sábado, 13 de setembro de 2014

Resenha: O Escaravelho do Diabo – Lucia Machado de Almeida


Título: O Escaravelho do Diabo
Autora: Lucia Machado de Almeida
Ano de lançamento: 1972
Editora: Ática – Coleção Vagalume
Número de páginas: 128
Sinopse oficial:

Vítimas recebem um escaravelho antes de serem mortas. É a única pista que Alberto tem para chegar àquele estranho criminoso.



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A música de hoje não foi escolhida porque associei a letra ou nome dela ao livro e sim porque sempre que penso em O Escaravelho do Diabo lembro de um amigo que adora o livro e essa música é da banda dele. Então quando penso no livro e em uma música, penso em músicas da Nostoi. Essa é uma das minhas favoritas, Under the Light of the Olive Tree.


 

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Infinitas Séries - 1ª Temporada de Chasing Life



Olá para vocês. Hoje é sexta-feira!

Vou comentar de uma série que eu comecei a assistir ha pouco.
Esgotei todo conteúdo dela em três dias (São poucos episódios).

Vamos de...

Formato: Série
Duração: 45 minutos
Origem: EUA
Emissora Original: ABC Family
Estreia: 10 de junho de 2014
Curiosidade: Adaptação de Terminales
Status: Renovada para segunda temporada (Dizem por aí)

Sinopse do Wikipedia.

April Carver é uma aspirante a jornalista inteligente e perspicaz, que está tentando trabalhar o seu caminho até a escada em um jornal de Boston, tentando impressioná-la editor durão. Ela recebe a notícia devastadora de um tio distante que ela tem câncer.





Alguns comentários meus:
A história é sobre uma mocinha jornalista que descobre que tem leucemia. Eu sei, parece uma coisa horrível, trágica e etc. Mas a série não é drama em si, ela tem alguns tons de comédia. Esse é o tipo de enredo que eu chamo "familiar", porque qualquer pessoa da família pode ver a qualquer horário, não é censurada.A abertura é bem suave, bem rápida e tem uma musiquinha legal. O cenário é super comum, não é o foco da série. Eu sou uma pessoa muito fã de vozes e gosto da voz de algumas personagens... assistam!
Primeiramente, a garota se chama April (Italia Ricci). Ela vive com a mãe, que é uma psicóloga divorciada, com a irmã, que me parece doidinha de tudo e com a avó, que é engraçada quando se pensa em avó. A April, nossa personagem principal, é uma estagiária de jornalismo e ela, no episódio piloto (Pilot) fez de tudo para entrar em uma matéria jornalista bombástica. Para conversar com seu entrevistado, ela vai participar de uma campanha de doação de sangue, quando descobre que está com uma doença. Quem faz o diagnóstico dela, é o tio. Aparentemente, por razões que desconhecemos no início, esse pobre e médico tio (Que frase!) não se dá bem com todos da família. Também preciso dizer que April perdeu seu pai que, se não me engano, era um escritor. Como sempre, nossa protagonista tem um affair com o bonitão da série, que se chama Dominic. E ninguém sabe que ela está doente, a não ser uma ou outra pessoa. Não vou contar, seria sem graça.
E, por estar doente, a vida dela muda muito em alguns aspectos, e começa a frequentar um grupo de suporte para pacientes com câncer. A série tem uns discursos interessantes sobre a vida, sobre como pensar em finais e começos. Também gosto de ver como April é uma estagiária bem interessada em seu trabalho. Ah, se todos fossem assim! Tambem achei bem interessante o fato de que ela faz de tudo para impressionar seu chefe e nem sempre consegue, e isso parece muito com alguns cenários de trabalho que eu conheço. Aprendi algumas coisas bobas com essa série, como por exemplo, perceber a efemeridade da nossa vida. Também há um personagem que eu não vou citar o nome, que tem um humor sensacional e eu gosto muito dele e das coisas que ele fala. E, pro meu horror, a série termina com algo parecido com: "Fulano, tenho que te contar uma coisa".

Agora tenho que esperar até a segunda temporada para saber o que é!

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Resenha: Garota Exemplar – Gillian Flynn


Título: Garota Exemplar
Título original: Gone Girl
Autor: Gillian Flynn
Ano de lançamento: 2012
Ano de lançamento no Brasil: 2013
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 448


Sinopse oficial:

Uma das mais aclamadas escritoras de suspense da atualidade, Gillian Flynn apresenta um relato perturbador sobre um casamento em crise. "Garota Exemplar" alia humor perspicaz a uma narrativa eletrizante. O resultado é uma atmosfera de dúvidas que faz o leitor mudar de opinião a cada capítulo. Na manhã de seu quinto aniversário de casamento, Amy, a linda e inteligente esposa de Nick Dunne, desaparece de sua casa às margens do Rio Mississippi. Aparentemente trata-se de um crime violento, e passagens do diário de Amy revelam uma garota perfeccionista que seria capaz de levar qualquer um ao limite. Pressionado pela polícia e pela opinião pública – e também pelos ferozmente amorosos pais de Amy –, Nick desfia uma série interminável de mentiras, meias verdades e comportamentos inapropriados. Sim, ele parece estranhamente evasivo, e sem dúvida amargo, mas seria um assassino? Com sua irmã gêmea Margo a seu lado, Nick afirma inocência. O problema é: se não foi Nick, onde está Amy? E por que todas as pistas apontam para ele?
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A partir de hoje teremos uma novidade no blog! Em todas as resenhas que postar aqui, vou colocar uma música que acho que combina com o livro. Seja porque achei que combina com a estória, ou porque associei por algum motivo indefinido. Na verdade há uns dias já teve uma resenha que coloquei junto uma música que achava que tinha tudo a ver com o livro. Foi em Admirável Mundo Novo, do brilhante Aldous Huxley. Se você não viu ainda, dá tempo, corre lá!

Bom, para o livro de hoje, acho que essa música cai como uma luva! Escolhi Can I Play With Madness, do Iron Maiden.



Falando sobre o livro então... ele virou um hype e eu não fazia ideia do que se tratava. Quando vi que seria adaptado para o cinema e que teria a linda da Rosamund Pike como atriz principal, decidi que teria que ler logo, antes de ser lançado o filme! Não li a sinopse, não li resenha, não li nada. Obviamente fui surpreendida. Eu poderia ter imaginado mil coisas, mas certamente um thriller policial não chegou nem perto do que se passou pela minha cabeça – pois é, eu não sabia sequer o gênero do livro! 

domingo, 7 de setembro de 2014

Tirinha de Domingo

Como amanhã é meu aniversário, quero um abraço igual a esse de todo mundo!! Pode ser virtual mesmo! :D


Samy =)

sábado, 6 de setembro de 2014

Infinitas Notícias: Setembro Nacional

Hoje viemos trazer uma novidade para vocês! Dando uma passeada pela blogsfera literária, me deparei com um projeto bem interessante que a Carolina do blog Entre Livros iniciou esse mês.

É o Setembro Nacional. Durante todo o mês de setembro, elas farão postagens sobre novidades no mercado editorial nacional, as resenhas postadas no blog serão todas de livros nacionais e farão diversas entrevistas com autores nacionais!




Eu estou de olho, já que muitos dos autores não conheço e quero muito saber mais a respeito deles e de suas obras, já que as últimas experiências que tive com livros nacionais foram bem gratificantes!

Eu adoraria entrar na onda e postar apenas resenhas nacionais esse mês, mas com os dois desafios que estou participando minhas escolhas ficam bem mais restritas, além de eu só poder comprar ebooks por enquanto. Apesar disso, um dos livros escolhidos para o Desafio Literário 2014 foi nacional e tentarei ler ao máximo - e resenhar - os livros da Coleção Vagalume, todos de autores brasileiríssimos!

Fiquem de olho lá no Entre Livros, pois acho que vai sair muita coisa boa! Não percam!

Samy =)

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Infinitas Séries - 1ª Temporada de Penny Dreadful

Olá pessoal!

Vamos falar um pouco de séries?! Sei que eu tenho postado, mas é por uma boa causa, eu preciso defender meu mestrado. Tá, não é desculpa boa,até porque, se eu vejo série, eu tenho tempo de postar né? Tudo bem. Minha consciência e você, leitor, têm razão se assim pensam.

Vamos falar um pouco de Penny Dreadful, que foi indicação de um colega meu, chamado Pedro. Vamos que vamos! Eu não vou por sinopse hoje, pra atiçar ainda mais!!!!!!







Formato: Série
Duração: 50 minutos
Temporada: 1ª
Status: Renovada para Segunda
Criação: John Logan
País de origem: Reino Unido/EUA
Compositor de música: Abel Korseniowski
Emissoras: Showtime/HBO
Lançamento: Maio de 2014.
Mini comentário: Personagens de livros estão nessa série, que se passa em Londres, século XIX e coisas bizarras acontecem por lá!






Primeira coisa, quando eu li que era de terror, eu já pulei fora, mentalmente dizendo. É que sou medrosa pra caramba.
Se tenho medo - e não é só nojo, é medo! - de baratas que possuem menos de 10 cm de tamanho, por que eu não teria de filmes e coisas de terror?
Eu assusto pra caramba. Lembro de uma vez que eu fui ao cinema na ousadia com meus primos, era praia, o momento ideal pra descontrair e fomos ver "O Grito".
Eu fiquei sem dormir uns três dias porque quando dava a noite tudo me assustava, até as folhas que caiam e batiam na janela. Então, sou uma bobona.
Mas eu resolvi encarar essa série por alguns motivos. O primeiro deles é porque é da Showtime. E isso me lembra a minha favorita, que é Dexter.
Fiquei com a sensação de que os caras iam fazer uma série maravilhosa porque a Showtime é bem seletiva, ao que dizem por aí. 
E aí eu fui ver o elenco, pra saber o "currículo" dos atores. E aí eu vi duas coisas que meus olhos sorriram, se é que isso pode ser dito.
Primeira delas, é a Eva Green. Eu a acho simplesmente sexy e bonita. Tem hora que eu olho pra alguma cena dela e a acho meio "estranha", um tom de seriedade
misturado com um ar esnobe. E tem hora que eu simplesmente me sinto atraída pelo olhar que ela dá. Essas atrações acontecem geralmente quando ela encara a câmera. 
Aí fico pensando que ela realmente é uma excepcional atriz. E o outro motivo, ainda mais belo aos meus olhos é o tal do Josh Hartnett. Esse aí sabe ser bonito e agora com o cabelo maiorzinho, tá mais ainda. Tenho uma queda por barbas e cabelos e nessa série ele tem os dois, então, meus olhos ficaram mais alegres ainda.
Poxa, a série se chama Penny Dreadful. O que é isso? Alguém? Um lugar? Eu não sabia muito bem o que era, também não quero contar. Às vezes escolho séries por causa de seus nomes e essa não foi o caso.
A série dá uma passeada no século XIX, e quando eu li que tinha uns personagens tipo Dorian Gray (Lembram do Oscar Wilde? Lembram do "Retrato de Dorian Gray")? Se não, vale a pena dar uma espiadela. Também têm Frankstein, Van Helsing, Drácula. Eu fiquei pensando, ele se passa numa era Vitoriana, que foi aquela em que a rainha Vitória governava, ou algo assim. Estamos no ano de 1891. E é impressionante a interpretação dos atores. A série tem muitas coisas eróticas também, mas sensualizadas, não é o objetivo deles colocar sexo como se fosse primordial, mas a época é essa: prostitutas na rua, esses estripadores a la Jack! Também é um misto de fantasia, horror, thriller e é muito legal. Eu gostei porque eu esperava que fosse chato. Vamos a um comentário pra que vocês entendam.
Chandler (Que é o nosso caro Josh Hartnett) é um americano que está de passagem por Londres e se depara com um tal de Malcom (Timothy Dalton) e com a Vanessa Ives, que é a Eva Green. Alguns crimes parecem estar acontecendo e há uma suspeita de que seja o retorno de Jack, o estripadror. Mas, na verdade, são coisas sobrenaturais que estão ocorrendo. A filha de Malcom foi, supostamente, sequestrada, e eles querem encontrá-la de todo jeito. Para isso, Vanessa e Malcom se associam a Chandler para buscar respostas.
Eu gostei muito da série. Pena que ela só tem oito episódios, fato que me fez vê-la em dois dias. Eu fiquei curiosa pra saber o que ia acontecer. Tem umas falas meio poéticas também, a sensualidade. Pra quem é fã do Josh, você pode vê-lo em cenas bem inusitadas, se é que você me entende. E quem não é fã, pode acabar se tornando. Se esse não é seu gosto, concentre-se na Eva Green, vale a pena. A música que toca durante as cenas é bem interessante. O cenário é normal, não é tão fantástico, mas retrata a época bem. Não que eu tenha vivido no século XIX, mas há uma cena em que eles vão tirar um retrato e mostra a máquina da época, o efeito e etc. Também enfatiza a importância da sociedade ir ao teatro, como eram os efeitos especiais. Eu achei interessante. Todo mundo usa chapéu, dos mais nobres aos mais pobres, à exceção dos mendigos, claro. Essa é uma série que não dá um medo, digamos, não é de assustar, mas há partes mais espirituais, como reuniões de encontros com mortos, coisas assim. Se você não se incomodar, assista. Mas, se de alguma forma, isso for muito pra você, pode pular fora, porque é frequente as interpretações. E aliás, foi numa dessas, feita pela Eva Green, que eu consegui perceber que ela é uma atriz fenomenal, ou sobrenatural, eu diria!






terça-feira, 2 de setembro de 2014

Resenha: Gincana da Morte – Marcos Rey


Título original: Gincana da Morte
Autor: Marcos Rey
Ano de lançamento no Brasil: 1997
Editora: Ática
Número de páginas: 151


Sinopse oficial:

Ao se esconder da chuva naquele antigo bar do centro de São Paulo, Tim acabou ouvindo, na mesa atrás dele, uma conversa esquisita: dois homens sombrios planejavam o assassinato da Baronesa para conseguir a herança dessa simpática velhinha. E isso não era tudo. O rapaz reconheceu um dos criminosos, o mesmo homem que tinha assaltado o escritório do simpático Dr. Barroso, onde ele trabalhava. Agora, o negócio era a chance que o destino oferecia. Com a ajuda do investigador Toledo, Tim havia de fazer justiça. Mas não fazia ideia de que, ao entrar nessa perigosa aventura, começava a participar de uma gincana fatal. Para o perdedor, estava reservado um prêmio terrível: a morte.

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Como já falei aqui, dentre os autores que escreveram para a Coleção Vagalume, Marcos Rey era o meu favorito. Acredito que Gincana da Morte seja, dentre os do autor que li, o que mais gosto. Quando criança, li dezenas de vezes até quase decorar algumas partes. Infelizmente deixei o livro na casa do meu tio, na roça, e não sei se ainda existe. Esse é um que animo comprar novamente para ter na estante – e ler outras dezenas de vezes.
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