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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Infinitos filmes: Star Wars - O Despertar da Força

Título: Star Wars - O Despertar da Força
Título original: Star Wars - The Force Awakens
Dirigido por: J.J. Abrams
Atores principais: Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Adam Driver
Gênero: Aventura , Ação , Ficção científica
Duração: 2h15min
Lançamento: 17 de dezembro de 2015


Sinopse: Não achei uma que não desse muito spoiler, então fica assim: eles voltaram para uma nova aventura. 30 anos depois da morte de Darth Vader e do Império Galáctico ruir, a força está desequilibrada.



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Sabe aquela sensação de rever amigos que você não encontra há muito tempo e está morrendo de saudade, e tudo que você mais quer é dar um abraço cheio de emoção? Essa foi a melhor descrição que eu li sobre o filme e explica perfeitamente o que eu senti quando ouvi a trilha sonora inicial e revi personagens tão queridos.

Observação: 1. Se você não assiste trailers para não saber nada da história, NÃO LEIA! Mesmo falando muito pouco, tem uma ou outra coisa dos primeiros minutos do enredo.
                      2. Se ainda não viu, mas assistiu os trailers, pode ler, não tem nada a mais do que já tem no primeiro trailer.
                         3. Se você já viu o filme, leia a resenha sem medo.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Infinitas Séries - Duelo de Pilots: Legends x Intelligence.

Olá! Hoje é sexta-feira, um baita feriadão e eu resolvi fazer algo diferente. Hoje eu assisti dois episódios que foram lançados há "pouco" tempo. Um deles é da série "Intelligence" e outro é da série "Legends", essa última é realmente bem recente. Quis comparar um pouco o que eu senti ao ver os dois episódios. Achei que isso poderia ser divertido e realmente foi. Peguei um pouco de pipoca e, debaixo das cobertas no frio que aqui me encontro, resolvi ir adiante. Vocês vão ver o que eu pensei!



Sinopse de Legends: "A história apresenta a vida de Martin Odum (Sean Bean, de Game of Thrones), um agente da CIA que assume diversas identidades para realizar suas missões, sob o comando de Nelson Gates (Steve Harris, de Awake). Com o tempo, ele começa a acreditar que sua própria identidade é uma criação do governo.No elenco também estão Ali Larter (Heroes), Tina Majorino (Veronica Mars, Grey's Anatomy), Amber Valletta (Revenge), Morris Chestnut (Nurse Jackie), Roxana Brusso (Touch, Betrayal) e David Meunier (Justified)".

Meu comentário:

Eu assisti a esse Pilot porque eu tinha curiosidade em relação ao ator principal, que é o Sean Bean. Na verdade, eu só conhecia o trabalho dele como o Eddard Stark, de Guerra dos Tronos. Como gostei muito do personagem e da série em si, resolvi vê-lo em um papel totalmente diferente. Nessa série ele parece sr um agente do FBI que consegue se infiltrar em múltiplos papeis. Algo acontece - Sério!ALGO acontece - e ele interpreta o personagem de uma forma surrealística. Eu simplesmente me encantei com essa interpretação. E é aí que você enxerga a versatilidade do ator, porque uma coisa é interpretar a tal "Mão do Rei", na Guerra dos Tronos, uma época muito antiga, em uma série que se passa em tempo e costume totalmente diferentes e a outra é estar em cena do lado atual. Gostei também de ter visto a atriz Tina Majorino, que interpreta Maggie Harris. Gosto dela desde que a vi como uma médica em Grey's anatomy. Até dei uma olhada no trabalho dela e vi que ela já fez alguns filmes famosos, como "Corina, Uma Babá perfeita", que é um filme de comédia ambientada nos anos 50, com a Whoopi Goldberg. Só uma curiosidade, a Tina é alérgica a amendoim e castanhas. E eu resolvi postar isso porque meu trabalho envolve alergia alimentar e é bom saber que até os famosos as tem! Mas voltando ao assunto que realmente interessa, fora toda essa bajulação, acontece uma cena muito bacana no filme. Um sujeito num capuz diz ter informações sobre o personagem do Sean Bean, que é chamado de Martin Odum. Acontece que esse indivíduo encapuzado, que não sabemos o nome, diz que na verdade o Martin Odum, um agente do FBI, não é quem ele mesmo pensa ser. E aí começa uma trama na minha cabeça porque eu descobri que a série não é só investigativa, ela tem mistério e suspense. Eu quero saber quem é o Martin Odum. Embora tenha também aquele clichê básico do estilo "Eles fizeram algo em você. Eles não querem que você saiba", esse "Eles" sempre me convencem a assistir o resto! Então, fica aí a dica. Eu quero ver mais do que o pilot. Mas eu tenho uma crítica que é a seguinte,o início da série é muito confuso, eu tive que voltar e recomeçar - Quando estava em cinco ou seis minutos - porque eu já não sabia quem era quem e eles mergulharam muito intensamente nos personagens logo de início. Como eu achei que todos eram muito importantes, eu fiquei com medo de me perder e, adivinhem? Me perdi. Mas eu aconselho vocês a assistirem esse Pilot, que é o primeiro episódio, e depois o segundo e comentarem comigo. Vai que ela fica boa né? Estamos precisando de séries consistentes.


Sinopse de Intelligence: Gabriel Vaughn (Josh Holloway, de Lost) é um ex-fuzileiro naval que atualmente trabalha como oficial da inteligência. Com um microchip implantado em seu cérebro, ele consegue processar as informações como se fosse um computador e acessar internet, WiFi, celulares e satélites. Gabriel realiza missões para a U.S. Cyber Command, unidade que trabalha com segurança tecnológica, sob o comando de Lillian Strand (Marg Helgenberger, de CSI). Para manter Gabriel sob controle, Lillian chama a agente Riley Neal (Meghan Ory, de Once Upon a Time), que forma dupla com ele em suas missões de campo.

Meu comentário:

Que decepção esse primeiro episódio. Eu queria assistir a essa série há um tempo, porque tem vários atores que eu gosto cujos nomes eu não sei nem dizer. O principal é o ator Josh Holloway, que é aquele bonitão que ficou famoso fazendo a série Lost. Só um pequeno comentário: eu sempre critiquei pessoas que viam LOST. Há dez anos atrás eu tinha uma amiga que deixava de sair com a gente para poder ver, em tempo real, na TV, a série. Não era moda "baixar" a série ou vê-la online. O moderno pra época era acompanhar na televisão em horário nobre. Peguei tanta birra que resolvi ver e eu adorei a série, com exceção dos ultimos episódios que foram um fiasco. Um dia farei um post só sobre Series Finale, que são as finais das séries e essa é uma que vou "meter a língua". Passado agora meu desabafo que durou alguns segundos de digitação intensa, eu me volto para o Josh Holloway, que está bonitão, mas bem mais velho e já perdeu a graça. A velhice vem para todos, até em Hollywood! Aqui ele é o tal do Gabriel, que é uma mistura de computador com ser humano. Ele parece ser mais humano do que máquina, mas não é bem assim. Parece que ele tem um chip implantado nele que o deixa master super duper hiper high nerd! Ele é um cara que consegue ler mente das pessoas, saber até quanto elas tiram no "ENEM". Sabe? Eu acho isso meio bobo porque eu até curto uma Inteligência Artificial (IA) ou sei lá o que chamam isso, mas eu acho que ao mesmo tempo deixa a desejar porque fica muito fora da realidade. Como a proposta da série era meio que isso, eu achei que iria continuar. Foi muito difícil chegar aos trinta minutos de série, imagine aos 45? Olha, sinceramente, não recomendo. A não ser que você não tenha nada para fazer, não veja. Ao mesmo tempo, se quer criticar, assista. A série tem muitas coisas de "Black intel" que são as inteligências de espionagem e etc. Eu adoro esse tema. Se eu não fosse imunologista, eu seria espiã internacional - Até parece - mas eu sempre achei incrível. Imagine você poder ter um personagem por dia porque suas "missões" incríveis mandam você fazer isso? Vamos lá. Tem uma personagem, que é a mocinha, que é bem chatinha. Ela quer interagir com ele mas não cola muito bem, eu acho. Claro que eles vão se proteger, porque a função dela é estar ao lado dele. Demorei quase vinte e cinco minutos para entender que eles são realmente FBI. Por que tudo é FBI e CIA? Eu faria uma série em que a minha espionagem ou sei lá o que, operação secreta, fosse uma empresa particular. Muito mais ousadia! E aí tem aquele diálogo que eu acho desnecessário. E é mais ou menos assim. Ele fala: "Você tá doida? Tomou um tiro por mim? O que você está fazendo?" e ela fala "Meu trabalho". Também é engraçado nessas séries porque dois mocinhos conseguem derrotar dez. O cenário não tem nada demais, é até simplista. As cenas que os "nerds" da computação ficam mexendo, são as de sempre. Tela preta, escritos meio esverdeados, coisas que fazem barulhinho e eles digitam dez milhões de letras por segundo, como se fosse possível. Ou é? Então, eu quero dizer que a série tem o que qualquer uma pode ter. Em um Pilot, eu queria ter mais emoção, coisas diferentes, um Pilot que realmente me fizesse refletir algo ou mudar meu dia. Sei que estou sendo exigente, mas é que, já que comparei, acho justo dizer que eu não gostei, que não me surpreendeu em nada positivo. Então, seja inteligente e vá ler um livro!

É possível baixar as séries pelo Series Empire, que é o que eu estou usando ou até ver online por outros sites.

E aí? Qual você vai querer ver?


sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Progresso de fevereiro do Desafio Literário 2014

A partir desse mês farei um post com os livros lidos para o Desafio Literário 2014, além dos posts normais com as resenhas desses livros, ok?

Bom, para o livro obrigatório, tínhamos: Ler um livro que tenha mais de 6 meses na sua estante e ainda não foi lido e depois resenhá-lo. O escolhido para essa categoria foi:



 Seis Túmulos para Munique - Mario Puzo

Em 1945, no Palácio da Justiça de Munique, sete oficiais da Gestapo torturam há semanas o capitão Michael Rogan, da Inteligência dos Estados Unidos. Dez anos depois, todos os sete homens conseguiram escapar de seus julgamentos, construindo vidas novas em ambos os lados da Cortina de Ferro. Mas eles não sabem que a bala enterrada no crânio de Rogan não o matou. Agora, parcialmente recuperado dos danos provocados pelo regime alemão, ele está pronto para a vingança.

 Já postei a resenha desse semana passada aqui!





terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Resenha: Mario Puzo – Seis Túmulos para Munique



Chegou a hora do primeiro livro de fevereiro lido para o Desafio Literário 2014! O tema desse era - Ler um livro que tenha mais de 6 meses na sua estante e ainda não foi lido e depois resenhá-lo. Então segue o escolhido!

Título: Seis Túmulos para Munique
Título original: Six Graves to Munich
Autor: Mario Puzo (publicado originalmente sob o pseudônimo de Mario Cleri)
Ano de lançamento: 1967
Ano de lançamento no Brasil: 2012
Editora: Record
Número de páginas: 192
Sinopse oficial:

Em 1945, no Palácio da Justiça de Munique, sete oficiais da Gestapo torturam há semanas o capitão Michael Rogan, da Inteligência dos Estados Unidos. Dez anos depois, todos os sete homens conseguiram escapar de seus julgamentos, construindo vidas novas em ambos os lados da Cortina de Ferro. Mas eles não sabem que a bala enterrada no crânio de Rogan não o matou. Agora, parcialmente recuperado dos danos provocados pelo regime alemão, ele está pronto para a vingança.

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Esse foi o segundo livro do Mario Puzo que li e só me fez ter mais vontade ainda ler os outros. Foi publicado 2 anos antes de O Poderoso Chefão e o assunto é bem diferente do clássico livro sobre a máfia italiana (resenhado aqui). É um livro bem fino, de leitura super rápida e bem fluida – nesse caso, bem diferente da história de Don Vito Corleone, que a leitura é bem mais difícil. O autor conseguiu me prender totalmente à estória desde o início do livro. Percebe-se que ele não se prende a detalhes e vai direto ao ponto, sem rodeios, sem enrolação. Gostei bastante desse aspecto do livro.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Infinitos filmes: Os Instrumentos Mortais - Cidade dos Ossos


Título: Os Instrumentos Mortais - Cidade dos Ossos
Título original: The Mortal Instruments: City of Bones
Dirigido por:  Harald Zwart
Atores principais: Lily Collins, Jamie Campbell Bower, Robert Sheehan, Jonathan Rhys Meyers
Gênero: Fantasia , Ação , Aventura
Duração: 2h10min
Lançamento: 23 de agosto de 2013

Filmow


Sinopse
Clary Fray (Lilly Collins) presenciou um misterioso assassinato, mas ela não sabe o que fazer porque o corpo da vítima sumiu e parece que ninguém viu os envolvidos no crime. Para piorar a situação, sua mãe desapareceu sem deixar vestígios e agora ela precisa sair em busca dela em uma Nova Iorque diferente, repleta de demônios, magos, fadas, lobisomens, entre outros grupos igualmente fantásticos. Para ajudá-la, Fray conta com os amigos Simon (Robert Sheehan) e o caçador de demônios Jace Wayland (Jamie Campbell Bower), mas acaba se envolvendo também em uma complicada paixão.

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Tem dias que não queremos um filme com enredo muito denso para assistir, que preferimos coisas mais leves. Era justo isso que eu estava procurando essa semana. Quando esse filme foi lançado no cinema eu quis ver, mas acabei perdendo e esqueci com o tempo, até que vi o trailer, que é cheio de ação e mostra um romancezinho do estilo de Crepúsculo e Dezesseis Luas. E fiquei surpresa por ter gostado mais desse do que dos outros.

Clary é uma adolescente comum que sem perceber começa a rabiscar sempre o mesmo um simbolo. Um dia ela sai com seu amigo Simon e presencia um assassinato, no entanto ninguém ao seu redor viu. Misteriosamente sua mãe é atacada e some. Quando Clary chega em casa acha tudo destruído e um demônio que tenta pega-la, ela então é salva pelo mesmo rapaz que cometeu o assassinato, Jace Wayland. Ele promete protege-la e a leva ao Instituto para que possa descobrir o que tem escondido sobre sua família.

O filme já começa cheio de ação, tudo acontecendo muito rápido. Me deu a impressão que tentaram colocar muitos detalhes do livro nessa adaptação, fazendo com que mesmo em momentos de ação tivesse que assimilar algumas informações. Já que só o mistério sobre a família de Clary não sustentaria o enredo, existe um triangulo amoroso entre Jace, Clary e Simon. Não sei como é no livro, mas o filme me deixou com a sensação que tentaram insinuar um quadrado amoroso, incluindo o Alec, amigo de Jace no Instituto.

Os Instrumentos Mortais - Cidade dos Ossos é uma adaptação do livro homônimo, escrito por Cassandra Clare. Ao todo são seis livros e como a adaptação do primeiro não obteve uma boa bilheteria, imagino que não teremos seis filmes, que ou que irão reduzir a história ou que seja deixado de lado em algum momento. Porém, a sequência, Cidade das Cinzas, tem previsão de começar a ser filmado este ano. Ainda não se sabe se os atores principais participarão da sequência. Seria uma pena se não participarem, eu gosto bastante de Jonathan Rhys Meyers e sua atuação intensa caiu bem no papel de Valentin, além de ter ficado satisfeita em ver Jamie Campbell em outro papel, já que só o conhecia pela serie Camelot.

Dei nota 3 ao filme no Filmow por ter bastante ação e pelo casal ser um pouco diferente dos que vejo nesses tipos de filmes, mas não achei que tivesse muita química entre os atores. O filme também me deixou bem motivada a ler os livros e querendo uma continuação, também considerei isso ao dar a nota. 


Nat  =D


sábado, 25 de janeiro de 2014

Resenha: O Poderoso Chefão – Mario Puzo



Título: O Poderoso Chefão
Título oficial: The Godfather
Autor: Mario Puzo
Ano de lançamento: 1969
Ano de lançamento no Brasil: 1969 (pela editora Altaya/Record) – a edição que li foi publicada em 2012
Editora: Record
Número de páginas: 462


Sinopse oficial:

O Poderoso Chefão é um romance de ficção escrito por Mario Puzo, originalmente publicado em 1969, sobre uma família de mafiosos de origem siciliana que imigra para os Estados Unidos da América.
Mario Puzo tornou-se um escritor conhecido mundialmente com este livro, seu terceiro romance. Ele faz uma biografia imaginária de um cappo da máfia nova-iorquina, desvendando o submundo do crime organizado.

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Já fazia um bom tempo que eu queria ler esse livro, pois amo os filmes. Depois que dei ele de presente para o meu, então, namorado (atual marido) não tinha mais desculpas para não ler. Mesmo assim ainda enrolei por mais de um ano, sabe-se Deus lá porque. Foi o último livro que li em 2013 – inclusive as últimas 50 páginas foram lidas nos primeiros dias de 2014.

A capa dessa edição que li é bem simples, mas eu gosto muito. Tem uma “sobre-capa” (não sei o nome que se dá a isso!) de papel fino cobrindo a capa dura do livro, e ambas são idênticas. A página é levemente amarelada e a letra de bom tamanho. Foi feita uma divisão do livro em nove partes.

A estória trata da família de um mafioso siciliano que imigrou para os Estados Unidos para fugir do governo italiano. Uma das partes que mais gostei foram os flashbacks que contam como Don Vito Corleone – nascido Vito Andolini – chegou a ser o chefe da maior e mais importante Família dos EUA. Porque ele começou a ser tão respeitado em um país que nem é o seu de origem?

A Máfia, originalmente, significava “um lugar de refúgio” – nas palavras do próprio Mario Puzo – e tornou-se uma organização secreta que surgiu para lutar contra o governo italiano que havia esmagado o país e o povo por muito tempo. Qualquer problema que o povo tinha, recorria aos cappos e não à polícia, que era controlada pelo governo.

O mais interessante, para mim, é que todas as formas que os mafiosos têm de ganhar dinheiro e fazer sua fortuna, são condenáveis – na época em que viviam e, em sua maioria, até hoje – como roubo, tráfico de armas, jogos, tráfico de drogas, prostituição, assassinatos. Mesmo assim, quando eles estão falando sobre os negócios – nunca de forma aberta – e sobre os problemas que estão enfrentando, acabei ficando penalizada e torcendo para que conseguissem resolver tudo. Eles passam uma imagem – e realmente acreditam nela! – de que são corretos e seguem os códigos de ética, que chegamos a esquecer de que tipo de negócio que se trata. Cheguei ao ponto de me pegar pensando que justificava terem matado um cidadão que estava atrapalhando a vida deles, mesmo o cara não estando errado. “Bem feito, quem mandou se meter com a Família Corleone”, pensei eu. Isso, para mim, só prova a maestria da escrita de Mario Puzo.

Creio que, depois do próprio Don, meu personagem favorito é o Mike. Acho que, em parte, isso é culpa do filme, pois sou grande fã do Al Pacino e é ele quem representa esse personagem. Não consigo imaginar outra aparência para Michael Corleone senão o rosto do ator.

A escrita não é fácil e nem a leitura. Diversas vezes eu precisava reler o parágrafo ou página inteira para compreender tudo que havia lido. Mas isso não chegou a atrapalhar o ritmo de leitura. Muitas vezes eu não conseguia parar de ler.

Agora estou querendo ler outros livros do Mario Puzo que tenho em casa – e comprar os que não tenho.

Quando surgir a oportunidade, não deixem de ler esse livro. É um clássico da literatura mais que recomendado! O filme nem preciso recomendar né??



Samy =) 


quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Infinitos filmes: Ender's Game - O Jogo do Exterminador

Título: Ender's Game - O Jogo do Exterminador
Título original: Ender's Game 
Dirigido por: Gavin Hood
Atores principais: Harrison Ford, Asa Butterfield, Hailee Steinfeld 
Gênero: Ficção científica , Ação
Duração: 1h54min
Lançamento: 20 de dezembro de 2013 


Sinopse
Em um futuro próximo, extraterrestres hostis atacaram a Terra. Com muita dificuldade, o combate foi vencido, graças ao heroísmo do comandante Mazer Rackham (Ben Kingsley). Desde então, o respeitado coronel Graff (Harrison Ford) e as forças militares terrestres treinam as crianças mais talentosas do planeta desde pequenas, no intuito de prepará-las para um próximo ataque. Ender Wiggin (Asa Butterfield), um garoto tímido e brilhante, é selecionado para fazer parte da elite. Na Escola da Guerra, ele aprende rapidamente a controlar as técnicas de combate, por causa de seu formidável senso de estratégia. Com isso, logo se torna a principal esperança das forças militares para encerrar de uma vez por todas com a ameaça alienígena.

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O filme é baseado no romance de mesmo nome escrito por Orson Scott Card. A história surgiu primeiramente como um conto de ficção cientifica em 1977 e só bem depois foram lançados livros adicionais para formar uma serie. Eu gosto da maioria dos filmes de ficção cientifica, mas não gosto de livros desse gênero. Então, como eu já esperava, Ender's Game foi bom, me deixou curiosa por um próximo filme, doida pra saber o que acontece depois do final, mas não me fez querer pegar os livros.

Quando os Formics, como são chamados os extraterrestres, apareceram na terra, milhares de pessoas são mortas. Graças ao comandante Mazer Rackham a invasão foi detida. No entanto, não se sabe como o comandante conseguiu, sabe-se somente que ele jogou sua nave contra a nave central dos extraterrestres. Com o intuito de impedir que uma futura invasão os pegue de surpresa, os jovens passaram a ser treinados e os mais brilhantes são levados para a Escola de Combate, na órbita da Terra.

Ender é um menino tímido, mas muito inteligente e muito bom em estrategias. Ele que tem medo de ser como seu irmão, Peter, que também já passou pelo treinamento, só que por ter um gênio muito agressivo e sem controle foi retirado do programa. Sua irmã Valentine é sua melhor amiga e confidente, sendo para ele um ponto de apoio durante os problemas. O coronel Graff acredita que Ender seja o sucessor de Mazer, levando-o para a Escola de Combate e forçando-o a adquirir uma postura de liderança entre os novatos. Ele consegue o respeito dos demais e é então transferido para o Exercito Salamandra, onde encontra o rude comandante Bonzo. Bonzo não aceita ele na equipe e tenta deixa-lo afastado dos demais. Por sorte, lá ele conhece Petra, que o ensina algumas coisas e ajuda a treinar.

A medida que o filme vai passando vai prendendo sua atenção. Fica querendo saber se Ender é realmente tudo que o Graff fala. O desfecho me deixou incerta de quem tinha razão nos acontecimentos, por mais que eu me identifique mais com um. O final mesmo eu esperava um pouco mais, mas não foi ruim, só fiquei com a impressão de que gastaram toda a emoção antes do filme acabar.

Gostei da atuação do Asa Butterfield, foi uma boa revelação, espero ver mais filmes com ele e comparar. Harrison Ford como sempre tem presença, seu personagem tem uma postura forte que eu acho ser característica que ele foi adquirindo ao longo da carreira. Infelizmente o personagem de Ben Kingsley ainda não me fez esquecer o quão ruim foi seu papel como o Mandarim em Homem de Ferro 3, mas eu acho mais que foi culpa do roteiro dos filmes do que dele. É um bom filme, gostaria que tivesse continuidade, mas acho que não lerei os livros.


Nat  =D

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