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sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Infinitas Séries - Stalker 1ª Temporada

Olá para todos!

Vou fazer um breve comentário sobre uma série que foi lançada recentemente, ela se chama...


Sinopse do Series Empire (Adaptada).

Criada por Kevin Williamson (The Following), Stalker é um thriller psicológico. A história acompanha a vida de detetives que trabalham na Threat Management Unit da polícia de Los Angeles. Sua missão é solucionar casos relacionados a stalkers.Entre os detetives que atuam nesta Unidade estão Jack Larsen (Dylan McDermott), um homem recém transferido de Nova Iorque que está tentando deixar para traz seu passado; Janice Lawrence , uma mulher que costuma ser subestimada por seus colegas em função de sua aparência; Beth Davis (Maggie Q), uma mulher obsessiva e workaholic; e Ben (Victor Rasuk) um detetive ambicioso e leal mas em quem as pessoas não podem confiar cegamente.





Meu comentário:
Primeiramente, o tema é muito interessante. Quem é que nunca soube de um caso de "Stalkers"
O que são eles? Bom, os stalkers são pessoas que perseguem outras pessoas. E é um hábito até bem comum em vários lugares do mundo, incluindo o Brasil. O ato de perseguir é conhecido aportuguesado como "Stalkear". Podemos "Stalkear" nossos professores e saber onde comem, o que vão colocar nas provas, onde vivem e estão, etc. Algumas pessoas "Stalkeiam" seus namorados e gostam de saber onde estão, onde estiveram, onde estarão e buscam informações variadas para isso. Essas informações podem estar em mídias sociais, a saber: Facebook, Twitter, Instagram, VK e outros. Geralmente o stalker, que é a pessoa que tem um alvo, procura informações que a vítima acha que são secretas, mas não são (porque ela postou ou contou para alguém sem perceber). Deu pra entender? É o famoso "Fuçar a vida do outro" ou na época do orkut "Ah, só estou vendo quais comunidades fulaninho tem".
stalkers que jogam o nome da pessoa alvo no Google e começam a descobrir tudo que fizeram, fazem ou pretendem fazer. E é uma loucura.
Só que, cá entre nós, existem aqueles curiosos que são mais ingênuos na atividade de "checar a vida alheia" e existem os sociopatas psicóticos que irão, de alguma forma, usar isso para fins não bacanas.
Tá, qualquer forma de Stalker é um saco, isso faz com que pessoas até deletem redes sociais, eu sei. Conheço alguém que deletou o Facebook porque não suportava mais ser perseguido e hoje em dia, mesmo que se travem fotos ou etc, nunca é 100% seguro. Então... vamos ao que interessa!

A série fala sobre Stalkers. Ela conta com dois peronsagens principais, um é um homem e outro é uma mulher. Eles são policiais e investigam casos em que há um suposto stalker e uma vítima em jogo.
Eu gostei do pilot, achei interessante porque é suave, você consegue assistir sem dormir e também não tem aquela loucura de disparar o coração. Eu não sei de onde lembro da atriz, mas o rostinho não me é estranho (Será que é de Nikita?) e o carinha é o Dylan McDermott, que esteve fazendo Hostages e American Horror Story, então alguns de vocês já viram, além de uma full list de filmes. Eu não quero falar muito sobre a série, para dar chance de quem quer começar acompanhar poder opinar. sem interferências externas. Mas ela é um thriller psicológico, então, cada um vai ter uma sensação diferente ao ver. E quem tá querendo série nova (Como eu estou, POR FAVOR ME INDIQUEM SÉRIES!), eu acho uma boa, porque ela está indo para seu terceiro episódio, tá no início, vire um fã. (OU não).
Fica aí a vida dos detetives e de toda equipe especializada em lidar com crimes de Stalker.
E pra você que pratica o ato de "stalkear" pessoas, seja em ambiente profissional, pessoal ou sei lá qual, fica a dica que isso pode ser reportado como crime. Eu sei, difícil de provar, mas não deixa de ser. Vamos ter consciência né?!

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Infinitas Séries - Z Nation

Oi, hoje é sexta-feira e é dia de falar de séries!
Escolhi uma que estreiou agora pra gente se manter mais na moda!
Por favor, me recomendem série! Eu pretendo assistir o que me solicitarem!!




Formato: Série

Gênero: SciFi/Drama/Ação

País de origem: EUA (Pra variar)

Criado por: Karl Shaefer

Status: Primeira temporada em produção

Duração: Aproximadamente 42 minutos






Sinopse: Ambientada três anos após um Apocalipse Zumbi ter destruído o país, um grupo de "heróis do dia-a-dia" deve transportar o único sobrevivente de Nova York para a Califórnia, onde ainda existe um laboratório viral esperando pelo sangue do sobrevivente. Apesar de os anti-corpos que ele carrega serem os últimos do mundo, e a melhor esperança para uma vacina, ele esconde um segredo que ameaça a todos. Com a sobrevivência da raça humana posta à prova, uma jornada pela mesma se inicia.

Que saco! Eu bem pensei que ia ser uma série incrível. Mentira, eu nunca penso isso acerca de séries que retratam zumbis. Primeiro, porque na literatura, os zumbis são muitíssimo diferentes do que são nas telinhas ou telonas, segundo porque os caras que produzem essas imagens têm a licença "visual" (haha) para fazer o que quiser. Então, por exemplo, em 'The Walking Dead', os "errantes" que são os tais zumbis parecem ter humor próprio: tem horas que eles correm, outras eles são lerdos, às vezes, silenciosos, outrora são barulhentos. Mas isso é permitido porque o criador faz o que quiser, não é?  Eu ainda farei a resenha de The Walking Dead. Me exijam isso!
Então, eu fui assistir a tal série Z Nation. Primeiramente, eu detestei as cenas iniciais. Eu não acreditei que estava assistindo a um seriado, juro. Pra mim, era uma mistura de comédia, porque as cenas são mal feitas, com um ar de "quero ser uma série". Que imagens são essas?! Isso não é digno de uma série televisiva! Tá, eu estou decepcionada até os primeiros 10 minutos. E digo isso, porque me acostumei com esse tipo de enredo, inclusive adorei o cinematográfico "Guerra Mundial Z" que foi uma ideia do Brad Pitt, até onde sei. Lá, os zumbis que não são totalmente classificados assim, correm pra caramba, venceriam maratonas. Mas nesse Z Nation, não. Os zumbis são apenas gulosos, como é o "padrão". A história é muito comum, e eu não gostei. Existe um tenente que vai transportar um homem que se chama Murphy para que ele seja a última esperança da humanidade. Essa é a frase. Até isso me deixa pra baixo, poxa, com tantas falas criativas e etc, para que lançar um clichê de que: fulano de tal é a nossa última esperança? Seria tão melhor se eu descobrisse que esse tal Murphy tem algo incrível ou sei lá o quê, capaz de salvar a todos e dar esperança às nações?! Por Deus!Eu preciso comentar de uma cena em que todos os zumbis agem em conjunto de forma quase programada. Que terror! Ah não! Me tirem daqui. Não aguento mais, isso está sendo tortura.
Bom, vamos continuar assistindo pra ver até onde vai. Pessoas em uniformes militares, dando ordens de evacuar, tá, eu sei que se fosse na vida real seria assim, mas não tão assim. E eu acho clichê esses "Não sei o que, operação tal, câmbio". Se existe caos, o protocolo não é sempre assim. Ou é? Tá, eu não sei opinar em termos militares, mas eu não gostei, eu achei que as cenas não me davam tensão, embora fosse a ideia dar, afinal, as pessoas precisam de suprimentos, água e etc. E eles estão migrando, acho que para Califórnia. Parece que na Califórnia alguma coisa vai acontecer de interessante.
Eu até imagino o que seja, mas não vou contar.
Enfim, um grupo de pessoas vai ter que sobreviver a um caos tremendo de ataque zumbi e existe uma pessoa imaculada, ou sei lá, que tem a resposta para resolver o problema. O dilema é levar essa pessoa até um laboratório na Califórnia. O que ele tem de tão especial? Assistam para saber!
Mas só dizendo que: eu verei os próximos episódios, porque a série pode se tornar boa. O pilot eu achei péssimo, confesso, esperava mais. Mas, me lembrando que hoje aceito ver The Walkind Dead (TWD) e ainda acho interessante, me recordo que no início eu detestei a série, tanto é que eu pensava: Aposto que vai cancelar, só fizeram seis episódios na primeira temporada. E hoje, The Walking Dead está aí pra provar que é possível sobreviver à troca cruel e rude de roteiristas, e ainda ser ícone no cenário de séries. E também serve pra mostrar que eu errei com a série. Tomara que eu tenha errado com essa também, e que primeiras impressões não fiquem, porque a minha impressão dessa aí... tsc tsc.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Infinitas Séries - 1ª Temporada de Chasing Life



Olá para vocês. Hoje é sexta-feira!

Vou comentar de uma série que eu comecei a assistir ha pouco.
Esgotei todo conteúdo dela em três dias (São poucos episódios).

Vamos de...

Formato: Série
Duração: 45 minutos
Origem: EUA
Emissora Original: ABC Family
Estreia: 10 de junho de 2014
Curiosidade: Adaptação de Terminales
Status: Renovada para segunda temporada (Dizem por aí)

Sinopse do Wikipedia.

April Carver é uma aspirante a jornalista inteligente e perspicaz, que está tentando trabalhar o seu caminho até a escada em um jornal de Boston, tentando impressioná-la editor durão. Ela recebe a notícia devastadora de um tio distante que ela tem câncer.





Alguns comentários meus:
A história é sobre uma mocinha jornalista que descobre que tem leucemia. Eu sei, parece uma coisa horrível, trágica e etc. Mas a série não é drama em si, ela tem alguns tons de comédia. Esse é o tipo de enredo que eu chamo "familiar", porque qualquer pessoa da família pode ver a qualquer horário, não é censurada.A abertura é bem suave, bem rápida e tem uma musiquinha legal. O cenário é super comum, não é o foco da série. Eu sou uma pessoa muito fã de vozes e gosto da voz de algumas personagens... assistam!
Primeiramente, a garota se chama April (Italia Ricci). Ela vive com a mãe, que é uma psicóloga divorciada, com a irmã, que me parece doidinha de tudo e com a avó, que é engraçada quando se pensa em avó. A April, nossa personagem principal, é uma estagiária de jornalismo e ela, no episódio piloto (Pilot) fez de tudo para entrar em uma matéria jornalista bombástica. Para conversar com seu entrevistado, ela vai participar de uma campanha de doação de sangue, quando descobre que está com uma doença. Quem faz o diagnóstico dela, é o tio. Aparentemente, por razões que desconhecemos no início, esse pobre e médico tio (Que frase!) não se dá bem com todos da família. Também preciso dizer que April perdeu seu pai que, se não me engano, era um escritor. Como sempre, nossa protagonista tem um affair com o bonitão da série, que se chama Dominic. E ninguém sabe que ela está doente, a não ser uma ou outra pessoa. Não vou contar, seria sem graça.
E, por estar doente, a vida dela muda muito em alguns aspectos, e começa a frequentar um grupo de suporte para pacientes com câncer. A série tem uns discursos interessantes sobre a vida, sobre como pensar em finais e começos. Também gosto de ver como April é uma estagiária bem interessada em seu trabalho. Ah, se todos fossem assim! Tambem achei bem interessante o fato de que ela faz de tudo para impressionar seu chefe e nem sempre consegue, e isso parece muito com alguns cenários de trabalho que eu conheço. Aprendi algumas coisas bobas com essa série, como por exemplo, perceber a efemeridade da nossa vida. Também há um personagem que eu não vou citar o nome, que tem um humor sensacional e eu gosto muito dele e das coisas que ele fala. E, pro meu horror, a série termina com algo parecido com: "Fulano, tenho que te contar uma coisa".

Agora tenho que esperar até a segunda temporada para saber o que é!

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Infinitas Séries - 1ª Temporada de Penny Dreadful

Olá pessoal!

Vamos falar um pouco de séries?! Sei que eu tenho postado, mas é por uma boa causa, eu preciso defender meu mestrado. Tá, não é desculpa boa,até porque, se eu vejo série, eu tenho tempo de postar né? Tudo bem. Minha consciência e você, leitor, têm razão se assim pensam.

Vamos falar um pouco de Penny Dreadful, que foi indicação de um colega meu, chamado Pedro. Vamos que vamos! Eu não vou por sinopse hoje, pra atiçar ainda mais!!!!!!







Formato: Série
Duração: 50 minutos
Temporada: 1ª
Status: Renovada para Segunda
Criação: John Logan
País de origem: Reino Unido/EUA
Compositor de música: Abel Korseniowski
Emissoras: Showtime/HBO
Lançamento: Maio de 2014.
Mini comentário: Personagens de livros estão nessa série, que se passa em Londres, século XIX e coisas bizarras acontecem por lá!






Primeira coisa, quando eu li que era de terror, eu já pulei fora, mentalmente dizendo. É que sou medrosa pra caramba.
Se tenho medo - e não é só nojo, é medo! - de baratas que possuem menos de 10 cm de tamanho, por que eu não teria de filmes e coisas de terror?
Eu assusto pra caramba. Lembro de uma vez que eu fui ao cinema na ousadia com meus primos, era praia, o momento ideal pra descontrair e fomos ver "O Grito".
Eu fiquei sem dormir uns três dias porque quando dava a noite tudo me assustava, até as folhas que caiam e batiam na janela. Então, sou uma bobona.
Mas eu resolvi encarar essa série por alguns motivos. O primeiro deles é porque é da Showtime. E isso me lembra a minha favorita, que é Dexter.
Fiquei com a sensação de que os caras iam fazer uma série maravilhosa porque a Showtime é bem seletiva, ao que dizem por aí. 
E aí eu fui ver o elenco, pra saber o "currículo" dos atores. E aí eu vi duas coisas que meus olhos sorriram, se é que isso pode ser dito.
Primeira delas, é a Eva Green. Eu a acho simplesmente sexy e bonita. Tem hora que eu olho pra alguma cena dela e a acho meio "estranha", um tom de seriedade
misturado com um ar esnobe. E tem hora que eu simplesmente me sinto atraída pelo olhar que ela dá. Essas atrações acontecem geralmente quando ela encara a câmera. 
Aí fico pensando que ela realmente é uma excepcional atriz. E o outro motivo, ainda mais belo aos meus olhos é o tal do Josh Hartnett. Esse aí sabe ser bonito e agora com o cabelo maiorzinho, tá mais ainda. Tenho uma queda por barbas e cabelos e nessa série ele tem os dois, então, meus olhos ficaram mais alegres ainda.
Poxa, a série se chama Penny Dreadful. O que é isso? Alguém? Um lugar? Eu não sabia muito bem o que era, também não quero contar. Às vezes escolho séries por causa de seus nomes e essa não foi o caso.
A série dá uma passeada no século XIX, e quando eu li que tinha uns personagens tipo Dorian Gray (Lembram do Oscar Wilde? Lembram do "Retrato de Dorian Gray")? Se não, vale a pena dar uma espiadela. Também têm Frankstein, Van Helsing, Drácula. Eu fiquei pensando, ele se passa numa era Vitoriana, que foi aquela em que a rainha Vitória governava, ou algo assim. Estamos no ano de 1891. E é impressionante a interpretação dos atores. A série tem muitas coisas eróticas também, mas sensualizadas, não é o objetivo deles colocar sexo como se fosse primordial, mas a época é essa: prostitutas na rua, esses estripadores a la Jack! Também é um misto de fantasia, horror, thriller e é muito legal. Eu gostei porque eu esperava que fosse chato. Vamos a um comentário pra que vocês entendam.
Chandler (Que é o nosso caro Josh Hartnett) é um americano que está de passagem por Londres e se depara com um tal de Malcom (Timothy Dalton) e com a Vanessa Ives, que é a Eva Green. Alguns crimes parecem estar acontecendo e há uma suspeita de que seja o retorno de Jack, o estripadror. Mas, na verdade, são coisas sobrenaturais que estão ocorrendo. A filha de Malcom foi, supostamente, sequestrada, e eles querem encontrá-la de todo jeito. Para isso, Vanessa e Malcom se associam a Chandler para buscar respostas.
Eu gostei muito da série. Pena que ela só tem oito episódios, fato que me fez vê-la em dois dias. Eu fiquei curiosa pra saber o que ia acontecer. Tem umas falas meio poéticas também, a sensualidade. Pra quem é fã do Josh, você pode vê-lo em cenas bem inusitadas, se é que você me entende. E quem não é fã, pode acabar se tornando. Se esse não é seu gosto, concentre-se na Eva Green, vale a pena. A música que toca durante as cenas é bem interessante. O cenário é normal, não é tão fantástico, mas retrata a época bem. Não que eu tenha vivido no século XIX, mas há uma cena em que eles vão tirar um retrato e mostra a máquina da época, o efeito e etc. Também enfatiza a importância da sociedade ir ao teatro, como eram os efeitos especiais. Eu achei interessante. Todo mundo usa chapéu, dos mais nobres aos mais pobres, à exceção dos mendigos, claro. Essa é uma série que não dá um medo, digamos, não é de assustar, mas há partes mais espirituais, como reuniões de encontros com mortos, coisas assim. Se você não se incomodar, assista. Mas, se de alguma forma, isso for muito pra você, pode pular fora, porque é frequente as interpretações. E aliás, foi numa dessas, feita pela Eva Green, que eu consegui perceber que ela é uma atriz fenomenal, ou sobrenatural, eu diria!






sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Infinitas Séries - Duelo de Pilots: Legends x Intelligence.

Olá! Hoje é sexta-feira, um baita feriadão e eu resolvi fazer algo diferente. Hoje eu assisti dois episódios que foram lançados há "pouco" tempo. Um deles é da série "Intelligence" e outro é da série "Legends", essa última é realmente bem recente. Quis comparar um pouco o que eu senti ao ver os dois episódios. Achei que isso poderia ser divertido e realmente foi. Peguei um pouco de pipoca e, debaixo das cobertas no frio que aqui me encontro, resolvi ir adiante. Vocês vão ver o que eu pensei!



Sinopse de Legends: "A história apresenta a vida de Martin Odum (Sean Bean, de Game of Thrones), um agente da CIA que assume diversas identidades para realizar suas missões, sob o comando de Nelson Gates (Steve Harris, de Awake). Com o tempo, ele começa a acreditar que sua própria identidade é uma criação do governo.No elenco também estão Ali Larter (Heroes), Tina Majorino (Veronica Mars, Grey's Anatomy), Amber Valletta (Revenge), Morris Chestnut (Nurse Jackie), Roxana Brusso (Touch, Betrayal) e David Meunier (Justified)".

Meu comentário:

Eu assisti a esse Pilot porque eu tinha curiosidade em relação ao ator principal, que é o Sean Bean. Na verdade, eu só conhecia o trabalho dele como o Eddard Stark, de Guerra dos Tronos. Como gostei muito do personagem e da série em si, resolvi vê-lo em um papel totalmente diferente. Nessa série ele parece sr um agente do FBI que consegue se infiltrar em múltiplos papeis. Algo acontece - Sério!ALGO acontece - e ele interpreta o personagem de uma forma surrealística. Eu simplesmente me encantei com essa interpretação. E é aí que você enxerga a versatilidade do ator, porque uma coisa é interpretar a tal "Mão do Rei", na Guerra dos Tronos, uma época muito antiga, em uma série que se passa em tempo e costume totalmente diferentes e a outra é estar em cena do lado atual. Gostei também de ter visto a atriz Tina Majorino, que interpreta Maggie Harris. Gosto dela desde que a vi como uma médica em Grey's anatomy. Até dei uma olhada no trabalho dela e vi que ela já fez alguns filmes famosos, como "Corina, Uma Babá perfeita", que é um filme de comédia ambientada nos anos 50, com a Whoopi Goldberg. Só uma curiosidade, a Tina é alérgica a amendoim e castanhas. E eu resolvi postar isso porque meu trabalho envolve alergia alimentar e é bom saber que até os famosos as tem! Mas voltando ao assunto que realmente interessa, fora toda essa bajulação, acontece uma cena muito bacana no filme. Um sujeito num capuz diz ter informações sobre o personagem do Sean Bean, que é chamado de Martin Odum. Acontece que esse indivíduo encapuzado, que não sabemos o nome, diz que na verdade o Martin Odum, um agente do FBI, não é quem ele mesmo pensa ser. E aí começa uma trama na minha cabeça porque eu descobri que a série não é só investigativa, ela tem mistério e suspense. Eu quero saber quem é o Martin Odum. Embora tenha também aquele clichê básico do estilo "Eles fizeram algo em você. Eles não querem que você saiba", esse "Eles" sempre me convencem a assistir o resto! Então, fica aí a dica. Eu quero ver mais do que o pilot. Mas eu tenho uma crítica que é a seguinte,o início da série é muito confuso, eu tive que voltar e recomeçar - Quando estava em cinco ou seis minutos - porque eu já não sabia quem era quem e eles mergulharam muito intensamente nos personagens logo de início. Como eu achei que todos eram muito importantes, eu fiquei com medo de me perder e, adivinhem? Me perdi. Mas eu aconselho vocês a assistirem esse Pilot, que é o primeiro episódio, e depois o segundo e comentarem comigo. Vai que ela fica boa né? Estamos precisando de séries consistentes.


Sinopse de Intelligence: Gabriel Vaughn (Josh Holloway, de Lost) é um ex-fuzileiro naval que atualmente trabalha como oficial da inteligência. Com um microchip implantado em seu cérebro, ele consegue processar as informações como se fosse um computador e acessar internet, WiFi, celulares e satélites. Gabriel realiza missões para a U.S. Cyber Command, unidade que trabalha com segurança tecnológica, sob o comando de Lillian Strand (Marg Helgenberger, de CSI). Para manter Gabriel sob controle, Lillian chama a agente Riley Neal (Meghan Ory, de Once Upon a Time), que forma dupla com ele em suas missões de campo.

Meu comentário:

Que decepção esse primeiro episódio. Eu queria assistir a essa série há um tempo, porque tem vários atores que eu gosto cujos nomes eu não sei nem dizer. O principal é o ator Josh Holloway, que é aquele bonitão que ficou famoso fazendo a série Lost. Só um pequeno comentário: eu sempre critiquei pessoas que viam LOST. Há dez anos atrás eu tinha uma amiga que deixava de sair com a gente para poder ver, em tempo real, na TV, a série. Não era moda "baixar" a série ou vê-la online. O moderno pra época era acompanhar na televisão em horário nobre. Peguei tanta birra que resolvi ver e eu adorei a série, com exceção dos ultimos episódios que foram um fiasco. Um dia farei um post só sobre Series Finale, que são as finais das séries e essa é uma que vou "meter a língua". Passado agora meu desabafo que durou alguns segundos de digitação intensa, eu me volto para o Josh Holloway, que está bonitão, mas bem mais velho e já perdeu a graça. A velhice vem para todos, até em Hollywood! Aqui ele é o tal do Gabriel, que é uma mistura de computador com ser humano. Ele parece ser mais humano do que máquina, mas não é bem assim. Parece que ele tem um chip implantado nele que o deixa master super duper hiper high nerd! Ele é um cara que consegue ler mente das pessoas, saber até quanto elas tiram no "ENEM". Sabe? Eu acho isso meio bobo porque eu até curto uma Inteligência Artificial (IA) ou sei lá o que chamam isso, mas eu acho que ao mesmo tempo deixa a desejar porque fica muito fora da realidade. Como a proposta da série era meio que isso, eu achei que iria continuar. Foi muito difícil chegar aos trinta minutos de série, imagine aos 45? Olha, sinceramente, não recomendo. A não ser que você não tenha nada para fazer, não veja. Ao mesmo tempo, se quer criticar, assista. A série tem muitas coisas de "Black intel" que são as inteligências de espionagem e etc. Eu adoro esse tema. Se eu não fosse imunologista, eu seria espiã internacional - Até parece - mas eu sempre achei incrível. Imagine você poder ter um personagem por dia porque suas "missões" incríveis mandam você fazer isso? Vamos lá. Tem uma personagem, que é a mocinha, que é bem chatinha. Ela quer interagir com ele mas não cola muito bem, eu acho. Claro que eles vão se proteger, porque a função dela é estar ao lado dele. Demorei quase vinte e cinco minutos para entender que eles são realmente FBI. Por que tudo é FBI e CIA? Eu faria uma série em que a minha espionagem ou sei lá o que, operação secreta, fosse uma empresa particular. Muito mais ousadia! E aí tem aquele diálogo que eu acho desnecessário. E é mais ou menos assim. Ele fala: "Você tá doida? Tomou um tiro por mim? O que você está fazendo?" e ela fala "Meu trabalho". Também é engraçado nessas séries porque dois mocinhos conseguem derrotar dez. O cenário não tem nada demais, é até simplista. As cenas que os "nerds" da computação ficam mexendo, são as de sempre. Tela preta, escritos meio esverdeados, coisas que fazem barulhinho e eles digitam dez milhões de letras por segundo, como se fosse possível. Ou é? Então, eu quero dizer que a série tem o que qualquer uma pode ter. Em um Pilot, eu queria ter mais emoção, coisas diferentes, um Pilot que realmente me fizesse refletir algo ou mudar meu dia. Sei que estou sendo exigente, mas é que, já que comparei, acho justo dizer que eu não gostei, que não me surpreendeu em nada positivo. Então, seja inteligente e vá ler um livro!

É possível baixar as séries pelo Series Empire, que é o que eu estou usando ou até ver online por outros sites.

E aí? Qual você vai querer ver?


sexta-feira, 11 de julho de 2014

Infinitas Séries: Sons of Anarchy - 1ª Temporada (Comentário)


Eu resolvi fazer um comentário sobre a série Sons of Anarchy.
Na verdade não será uma resenha porque eu ainda quero pensar melhor sobre ela e como são várias temporadas, fica aqui um parecer, ok?

Primeiramente, eu resolvi assistir essa semana porque uns colegas haviam dito que ela é ótima.
Então, resolvi ver. Segundo porque, tem o lindão do Charlie Hunnam interpretando o Jax Teller.
Aí eu me encantei e comecei e em quatro dias eu terminei a primeira temporada.


Formato: Série
Gênero: Drama
Duração: 50 minutos
Status: Renovada 7 temporada
Produtor: Kurt Sutter
Exibição: FX (Brasil e EUA)
Curiosidade: Apenas a 4ª Temporada teve 14 episódios! As outras, sempre 13. (Apenas =/)




Sinopse:

Sons of Anarchy é uma série dramática de televisão americana criada por Kurt Sutter sobre a vida de um clube de Motociclistas ou Motoclube que se passa em Charming, uma cidade fictícia no norte da Califórnia.

O protagonista é Jackson Teller (Charlie Hunnam), também chamado de "Jax", que é o vice-presidente do clube Sons of Anarchy, fundado por seu falecido pai. Nos dias de hoje, o clube é comandado por Clarence Morrow (Ron Perlman), apelidado por "Clay", presidente do clube, que é casado com sua mãe, "Gemma Teller".

Para sobreviver, "Jax" terá que conciliar os interesses do clube, com a sua vida normal com sua ex-esposa e filho, passando pelas investidas da ATF - Bureau of Acohol, Tobacco, Firearms and Explosives e IRA.

Comentário: Meu pequeno parecer é que: é uma série muito gostosa de assistir porque ela é sarcástica pra caramba, tem um pouco de violência, mas é tudo sobre
negociações. Jax Teller é o filho de Gemma - uma personagem que eu gosto e desgosto ao mesmo tempo - e também é filho de um tal John Teller, que eu
não sei bem ainda quem é. Gemma se casa com Clay Morrow (ou se junta? Não percebi ainda) e eles todos fazem parte de um clube chamado Sons of Anarchy.
São motoqueiros que vivem de forma ilegal, lucrando com contrabando e dinheiro "injusto". Mas aí mora o legal: me pego torcendo por eles, sempre. E não, não é porque o Charlie Hunnam é gatão.É porque há um código de honra entre esses motoqueiros. Existem muitos personagens e cada um deles é bem singular, peculiar em seus comportamentos. Eu ainda não me decidi entre os que eu mais gosto.
Não há o que comentar sobre cenário porque é feito em um interior e não tem muita coisa expressiva a não ser xerifes bem caracterizados e os própriosmembros do clube, com aquelas motos, jaquetas, tatuagens e acessórios. Mas acho que isso não é bem o cenário em si, é mais o dressing deles ou o "costume"
como é falado. O que me chama atenção são as negociações que nunca param. Uma hora o presidente do clube, Clay Morrow é amigo de alguém e depois ele é inimigo.O mesmo se aplica para Jax, que até então é o vice presidente da turminha. E, pra variar, o bonitão tem uma bonitona. Geralmente tomo birra das mocinhasporque elas são chatas e cheia de firulas. Mas essa não é. O nome dela é Tara. E ela é bonita, médica e tem uma voz que eu gosto, acho que é o sotaque também.Não sei se vocês notam isso, mas gosto de sotaques, então, percebo a diferença.
Achei bem legal a forma com que a série é conduzida e espero ver esses vilões, que na minha cabeça são mocinhos, prosperarem, mesmo que seja em um comércio ilegal de armas ou lutas ou drogas, afinal é fictício. Deixo claro que eu sou contra isso tudo na vida real, ok? Mas ali, me dêem um desconto, é o Charlie Hunnam na televisão!
Essa série vocês encontram para baixar no Series Empire em vários servidores ou ainda assistem online no megafilmes HD!
Claro que eu vou deixar aqui uma foto do bonitão na primeira temporada e como ele vai ficar. Eu acho um charme...

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Infinitas Séries: 1ª Temporada de Once Upon a Time

Hoje vamos falar de Once Upon a Time. Conhecida como OUAT também. Tudo isso porque a Sammy havia me pedido para comentar e eu fiquei devendo um pouco de comentários. Não vou colocar uma resenha porque eu não achei uma que fosse interessante o suficiente. Vou explicar o que eu entendi.



Formato: Série
Duração: Média 45 minutos
Gênero: Fantasia/Mistério/Aventura
Origem: EUA
Criadores: Edward Kitsis e Adam Horowitz
Exibição: ABC (EUA), Sony e Record (Brasil)
Estreia: Outubro de 2011
Status: Renovada para 4ª temporada
Curiosidades: Ganhou Spin-off (continuação) que foi cancelada, ganhou livro tema narrado por personagens,  foi a estreia de temporada de maior audiência entre adultos de 18-49 anos nos últimos cinco anos pela ABC.




Comentário Geral: Uma maldição é lançada no meio do casamento da Branca de Neve com seu Principe Encantado. A Rainha Má condena que todos os personagens presentes sejam lançados para um mudo moderno com suas histórias de vida e ancestralidade esquecidos. Jamais poderão se libertar, afinal de contas, só ela poderia ter um final feliz. O que ela não espera é que um bebê sobrevive a tudo isso e está nas mãos dessa criança o futuro de todos eles.

Eu gosto muito dos contos de fadas e de coisas relacionadas ao que eu chamo de Disney, apesar de saber que a grande maioria deles é dos tais "irmãos Grimm"(Século XVIII) ou então de outros de séculos passados. A fantasia e o mistério sempre me deixaram empolgada com o que havia pela frente e eu persistia lendo ou vendo esse tipo de programa/filme quando criança. Eu estava sem séries para ver no momento e como haviam comentado dessa eu achei que seria interessante assistir pelo menos uns três episódios para saber como é. E foi o que eu comecei a fazer.

Primeiramente, essa é uma série descontraída, leve, suave, sutil e muito familiar. Na verdade eu até a achei muito infantil. Emma Swan (Jennifer Morrison) é uma jovem, filha da Branca de Neve com o Príncipe Charming (O encantado) e ela é a conexão entre um mundo de fantasias e o mundo real. Na cidade fictícia de Storybrook, localizada no Maine, os moradores são personagens de contos de fadas que não se lembram de sua ancestralidade ou passado, todos eles foram transportados para lá devido a uma maldição terrível e não podem sair da cidade. A esperança que eles tem é que Emma possa libertá-los dessa maldição.

A primeira temporada começa com a Rainha Má interrompendo o casamento da Branca de Neve com o Príncipe Encantado (que aliás, eu acho um gatinho e encantada fico eu quando o vejo na telinha e por isso deixo aqui uma foto reflexiva).


E por que a Rainha Má faz isso? Porque ela quer que ninguém, a não ser ela mesma, tenha um final feliz. Só que temos que lembrar que, no mundo moderno, cada personagem de conto de fadas tem uma função/papel. Por exemplo, a Chapeuzinho Vermelho é uma garçonete de lanchonete, a Branca de Neve é uma professora, a Rainha Má (aquela Bruxa da historinha da Branca de Neve) é a prefeita da cidade e por aí vai. Inclusive, Emma tem um filho chamado Henry e ele é adotado pela prefeita, que se chama Regina. Logo no pilot - que é o primeiro episódio - o garoto vai procurar sua mãe biológica e descobre Emma. Até aí pouco sabemos dela, a não ser que ela se parece uma caçadora de recompensas. E eu acho que é bem por aí. Até que eles criam uma ligação, quando Emma percebe que a tal Regina é uma bruxa para seu filho, disfarçada de prefeita autoritária.

Eu gostei da série porque eu posso assisti-la com qualquer público. A fotografia é bem bonita, também. Gosto das vestimentas, maquiagens e cenários fantasiosos, é interessante. Fico pensando como vai ser o futuro da série porque agora estou começando a temporada dois, mas já sei da renovação para a quarta. Como é um seriado cheio de histórias paralelas é meio complicado resenhar uma coisa só, mas eu gosto muito de vários personagens. Eu adoro o tal "Rumplestilskin" - espero ter escrito corretamente - que é interpretado pelo Robert Carlyle. Nunca conheci um trabalho dele, não que eu me lembre, mas eu o acho esplêndido fazendo um vilão típico e um vilão mais misterioso e sombrio.

A Regina Mills (Lana Parrilla), além de estonteantemente linda, está dando um show como a Rainha Má e como a prefeita da cidade de Storybrook. Ela interpreta bem e me lembra um pouco do jeito sarcástico, irônico e malicioso de Paola Bracho - sim, aquela da Usurpadora, lembra?! Já comentei sobre o Príncipe Encantado que é o ator Josh Dallas, que eu acho um verdadeiro príncipe. Então, eu não sei se eu te convenci, mas veja pelo menos os episódios iniciais, é uma série realmente gostosa de assistir porque ela é muito simples e tranquila. Tem hora que é bom. E, apesar de simpatizar com atores mirins, o Henry não me convence, eu o acho sem graça, coitadinho. E sinto até dó de comentar isso aqui mas estou na ousadia de ser sincera. Até o próximo post, pessoal.

Só uma coisa: é época de Copa, eu sei, mas nos intervalos dos jogos, assistam. Quem quiser, pode baixar pelo site: "Series Empire", que é o que eu uso, ou então assistir online, clicando no Google e colocando "Assistir Once Upon a Time" e ele te dá opções de servidores e legendas. Até mais!!

sábado, 24 de maio de 2014

Sherlock Holmes: Duelo de Personagens

Nunca falei de House aqui porque eu vou confessar um segredo: a série acabou e eu não vi o "series finale" dela, que é o último episódio. House sempre foi uma das minhas séries favoritas, estando entre as cinco que eu mais gostei até hoje. Assistir ao fim da série seria trágico, então, embora eu tenha recebido spoilers na época, eu preferi não ver.

Um dia eu terei coragem de assisti-la e farei uma resenha pra vocês. Enquanto isso, já que estamos comemorando uma semana do Conan Doyle e do Sherlock Holmes, eu vou comentar a semelhança entre o House, personagem principal de sua série de mesmo nome e o nosso detetive Holmes. Só para contextualizar, House é uma série focada no médico de mesmo nome que, em um hospital referência, recebe os casos mais perturbadores da medicina, aqueles que parecem não ter solução alguma e que nenhum outro médico conseguiu diagnosticar. Parecendo não se importar com o paciente, Dr. Gregory House tem seu foco apenas em desvendar a verdade por trás do indivíduo, utilizando métodos não muito convencionais.




Vamos começar pelo nome. House e Holmes são nomes bem parecidos. House é um médico, Holmes é um detetive, mas ambos costumam saber quando alguém está mentindo e é essa a premissa da série que já foi tão aclamada. "Everybody lies" (Todo mundo mente) é praticamente a frase favorita de Gregory House para com seus pacientes. Os dois moram no endereço 221B. Seria muita coincidência se não fosse de propósito.

Adivinhe quem são os melhores amigos desses dois? As iniciais, eu conto pra vocês: "JW",  de... James Wilson (amigo de House) e John Watson, o fiel amigo de Holmes.

E não para por aí, os dois usam fatos psicológicos para desvendar seus casos, afinal de contas, a House são dados os casos mais difíceis da medicina, os praticamente sem solução e ainda, esses dois só aceitam os casos que lhe apetecem. Exigentes, não?

Também não podemos esquecer que ambos tocam instrumentos musicais, enquanto Holmes se achega a um violino, House toca piano e guitarra. Ambos são reservados e já tiveram algum contato com substâncias ilícitas (veja que eu disse "algum contato", não quero incentivar).

House e Holmes. Imaginem eles juntos?

Infinitas Séries: Elementary

Boa tarde para todos vocês que ficaram na expectativa de uma prévia de séries! Hoje eu vim falar um pouco de Elementary, uma série que explora a versão moderna de um Sherlock Holmes com adaptações inimagináveis. Vamos lá?


Formato: Série
Duração: 45 minutos
Estreia: 2012
Status: Renovada para terceira temporada
Gênero/Tipo: Suspense/Investigação




Elementary é uma série que eu tenho várias opiniões. Foi tão difícil ter uma só acerca de tudo que ela traz. Então, vamos ao que eu acho - novamente afirmo não ser uma verdade, mas sim, um ponto de vista, ou melhor, alguns pontos, hehe - certo?
A série é estadunidense, estreiou em 2012 e já tem alguns fãs viciados nas aventuras do Sherlock Holmes.
Sherlock Holmes é interpretado pelo ator Jonny Lee Miller, um sujeito que eu gosto bastante. Já tive contato com ele numa série que foi cancelada, chamada "Eli Stone". Aliás, foi quando eu comecei a ver mais séries, no ano de 2008. E, só por curiosidade, esse mesmo ator, Jonny Lee Miller, foi o primeiro marido da Angelina Jolie, pasmem! E quando eu olho para os dois, eu sinto que um não tem absolutamente nada a ver com o outro. Talvez eu puxei uma sardinha pro lado do Pitt, vá. Mas mesmo assim, o que eu quero dizer é que eu já torcia pelo Jonny Lee e quando eu o vi em "Elemantary" eu fiquei feliz pela carreira dele. Acho que eu estava sentimental com o fato de uma série ser cancelada e ele ficar sem emprego. Eu não conheço o Sherlock Holmes tão profundamente, não li todas as obras de Conan Doyle sobre ele mas confesso que eu gostei desse Holmes.

A série nos mostra um Holmes em tempos modernos. Eles abandonam o cenário Europeu e vão para Nova York.E o mais impressionante, que eu achava que iria detestar, é que nessa série, Watson é uma mulher: Lucy Liu. Tá bom, eu gosto da Lucy Liu e meu julgamento pode estar afetado, mas ela é excelente na série, muito amiga do Holmes, franca e muito dedicada a ele. Dá uma impressão bem melhor que o filme que fizeram sobre Sherlock, o tal em que o Jude Law é o Watson. Eu o achei, no filme, um Watson muito submisso, fato que eu não lembro ser assim nos livros. Mas, na série, a nossa Watson feminina é bem independente e se mostra presente de uma forma agradável.

A série é muito tranquila, não existem cenas chocantes, o mistério é comedido, nem demais, nem de menos. Infelizmente eu acho que eles até esquecem que é necessário um suspense mais intenso, daqueles que você se pergunta: "Quem vai morrer" ou "Quem matou fulano?". Mas em "Elementary", não acontece isso. Você pode ficar curioso com o próximo capítulo (fato que ocorre em talvez uns três ou quatro episódios numa temporada com 24) ou até nem ficar. Escolher seu personagem preferido também é complicado, gosto do Holmes e da interpretação que o Jonny Lee dá pra ele, gosto da Watson na Lucy Liu e até o Capitão Gregson (Aidan Quinn).
É preciso dizer que a série é uma adaptação, ela é inspirada na obra do Conan Doyle, ela não é fiel a ela. Vamos lá, um pouco - um muito - de licença "serialística" ou sei lá como vamos chamar isso. Eu acho que o ruim é que nosso Sherlock da série, tatuado, mimado e jovenzinho é bem diferente do que eu me lembro dos livros. Talvez se você for um fã incondicional do verdadeiro Holmes de Conan Doyle você nem irá aguentar ver alguns episódios da série. A abertura da série é muito bacana, mas o fechamento dela quase sempre é morto. Analisando criticamente eu acho que é bem morna a série. Eu aconselho a assistir quando você não tiver mais coisas pra fazer porque ela é um passatempo mesmo. Não vai te prender, não vai te conquistar a ponto de você não querer desligar a tv (passa na Universal) ou então o computador (vendo online ou baixando). Meu conselho é: veja para ter o que criticar e como criticar, é muito difícil opinar alguma coisa que não temos conhecimento dela.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Infinitas Séries: 1ª Temporada de Skins (Br: Juventude à Flor da Pele)

Olá pessoal! Hoje temos uma resenha feita por uma amiga minha, ela é a Sylvia Amaral, uma aluna de doutorado da UFMG e ela trouxe, quentinha pra nós, sua visão sobre...

Primeiro episódio: 25 de janeiro de 2007
Formato: Série
Duração: 45 minutos
Status: Renovada para sétima temporada





"Skins é uma série britânica dramática que teve seis temporadas, sendo transmitida de 2007 a 2013. A série mostra o dia-a-dia de um grupo de amigos que estão no ensino médio, em Bristol, Inglaterra, explorando várias nuances não antes retratadas do universo adolescente, como o abuso de drogas, sexualidade, problemas familiares e problemas psiquiátricos. A cada temporada, o elenco se renova, com a substituição gradual dos personangens das temporadas anteriores pelos novos protagonistas. Os episódios são nomeados de acordo com o personagem focado, não deixando de lado os demais e suas inter-relações.
Na primeira temporada, acompanhamos um grupo de adolescents diverso:
•    Tony: inteligente, multi-talentoso, Tony é namorado de Michelle, mas trai a namorada com frequência. É mentiroso e manipulador. Tem como objetivo se divertir, mesmo que às custas de seus amigos e namorada. Sua principal vítima é Sid. Possui ainda uma irmã, Effy, que tem papel diminuto na primeira temporada;
•    Sid: melhor amigo de Tony, é ainda virgem no alto de seus 16 anos. É apaixonado por Michelle, namorada de seu melhor amigo. Com a ajuda de seu amigo Tony, tensiona perder sua virgindade. Vive à sombra de seu melhor amigo, sendo com ele constantemente comparado por seus amigos, que julgam-no portador de índole semelhante, e pais, que lamentam seu filho não ser tão inteligente quanto Tony;
•    Michelle: namorada de Tony, Michelle não suspeita da leviandade de seu namorado. Junto com Tony, planeja um modo de ajudar Sid a perder sua virgindade, recrutando sua amiga Cassie;
•    Cassie: anoréxica, Cassie vive um vai-e-vem em uma clínica psiquiátrica para adolescentes; entretanto, não deseja de fato reabilitar-se, apenas libertar-se. É ainda viciada em ecstasy e apaixona-se por Sid;
•    Jal: considerada a certinha do grupo, Jalander é filha de um famoso cantor de rap, que encerrou sua carreira após o falecimento de sua esposa. Toca clarinete no coral da escola, motivo pelo qual briga com seus irmãos, aspirantes a rappers, constantemente;
•    Anwar: mulçumano, de origem paquistanesa, Anwar se vê emu ma batalha constante entre suas crenças e suas amizades, principalmente com Maxxie, seu melhor amigo. Apesar de cumprir para com suas obrigações religiosas, rezando regularmente, desrespeita suas crenças bebendo e utilizando drogas com seus amigos;
•    Maxxie: Maxxie é homossexual, o que vai contra os princípios religiosos seguidos por seu melhor amigo. Maxxie é voltado para as artes, sendo exímio dançarino e desenhista;
•    Chris: viciado em píluluas (ecstasy, speed, Viagra), Chris é obcecado por peixes e por sua professora de psicologia, Angie, de quem tenta aproximar-se ao longo de toda a primeira temporada.

A série, além de bem-construída, é cativante. Impossível não se familiarizar com algum dos problemas enfrentados pelos adolescentes e eleger seu(s) favorito(s); eu, particularmente, me apaixonei por Cassie e Chris. Tive ímpetos de sentar com ambos e conversar, aconselhar. A segunda temporada já está no ponto para ser vista!" (Por Sylvia Amaral)

E agora eu, Lu, fico pensando que numa série tão rica de personagens e com temas tão complexos, tá aí uma coisa boa a se fazer pra qualquer final de semana! Comente!

sexta-feira, 7 de março de 2014

Infinitas Séries - 1ª Temporada de Vikings

Olá para todos! Vamos falar de séries? Confira abaixo um pouquinho de...


Sinopse: A série narra o conto do mundo épico e violento da Escandinávia, origem do povo viking que invadiu, explorou e negociou com parte da Europa durante a Idade Média período medieval. Ela segue as aventuras da semi-lendária figura viking Ragnar Löthbrok e sua tripulação, além da família e como ele luta para tornar-se "rei" de uma grande parte da moderna Escandinávia e Europa.
O show vai contar a história do jovem viking guerreiro Ragnar Löthbrok, interpretado pelo ator Travis Fimmel, que anseia para descobrir civilizações através dos mares. Com a ajuda de seu visionário amigo Floki, interpretado pelo ator sueco Gustaf Skarsgård, eles constroem uma nova geração de navios mais rápidos e mais elegantes. Jarl Haraldson, interpretado pelo ator premiado com o Globo de Ouro, Gabriel Byrne, é o líder e adversário de Ragnar.

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Aproveitando que o tempo aqui está um pouco mais frio do que eu esperava, hoje é dia de falar de séries! Essa aí me surpreendeu totalmente, a começar porque eu nunca tinha visto uma série que fosse do canal americano History Channel! Também soube - mexendo por aí - que a série foi feita com poucos recursos financeiros, quando comparada a outras mais "hollywoodianas", digamos assim.

Vou fazer mais comentários do que ficar escrevendo o que eu penso de tudo. Resolvi que assim pode ser mais democrático!
Escolher um personagem que eu mais gosto é tarefa bem difícil aqui, mas vou falar um pouco da história primeiro antes de puxar saco de alguém. Já começo dizendo que eu gosto da abertura da série que é um pouco simples, mas o tom da música nos dá uma certa seriedade do que irá acontecer com esses escandinavos. E, ainda mais, espera-se que em relatos vikings haja muita machadada - é assim que fala? - e também muita violência. Aqui, em "Vikings", nós encontramos tudo isso!

Ragnar Lothbrok é um pai de família, novo, visionário, que tem um sonho de explorar outras civilizações pelas vias marítimas. Porém, sofre o entrave porque outra pessoa está no comando dos reinos. Essa pessoa é chamada o tempo todo de "Earl", que seria algo como "Conde", alguém com poderes o suficiente para poder delegar quais expedições serão realizadas. E há todo um misticismo de poder em que o "Earl" é deveras poderoso.

Vários duelos acontecem envolvendo nosso personagem principal e começamos a vê-lo não mais como um bom rapaz pai de família, com sua esposa Lagertha e filhos, mas como um guerreiro sedento de poder. E aí começa a dúvida se esse tal poder vai subir a cabeça dele. Não vou te contar, pois desejo que veja. Mas a realidade é que tem muito sangue a derramar. Ragnar também tem uma disputa de poder com seu irmão Rollo, interpretado por Clive Standen, o que torna o seriado mais interessante e também mais bonito, afinal, Vikings tem muitos galãs, o próprio Ragnar é interpretado pelo Travis Fimmel.

Isso me leva a dizer um fato curioso que são as vestimentas e cabelo dos tais Vikings. Eu me senti dentro da série o tempo todo porque os costumes, hábitos e lendas que permeiam a história são muito frequentemente relatados e isso é até bom para conhecermos o cenário que se passa, além da reconstituição da história que é bem prodigiosa no século VII e IX.

Um comentário que mostra na série, também, é a navegação por cabotagem que é quando os tripulantes vão percorrendo a navio as margens do continente ou terra a ser explorada, porém, a série nos faz pensar que os vikings tinham maior domínio naval do que realmente deveriam ter na época. Uma coisa curiosa também e que foi bem retratada são os costumes religiosos e politeístas dos vikings, dá para se ter uma noção que acontecia antigamente.

Eu confesso pra vocês que história nunca foi meu forte e apesar disso eu achei interessante a série, que agora estreiou a sua segunda temporada. Com toda certeza, licenças poéticas - como se deveria falar licença para séries? - são permitidas aí e eu fico na expectativa de que mais e mais cabeças vão rolar!

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Infinitas Séries - The Middle


Hoje eu vou fazer algo diferente e vou comentar uma das séries que eu mais gosto e será uma comédia! Vamos de...



Primeiro Episódio Lançado: 30 de Setembro de 2009
Criadoras: DeAnn Heline, Eileen Heisler
Status: Quinta Temporada
Curiosidade: Brock Ciarlelli e Eden Sher atores vencedores de prêmios de 2013.





Essa série conta a história de uma família Heck, composta por cinco integrantes e aí começa o maior problema para alguém que gosta bastante de seriados: quem é seu personagem preferido? Puxa vida, eu não ainda sei escolher. A mãe, Frankie, interpretada por Patricia Heaton, é a narradora oficial da série, uma pessoa divertidíssima que poderia ser a sua mãe, pelo menos a minha, em vários aspectos. Mas mãe, se estiver lendo isso, por favor, ignore as partes em que sabemos que Frankie é uma bagunceira, ok? Trabalhadora e com sua baixa estatura, essa pequena e graciosa mãe não é nada fácil: faz de tudo pelos filhos, sempre tentando aparentar menos dificuldade do que realmente tem. Seu marido, Mike, um homem que está sempre - gente, eu digo, sempre, observem! - de camisa xadrez, é um viciado em esportes que passa o dia trabalhando e quando não o faz, vê tv. Admirado pelos filhos, pois nunca lhes dá aquele famoso puxão de orelha, é o mais pacato e paciente da família. Diversas vezes nós podemos assistir a algumas discussões familiares que envolvem Frank e Mike e é engraçado como ele detesta qualquer uma delas, geralmente falando que concorda. Os comportamentos são classicamente estereotipados e isso é mais engraçado porque nos encaixamos na maioria deles, tornando simplesmente divertido assistir. As vezes penso que é como se assistissemos a vida em si passando na televisão, é um seriado de comédia, mas profundamente reflexivo. Será que todo mundo consegue perceber esse fato? E os filhos? Sempre ouço que filhos nunca são iguais e essa família ilustra bem isso: Axl é o mais velho de todos, um adolescente típico bonitão, esportista, popular e bastante convencido, também tem a Sue, uma adolescente que já me parece infanto-juvenil: suas blusas com ursinhos estampados, seu aparelho fixo sempre brilhante, seu cabelo partido ao meio e seus olhos que parecem se iluminar com coisas simples do dia a dia, ela está sempre cantando e se preocupa com todas as coisas, é inocente e bastante bondosa, às vezes me esqueço que Sue já poderia ser uma mocinha colegial, com seu otimismo e, apesar de todo esforço para ser aceita na escola e, digamos, na vida, Sue é uma guerreira. E o último e o mais novo filho, Brick, o filho que um dia foi dito ter nascido por um mero deslize dos pais é o mais inteligente de todos eles, embora tenha bastante dificuldade de se relacionar com as pessoas e passe mais tempo lendo livros do que fazendo qualquer outra coisa, também tem uma mania constante de lamber as coisas e de olhar para cima ao questionar alguma delas, Brick é um aluno excepcional em algumas matérias, embora tenha dificuldade de aprender outras e tenha turmas especiais para relacionamentos, com alunos não convencionais, digamos assim. Gosto muito de vê-lo devorando livros, pois me incentiva a ler alguns, embora me deixe com um pouco de agonia vê-lo fazer isso em plena mesa de jantar. Quando comecei a ver The Middle acreditei que cada episódio seria forçar a barra, pois séries de comédia hoje em dia não mais me fazem rir. Essa série, além de ser bem leve e atender todo tipo de público, crianças, jovens e adultos, é inteligente, bem construída, educativa em alguns pontos e engraçada na maioria. Eu recomendo The Middle e acho que é um anti stress natural, com toda sinceridade. Me conquistou pela simplicidade, leveza, personagens sinceros, reais, qualquer um deles poderia realmente existir. Os Hecks passam dificuldades que todos nós passamos. Eles compram coisas em promoção, eles mantém segredos, eles discutem e voltam atrás, eles tem que dividir as coisas, eles tem o dia certo para fazer coisas e tradições para muitas delas. A série merece destaque e aqui está ele! Até mais!

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Infinitas Séries: Perception: 1ª Temporada

Hoje vim contar pra vocês de uma série que sempre começa seus episódios com uma lição:






Formato: Série
Duração: 45 min/episódio
País de origem: Estados Unidos
Gênero: Suspense, Investigativa, Drama
Transmissão original: Julho de 2012
Situação: Renovada para Terceira Temporada
Personagem preferido: Daniel Pierce (Eric McCormack)
Personagem que não me chama muita atenção: Donnie Ryan (Scott Wolf)





Perception é uma série televisiva americana de drama criada por Kenneth Biller e Mike Sussman. A série apresenta Eric McCormack como Dr. Daniel Pierce, um esquizofrênico neuropsiquiatra que auxilia o FBI em casos extremamente complexos junto com a agente especial Kate Moretti, ex aluna do neuropsiquiatra. O time também conta com a presenta de Max Lewicki, assistente mais próximo do doutor e Natalie Vincent, uma alucinação manifesta resultado da esquizofrenia, sendo a melhor amiga do gênio.

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Eu hoje resolvi falar de Perception porque a série começa sempre com o Dr. Daniel Pierce dando aos seus alunos - e isso vale para todos nós - algumas lições. E essas são, geralmente, perguntas. "O que é o amor? Seria algo químico no seu cérebro?" "Podemos diferenciar o que é certo e o que é errado?". O seriado pontua muito bem o paradoxo do comportamento humano e tem a "contradição" de ter um grande gênio talvez preso dentro dele mesmo pela sua condição comportamental e fisiológica: Daniel está doente e ainda assim ajuda o FBI. Há uma relação entre Daniel Pierce e a agente especial Kate Moretti, que não apenas é sua ex aluna, mas também parece ter um algo a mais, que nós não sabemos muito bem o que é e nos deixa querer saber o que acontecerá entre os dois e vejam, gosto muito dessa Kate! Eu puxo saco desse seriado porque ele é, ao mesmo tempo divertido e leve, do tipo que se pode ver com a família, um drama não dramático. Me entendam quando eu digo isso e não levem ao pé da letra: "Perception" está longe de ser uma série que você irá vivenciar o que está acontecendo, no fundo acontece uma situação que o FBI deseja solucionar, ou seja, um crime e você também quer saber quem é o culpado e quer, tanto quanto a agente Moretti, que ele vá parar atrás das grades. Porém, imagino, ao ver as cenas do Dr. Daniel Pierce, seu desejo também é de que ele tenha uma vida e consiga se curar do que ele tem. Mas aí que moram grandes perigos, porque a capacidade - ou seria do"Perception" está nos mostrando como nosso cérebro nos engana, como ele está programado para nos fazer pensar de um jeito e agir de outro e como somos fruto inconsciente de ações que nem imaginamos. A TNT brilhou, na minha concepção, na criação da série, porque ela é solta, leve, divertida, desprendida e a atuação do Eric McCormack é sem igual!!! Em Agosto de 2013 foi confirmada a terceira temporada da série e estamos no aguardo.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Infinitas Séries: Hannibal - 1ª Temporada

Hoje vou postar uma série a pedido da minha querida Sofia, inclusive já começo agradecendo pelas ideias geniais. Então, para a Sofia e todos vocês, vamos falar hoje de ...




Formato: Série
Duração: 45 min/episódio
País de origem: Estados Unidos
Gênero: Suspense, Mistério, Drama
Transmissão original:04 de abril de 2013
Situação: Renovada para segunda temporada (Fevereiro/Março)
Personagem preferido: Hannibal Lecter (Mads Mikkelsen)
Personagem que não me chama muita atenção: Abigail Hobbs (Kacey Rohl)


Sinopse: Will Graham é um talentoso fornecedor de perfis criminosos que está em busca de um serial killer, com a ajuda do FBI. A forma única de Graham pensar dá a ele a habilidade de ter empatia com qualquer um – até mesmo psicopatas. Ele parece saber o que os afeta. Entretanto, a mente do homem procurado é muito complicada, até mesmo para Graham, portanto, ele busca pela ajuda do Dr. Lecter – um dos maiores psiquiatras do país. Armado com o conhecimento do brilhante doutor, Will e Hannibal (conhecido como um serial killer apenas pela audiência) formam uma parceria brilhante, na qual nenhum vilão escapa. Mas Will não sabe de nada…

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Resenha: Saboreie o requinte de maldade: nessa série, cada capítulo é o nome de um prato da culinária francesa. Quando comecei a ver Hannibal, minha ideia era acompanhar os episódios do que seria relacionado ao famoso Hannibal Lecter interpretado por Anthony Hopkins, aclamado pelos cinéfilos. Qual foi a minha surpresa ao me deparar com alguns fatos curiosos a respeito da série. Will Graham é um sujeito peculiar que leciona para alunos da academia do FBI. Sua especialidade é invadir - de alguma forma bem mística - a mente de criminosos, dos mais perversos e auxiliar o importante detetive Jack Crawford, traçando o perfil de comportamento deles. E aí começam as cenas maravilhosas de Hannibal, com uma fotografia de impressionar. Confesso que no início tive certa dificuldade, pois não sabia dizer se Will Graham, mais chamado por todos do elenco de Will, era o próprio criminoso ou se ele estava apenas se pondo no lugar do mesmo. E aí fica bem claro que as intenções do rapaz são boas. Escolhido a dedo, Hugh Dancy ao interpretar o analista comportamental do FBI deslancha na história. Há uma busca implacável por vários assassinos crueis, porém, cada cena e cada fato - bem trabalhados em sonoplastia e fotografia - tendem a desestabilizar Graham. Temendo pelo pior, é aconselhado ao mesmo que procure um psiquiatra e é quando nos deparamos com Mads Mikkelsen interpretando o famoso psiquiatra Dr. Hannibal Lecter. É impressionante a atuação desse ator. O personagem. já conhecido pelos seu gosto pecualiar na prática de canibalismo, é agora o médico responsável pela lucidez e sanidade de Will. E aí começa a cascata problemática de eventos. Estaria Will doente? Estaria Hannibal se aproveitando para ficar mais próximo do FBI e cobrir suas pistas? O bom desse seriado é que você não sabe muito bem escolher quem é seu personagem preferido, porque, por um lado que você adore o Hannibal, seu jeito meticuloso e arisco, gélico e impassível, provavelmente você irá apoiar o voto em Will, um jovem brilhante, sensível, talentoso e aparentemente perturbado. Uma série que mostra a relação de ambos, que antecederia o que é mostrado no cinema, com relação ao "Silêncio dos inocentes". A série mostra vários espaços temporais de presente e futuro que vão nos explicar o comportamento dos principais personagens, suas relações e o que mais for possível. Há também uma peculiaridade já esperada: Hannibal, um canibalista, cozinha seus pratos no melhor estilo francês, tendo cada episódio dessa série um nome de um deles.Cuidado, porque você nunca pode imaginar o que - ou seria quem - seria o nome da próxima iguaria.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Infinitas Séries: Arrow - 1ª Temporada

Começando o ano com uma série que eu gosto bastante e que está na segunda temporada. Para todos que ainda não viram – ou ainda aqueles que como eu, tiveram sorte – eis a minha opinião sobre :

Formato: Série
Duração: 45 min/episódio
País de origem: Estados Unidos
Gênero: Ação/Aventura/Drama
Transmissão original: outubro/2012
Situação: Desenvolvendo segunda temporada.
Personagem que eu mais tenho gostado: Laurel Lance 
Personagem que não me encanta: Moira Queen


Sinopse Modificada.

Após um naufrágio, o playboy bilionário Oliver Queen (Stephen Amell) é dado como morto por cinco anos, até que é descoberto vivo numa ilha remota no Pacífico. Retornando a Starling City, Oliver é recepcionado por sua devotada mãe, Moira (Susanna Thompson), sua irmã Thea (Willa Holland) e seu melhor amigo, Tommy Merlyn (Colin Donnell). Todos notam que Oliver retornou mudado.
Escondendo de todos a transformação que sofreu, Oliver desesperadamente busca remediar os atos que cometeu quando era apenas um jovem irresponsável, se reaproximando de sua ex-namorada, Laurel Lance (Katie
Cassidy). Ao mesmo tempo, ele cria a identidade do vigilante Arqueiro, na esperança de combater os males da sociedade, salvando sua cidade e compensando os erros de sua família. De dia, Oliver finge ser o mesmo bilionário de sempre, sempre tendo ao seu lado seu segurança e chofer John Diggle (David Ramsey). O pai de Laurel, o Detetive Quentin Lance, está determinado a prender o Arqueiro. E o herói nem imagina que sua própria mãe sabe muito mais sobre o naufrágio que mudou sua vida.


Resenha:
Oliver Queen tem dinheiro no bolso e onde mais você pensar. O sujeito é um bilionário e playboyzinho, não acostumado a dar duro na vida e nem mover uma ação que não seja a seu favor. O garoto vai então viajar com o pai e demais pessoas– sem spoillers tensos – e seu barco naufraga, ficando sozinho em uma ilha por cinco anos. O mundo inteiro acredita veementemente que o riquinho está morto até que, para nossa surpresa, Oliver retorna do Pacífico. Ao chegar a sua cidade natal, Starling City, Oliver descobre que as coisas não são fáceis. É preciso lidar com a ex-namorada Laurel e seu pai amargo, o detetive Quentin Lance e também com toda a civilização. E aí começam fatos interessantes da série, nos mostrando um pouco do passado de Oliver, na ilha remota do Pacífico com fatos da atualidade. O garoto mimado que nós não gostamos no início da série é agora um de nossos personagens favoritos. Oliver retorna da ilha com um objetivo secreto, ele precisa salvar Starling City de malfeitores. O problema começa quando esses malfeitores podem estar mais perto dele do que o próprio bilionário imagina. Em uma corrida a favor da cidade contra vários crimes, o agora herói Oliver se veste com uma roupa de arqueiro verde, empunhando arco e flecha na mão e escondendo sua identidade, expulsando corruptos da cidade. Nesse meio tempo, sua família nada desconfia de suas peripécias. Thea, sua irmã, está segura de que o “Capuz”, nome dado ao vigilante das cidades, está fazendo um bem para a mesma, enquanto uma outra visão, por exemplo, do detetive Quentin, garante que o Capuz é uma ameaça a cidade.  A vida dupla de Oliver Queen é um mistério para a maioria, apenas poucas pessoas sabem sua verdadeira identidade. A história da série segue algumas coisas ao seu aclamado HQ, criado na década de 40 pelo Universo DC – Por Mort Weisinger e Greg Papp, porém, de uma forma bem singela, pois traz para os telespectadores a ideia de um herói que ao invés de ir atrás de salvar as classes populares de forma direta, ele põe o dedo na ferida dos grandes milionários e cretinos. Arrow teve muito sucesso em sua primeira temporada, comportando 23 episódios aclamados pelo público. Escolher um personagem principal é muito difícil nessa série, que vai se tornando mais misteriosa e mais investigativa a cada passo que rola na trama. Personagens novos vão se emaranhando, ganhando mais notória importância, assassinatos e sequestros são mostrados e fatos isolados na ilha constituem, para nós, um verdadeiro quebra cabeça. Fico a pensar como foi que um garoto mimado e egoísta mudou tanto. O que será que houve naquela Ilha?

sábado, 21 de dezembro de 2013

Infinitas Séries : Bates Motel - 1ª Temporada



Olá, eu sou a Lu e hoje vou postar sobre uma série que foi lançada no início do ano que muito tem ganhado opiniões por aí. Trata-se de...



Formato: Série
Duração: 45 minutos/episódio
País de origem: Estados Unidos
Transmissão original: 18 de março de 2013
Número de temporadas: 1 (10 episódios)
Situação: Renovada para segunda temporada
Personagem favorito: Norma Bates – interpretada pela Vera Farmiga
Personagem que não me encanta: Bradley Martin – interpretada pela Nicola Peltz

Sinopse: A série é uma "prequela contemporânea" para o filme de 1960 Psycho (baseado no romance de mesmo nome escrito por Robert Bloch), retrata a vida de Norman Bates e de sua mãe Norma antes dos eventos retratados no filme de Alfred Hitchcock. A série começa depois da morte do marido de Norma, quando ela adquire um motel localizado em uma cidade costeira Oregon, para que ela e Norman possa começar uma nova vida. A série foi filmada em Aldergrove, British Columbia, Canadá e estreou em 18 de março de 2013 na A&E.
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Ao contrário do que se conhece nas primeiras páginas – e posso já dizer, incríveis – do livro “Psicose”, de Robert Bloch, a série dramática televisiva “Bates Motel” nos traz um Norman Bates (interpretado por Freddie Highmore) em sua adolescência. Logo nas primeiras cenas do pilot – que é o primeiro episódio lançado -, Norman acorda atordoado e começa a procurar pela mãe, desesperado, gritando que seu pai estava morto, pedindo ajuda. Imaginamos uma esposa devotada que iria reagir de forma brusca e não, o que temos é a impassividade dela e um olhar despretencioso e sem emoções quando, aparentemente, “sabe da notícia” que o filho acabara de dar. Então, a mãe, trajada com roupão, vai até o porão e tenta acalentar o filho diante do exposto. Eu já não sabia se o pai realmente tinha morrido ou se era uma alucinação do Norman, já que sua mãe reagiu a notícia de forma indiferente.

Passam alguns meses, Norman Bates e sua mãe, Norma (sugestivo, não?) estão indo em direção a uma outra cidade, se mudando. O diálogo entre os dois é sempre denso e percebemos a influência dessa mãe – interpretada pela Vera Farmiga, que aliás está estonteante – sobre o filho. A verdade é que Norman é apenas um garoto, enquanto que no livro, já o vemos na casa dos quarenta anos. Isso é interessante na série porque aqueles que assistiram ao filme do Hitchcock – que o próprio dá muito crédito ao autor Robert Bloch pelo seu livro – não imaginam como foram os antecedentes da vida do garoto Bates. Eles então compraram um motel, chamado “Bates Motel” e começam a morar lá.

Inesperadamente, o ex- proprietário do motel, Keith Summers, não aceitando a perda do terreno, começa a importuná-los e, então, eis que um determinado crime acontece. Norman e sua mãe agora são mais cúmplices do que antes e, com isso, a série se torna mais emocionante. O xerife da cidade quer desvendar o ocorrido, a série vai tomando um rumo interessante e o conjunto de filmagens valoriza detalhes com riqueza. Norman conhece pessoas da sua idade e tenta interagir, mesmo com toda timidez. A adaptação dele se dá aos poucos, até conhecer uma garota que também mudaria sua vida, além de uma professora que parece ter segundas intenções com o garoto.

Bates Motel é uma das séries, mesmo com apenas dez episódios lançados na primeira temporada, incrível. Os personagens são excelentes e bem caracterizados. Não consigo imaginar outra Norma Bates que não fosse interpretada pela Vera Farmiga. A complexidade temática vale a pena e é uma série que ao mesmo tempo eu considero um terror psicológico, atende a variados públicos porque é rica em suspense, meticulosamente enfeitado para nossa diversão.

 Inicialmente, ela foi lançada com recursos relativos de dinheiro – pra não dizer escassos, confesso - mas, por ter ganhado tantos pontos positivos, esperamos uma segunda temporada mais rica. Se você tem gosto por séries ou está começando a querer ver uma, essa eu indico e eu daria cinco estrelas para ela! E não é necessário conhecer a história de “Psicose” para entender, porque os produtores justamente querem dar um passado ao Norman Bates, então, mesmo que você já tenha lido ou vá ler o livro origem de tudo isso ou tenha visto ou queira ver o filme, eu recomendo a série. Aquela máxima de que: um é pouco, dois é bom e três é demais, não vale aqui. O livro é fantástico, o filme é estupendo e a série é incrível.

Até a próxima série!

Lu.
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