera é que um bebê sobrevive a tudo isso e está nas mãos dessa criança o futuro de todos eles.

Eu gosto muito dos contos de fadas e de coisas relacionadas ao que eu chamo de Disney, apesar de saber que a grande maioria deles é dos tais "irmãos Grimm"(Século XVIII) ou então de outros de séculos passados. A fantasia e o mistério sempre me deixaram empolgada com o que havia pela frente e eu persistia lendo ou vendo esse tipo de programa/filme quando criança. Eu estava sem séries para ver no momento e como haviam comentado dessa eu achei que seria interessante assistir pelo menos uns três episódios para saber como é. E foi o que eu comecei a fazer.

Primeiramente, essa é uma série descontraída, leve, suave, sutil e muito familiar. Na verdade eu até a achei muito infantil. Emma Swan (Jennifer Morrison) é uma jovem, filha da Branca de Neve com o Príncipe Charming (O encantado) e ela é a conexão entre um mundo de fantasias e o mundo real. Na cidade fictícia de Storybrook, localizada no Maine, os moradores são personagens de contos de fadas que não se lembram de sua ancestralidade ou passado, todos eles foram transportados para lá devido a uma maldição terrível e não podem sair da cidade. A esperança que eles tem é que Emma possa libertá-los dessa maldição.

A primeira temporada começa com a Rainha Má interrompendo o casamento da Branca de Neve com o Príncipe Encantado (que aliás, eu acho um gatinho e encantada fico eu quando o vejo na telinha e por isso deixo aqui uma foto reflexiva).


E por que a Rainha Má faz isso? Porque ela quer que ninguém, a não ser ela mesma, tenha um final feliz. Só que temos que lembrar que, no mundo moderno, cada personagem de conto de fadas tem uma função/papel. Por exemplo, a Chapeuzinho Vermelho é uma garçonete de lanchonete, a Branca de Neve é uma professora, a Rainha Má (aquela Bruxa da historinha da Branca de Neve) é a prefeita da cidade e por aí vai. Inclusive, Emma tem um filho chamado Henry e ele é adotado pela prefeita, que se chama Regina. Logo no pilot - que é o primeiro episódio - o garoto vai procurar sua mãe biológica e descobre Emma. Até aí pouco sabemos dela, a não ser que ela se parece uma caçadora de recompensas. E eu acho que é bem por aí. Até que eles criam uma ligação, quando Emma percebe que a tal Regina é uma bruxa para seu filho, disfarçada de prefeita autoritária.

Eu gostei da série porque eu posso assisti-la com qualquer público. A fotografia é bem bonita, também. Gosto das vestimentas, maquiagens e cenários fantasiosos, é interessante. Fico pensando como vai ser o futuro da série porque agora estou começando a temporada dois, mas já sei da renovação para a quarta. Como é um seriado cheio de histórias paralelas é meio complicado resenhar uma coisa só, mas eu gosto muito de vários personagens. Eu adoro o tal "Rumplestilskin" - espero ter escrito corretamente - que é interpretado pelo Robert Carlyle. Nunca conheci um trabalho dele, não que eu me lembre, mas eu o acho esplêndido fazendo um vilão típico e um vilão mais misterioso e sombrio.

A Regina Mills (Lana Parrilla), além de estonteantemente linda, está dando um show como a Rainha Má e como a prefeita da cidade de Storybrook. Ela interpreta bem e me lembra um pouco do jeito sarcástico, irônico e malicioso de Paola Bracho - sim, aquela da Usurpadora, lembra?! Já comentei sobre o Príncipe Encantado que é o ator Josh Dallas, que eu acho um verdadeiro príncipe. Então, eu não sei se eu te convenci, mas veja pelo menos os episódios iniciais, é uma série realmente gostosa de assistir porque ela é muito simples e tranquila. Tem hora que é bom. E, apesar de simpatizar com atores mirins, o Henry não me convence, eu o acho sem graça, coitadinho. E sinto até dó de comentar isso aqui mas estou na ousadia de ser sincera. Até o próximo post, pessoal.

Só uma coisa: é época de Copa, eu sei, mas nos intervalos dos jogos, assistam. Quem quiser, pode baixar pelo site: "Series Empire", que é o que eu uso, ou então assistir online, clicando no Google e colocando "Assistir Once Upon a Time" e ele te dá opções de servidores e legendas. Até mais!!

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Resenha: O Fantasma de Canterville – Oscar Wilde

Esse foi o primeiro livro lido para o Desafio Literário 2014 na categoria – livro cuja capa é ilustrada, e não com imagem



Título: O Fantasma de Canterville
Título oficial: The Canterville Ghost
Autor: Oscar Wilde
Ano de lançamento: 1891
Ano de lançamento no Brasil: 2011
Editora: LeYa Brasil
Número de páginas: 104


Resenha oficial adaptada:

QUEM TEM PENA DE UM POBRE FANTASMA? Um fantasma de 300 anos assombra o castelo de Canterville, na Inglaterra, de onde nenhum ser vivo ousa se aproximar, exceto os Otis, uma recém-chegada família americana que, mesmo sabendo dos rumores locais, compra a propriedade – para desespero da pobre alma penada, que agora parece mais assustada do que assustadora.

___________________________|||__________________________

Esse livro entrou na minha estante recentemente, na última compra que fiz pelo Submarino. Já fazia um tempo que eu queria ler algo do Oscar Wilde para conhecer o estilo do autor – pois é, nunca tinha lido nada dele. Confesso que a capa do livro me chamou muito a atenção por ser rosa choque, azul e preta, além ter um castelo com um fantasma a la Tim Burton – não perguntem, simplesmente lembrei do estilo dele, com esse fantasma da capa. Eu achei linda! Quando eu vi que era do Oscar Wilde e estava a 7 reais, não resisti.
E fico feliz por não ter resistido! Achei o livro muito bom! Agora quero ler outros dele.

É um livro super fino e muito rápido de ler, já que possui diversas ilustrações de página dupla, tanto do fantasma propriamente dito, quanto da família Otis – que vai morar no castelo que o fantasma assombra. É quase uma página de desenho para uma de texto. E essas ilustrações são bem curiosas, pois estão mais para rabiscos do que para desenhos certinhos. Achei que combinou bem com o livro.
A escrita do autor é bem descompromissada, com gracinhas e piadas sutis no decorrer de toda a narrativa. Achei uma delícia de ler.

A estória é bem simples, com um fantasma – Sir Simon Canterville – que assombra o castelo de Canterville há 300 anos e é muito temido pela população local. Sua fama é de já ter levado à morte vários antigos moradores e visitantes do local, além de induzir estado de pânico e degradação mental em diversos outros. Agora ele tenta assustar a família de americanos que comprou a propriedade. E a estória É o fantasma. A família Otis está ali como coadjuvante. O principal são as emoções, ações e frustrações do Sir Simon, enquanto tenta colocar medo nos americanos.
O livro é narrado em terceira pessoa por um narrador desconhecido dos leitores e que conheceu a família Otis. Segundo ele próprio, ficou sabendo de parte da história diretamente pelo sr. Otis – como ele ficou sabendo o lado do fantasma, eu não sei.

Muita gente tem preconceito com estórias antigas, achando que a linguagem é sempre difícil e a trama monótona, mas quem tem esse pensamento pré-concebido se engana com O Fantasma de Canterville. É um livro muito gostoso de se ler e vale muito um espacinho na estante! Recomendo a leitura!


Samy =)



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...