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terça-feira, 2 de junho de 2015

TAG Feitiços


Fomos indicadas para essa TAG pela Camiila, do blog Pequena Estante. Como uma super fã de Harry Potter, claro que eu não poderia deixar de responder! Vamos lá?
 
Expecto Patronum
(Um livro que remete a boas memórias da sua infância)
O próprio Harry Potter e a Pedra Filosofal, afinal comecei a ler quando o primeiro foi lançado e eu tinha de 12 para 13 anos, e não recebi minha coruja. :(

sábado, 21 de março de 2015

Resenha: Os Contos de Beedle, o Bardo – JK Rowling


Título: O Contos de Beedle, o Bardo
Título original: The Tales of Beedle the Bard
Autora: JK Rowling
Ano de lançamento: 2008
Ano de lançamento no Brasil: 2008
Editora: Rocco
Número de páginas: 103


Sinopse:

Os Contos de Beedle, o Bardo - Os contos foram traduzidos das runas originais pela personagem Hermione, a partir do velho exemplar herdado por ela. São cinco histórias de fadas diferentes entre si. Histórias populares para jovens bruxos e bruxas, contadas há gerações aos filhos à hora de dormir. Pouco se sabe do passado de seu autor, apenas que Beedle, o Bardo, teria nascido em Yorkshire no século XV e possuía uma longa barba; mas suas histórias foram passadas de geração em geração e têm ajudado muitos pais bruxos. Não muito diferente dos contos escritos para pequenos trouxas.
Os contos de Beedle, o Bardo comprovam mais uma vez o talento de J. K. Rowling para transportar o leitor para o seu universo mágico e único. Pegue sua vassoura, alguns galeões e vá buscar o seu!

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Os Contos de Beedle, o Bardo era o último livro que me faltava ler da série Harry Potter. Não sei porque cargas d’água, quando o livro foi lançado não me interessei minimamente por ele. Achei que seria bobinho e que não valeria a pena. Como eu estava enganada não é mesmo?

O livro consiste de 5 contos curtinhos e após cada conto temos uma “sessão comentários” feita por Dumbledore. Não é segredo para ninguém que eu amo o maior bruxo de todos os tempos, com todos os seus defeitos. Então é fácil entender porque eu achei tão interessante essa “nova edição toda comentada por Alvo Dumbledore”.


sábado, 14 de março de 2015

TAG - Primeira Experiência Literária


O Infinitos Livros foi indicado pela Aline do Leitores Forever para a TAG Primeira Experiência Literária, que foi criada pelas meninas do blog Who’s a Girl. Bora lá então!



Antes de começar a responder às perguntas vou explicar a escolha. Harry Potter não foi minha primeira experiência literária, porque eu comecei lendo aqueles livrinhos infantis de bichinhos, poucas palavras e muitos desenhos. Não lembro qual foi o primeiro. Depois desses passei para a Coleção Vagalume, que foram os que me iniciaram na leitura mais complexa, mas como lembro muito pouco da maioria dos que li antes de Harry Potter, decidi não escolhê-los. Acabei optando por essa série que comecei a ler quando fiz 12 anos e que depois dela eu me tornei uma leitora cada vez mais “viciada”.

1- Por que você leu?
R: No meu aniversário de 12 anos, ganhei esse livro de presente de uma tia. Como uma criança burrinha que era, achei logo que era um livro que falava de filosofia e que seria super chato (pois é, aiai!). Minha tia me deu um belo tabefe metafórico, me mandando ler o livro antes de achar que não ia gostar. Na mesma hora comecei a ler e nunca mais larguei! :D
Obrigada tia Isa!

2- O que achou?
R: Tem algo mais a achar de Harry Potter além de fabuloso e sensacional? Acho que não!

3- Pontos positivos e negativos.
R: O ponto positivo é o livro inteiro. Mas ok, vou tentar responder adequadamente à pergunta! Hehehe
Bom, eu acho os personagens muito bem construídos e vão só crescendo no decorrer da série. A ambientação é magnífica (qual potterhead não gostaria de ir para Hogwarts??). Deixa muitas lições para as crianças, como a amizade, o respeito e como se livrar de colegas inconvenientes. :P

O ponto negativo é que esse primeiro e talvez o segundo volumes são mais infantis mesmo, então se um adulto pega para ler desde o início, pode achar que é uma série que não vale muito a pena e parar antes de começar a ficar mais denso.

4- Por que te deixou mais curiosa para ler outros?
R: Eu já era curiosa e amava ler, como disse acima, mas a estória de HP simplesmente me grudou no livro e acabou de fazendo querer achar mais livros bons como aquele!

5- O que achou da escrita do autor?
R: JK Rowling tem uma escrita maravilhosa e uma criatividade fora do comum! Além da série HP, seu livro mais dramático, Morte Súbita, tem uma escrita envolvente, embora mais pesada. Já a nova série de livros policiais Cormoran Strike é uma delícia de ler e difícil desgrudar do livro!

6- Tem vontade de ler outras obras do autor?
R: O único que me falta ler é o spin-off de Harry Potter, Crônicas de Beedle o Bardo. Já está comprado e será lido esse mês ou mês que vem.

7- Conclua o livro com duas palavras que definam a obra.
R: Mágico e viciante (com o perdão do trocadilho hahaha)

E aí? Quais as suas primeiras experiências literárias? Vou deixar a tag em aberto para quem quiser responder, só não esqueçam de me contar nos comentários para eu ir lá conferir! ;)

Samy =)

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Tag Harry Potter

Vi essa tag no blog Prefácio, da Silvana, já há algum tempo, e como AMO Harry Potter não resisti a fazer também! Os gifs podem conter spoilers para quem não leu os livros ou viu os filmes, ok??? Estão avisados!



1- Livro Favorito?
É bem difícil escolher o meu favorito, mas tenho um carinho especial pelo O Prisioneiro de Azkaban, pois é o primeiro que meu querido Sirius aparece! Também gosto bastante de O Enigma do Príncipe e As Relíquias da Morte, por ser o desfecho que tanto esperei!


quinta-feira, 5 de junho de 2014

Além do Infinito: Canecas & Livros


O post de hoje vai ser um pouco diferente, preparem-se....

Quem me conhece sabe que amo canecas! E acho que canecas e livros têm tudo a ver, já que nada melhor que ler tomando uma boa xícara de chocolate quente – ou gelado, no verão!

Eu coleciono canecas já há algum tempo. Quando viajo para lugares diferentes, sempre procuro uma para trazer de recordação. Sendo assim, nem preciso dizer que sempre que vejo alguma com referência a qualquer livro que eu gosto muito, fico louca para comprar né?

O post de hoje vai ser pra fazer os amantes de canecas babarem nessas belezinhas! E é ótimo como um checklist de quais eu ainda não tenho! ;)

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Resenha: Harry Potter e a Pedra Filosofal – J. K. Rowling



Título: Harry Potter e a Pedra Filosofal
Título oficial: Harry Potter and the Philosopher’s Stone
Autor: J. K. Rowling
Ano de lançamento: 1997
Ano de lançamento no Brasil: 2000
Editora: Rocco
Número de páginas: 263


Sinopse oficial:

Harry Potter é um garoto comum que vive num armário debaixo da escada da casa de seus tios. Sua vida muda quando ele é resgatado por uma coruja e levado para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Lá ele descobre tudo sobre a misteriosa morte de seus pais, aprende a jogar quadribol e enfrente, num duelo, o cruel Voldemort.

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Ganhei o primeiro Harry Potter no meu aniversário de 13 anos. Foi um marco na minha vida de leitora. Antes disso eu já lia bastante – durante o ensino fundamental li boa parte da Coleção Vagalume (se nunca leu, leia! Resenharei alguns aqui). Mas com Harry Potter começou a minha mania de ler o mesmo livro várias vezes e também comecei a ler bem mais rápido que antes. E o mais engraçado é que, quando ganhei o livro, perguntei à minha tia que tinha me dado “Ahhhhhh, é um livro de filosofia????” (acompanha uma cara de preguiça) e ela me responde algo do tipo “Deixa de ser enjoada! Nem sabe do que é o livro e já está com essa cara. Não tem nada de filosofia, lê e descobre”. Pois é, no auge dos meus 13 anos eu não sabia que a famosa e cobiçada Pedra Filosofal nada tinha a ver com filosofia. Comecei a ler e nunca mais parei. Sério. Até hoje quando estou a fim de uma história que quase sei de cor, é algum dos HPs que eu pego.

Eu amo as capas brasileiras! Elas são iguais às americanas, que acho mais bonitas que as originais inglesas. A diagramação não tem nada demais e a página não tem aquele tom amarelado, meio envelhecido, que é sensacional. Mas nada que atrapalhe a leitura, claro!

Bom, chega de enrolação e vamos falar do livro. Harry é um garoto magricela de cabelos espetados que mora com os tios e um primo gorducho e mimado – tio Válter, tia Petúnia e Dudley, o Duda. Ele não é nem um pouco querido pelos tios e primo. Seu quarto é o vão abaixo da escada, junto com diversas espécies de aranha. Ele começou a morar com os tios com um ano, quando perdeu os pais num acidente de carro – como os tios explicaram.

Harry vive quase 11 anos sendo maltratado e escorraçado pela família Dursley quando, em seu 11o aniversário, recebe uma visita inusitada, que afirma que ele é um bruxo e tem uma vaga na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts garantida. Harry tem certeza que é engano e só acredita de verdade quando chega ao trem que vai leva-lo à escola. Nesse primeiro volume vamos acompanhar o início da amizade do Harry com o Rony Weasley e conhecemos, junto com Harry e Rony, a Hermione Granger, uma garota metida a sabe-tudo e bem chata – ainda bem que as opiniões, e pessoas, mudam. Somos apresentados a Rúbeo Hagrid, o querido professor Alvo Dumbledore, e ficamos com medo do Lord Voldemort, Aquele-que-não-deve-ser-nomeado ou Você-sabe-quem. Acabamos mergulhando em todo o mundo mágico que é Hogwarts.

J. K. quis que, nesse primeiro livro, conhecêssemos todo o mundo bruxo que só havia em sua cabeça. Temos a descrição detalhada do castelo e todos os seus habitantes, inclusive os fantasmas, todas as salas móveis, portas falsas e escadas que levam a diferentes lugares dependendo do dia da semana.
Ela nos apresenta personagens bem descritos e com personalidades muitíssimo bem construídas.

Não é o livro da saga mais emocionante e nem o que tem mais aventura, mas eu acho que tem o suficiente para uma introdução de uma série de sete livros. O enredo não é o mais elaborado e estruturado da saga. A escrita de J. K. sempre me encanta, mas podemos ver um grande amadurecimento na sua escrita até o último livro. Todos eles são narrados em terceira pessoa.

Eu não sei se um adulto que ler o livro pela primeira vez, vai ter esses mesmos sentimentos e sensações que eu ainda tenho – mesmo depois de adulta – pois fui apresentada à série quando era criança e isso moldou minha opinião a respeito. Espero sinceramente que possam sentir o mesmo que eu e se apaixonem da forma que me apaixonei. Se ainda não leu, vá ler logo o livro!


Samy =)


segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Conhecendo o autor – J. K. Rowling



Nada melhor, para estrear a coluna Conhecendo o Autor, que uma das minhas autoras favoritas!

Como muita gente da minha idade, comecei a ler a saga do bruxinho Harry Potter no fim da infância/início da adolescência, com uns 12-13 anos. Então não é de se surpreender que a “mãe” dos meus queridos personagens figure na lista dos meus autores favoritos, certo?

Falando sobre J. K. Rowling.... britânica, nascida na cidade de Yate, próximo a Bristol e batizada Joanne Rowling, se formou em Francês e Línguas Clássicas, na Exeter University. Passou parte da sua infância no País de Gales, morou um ano em Paris para concluir sua graduaçã,o e se mudou para Londres para trabalhar.

Durante uma viagem de trem de Manchester para Londres – com o trem 4 horas atrasado – ela diz que “a ideia para Harry Potter simplesmente caiu na minha cabeça” e ela  começou a escrever o livro naquela mesma noite. Sua mãe morreu enquanto ela escrevia o primeiro livro da série, o que contribuiu, segundo ela, para saber melhor o que Harry sentiu nas próprias perdas.

Após a morte da mãe, se mudou para Porto, onde se casou com um português e teve sua primeira filha, Jessica. Após o seu divórcio, se mudou para Edimburgo, na Escócia, onde morava sua irmã – Dianne Rowling. Nessa época, sofreu uma depressão fortíssima, e foi daí que surgiu sua ideia para os dementadores que surgiram no terceiro livro. Na Escócia, onde finalmente concluiu o primeiro livro, ela gostava de escrever em cafés, enquanto a filha dormia no carrinho ao seu lado.

Foi uma longa jornada até que Harry Potter e a Pedra Filosofal fosse aceito pelo mercado editorial. A autora teve que realizar um ‘tour’ por diversas editoras, até a Bloomsbury decidir lançar sua primeira obra, em junho de 1997. O sucesso foi instantâneo e vieram os primeiros prêmios no campo dos livros para crianças.

Jo – como sempre foi chamada –  adicionou o Kathleen para criação do seu nome artístico, uma vez que a editora pensava que os garotos (público alvo do livro) não teriam interesse em ler uma estória cuja autora fosse uma mulher =O. Por esse motivo, Joanne resolveu adicionar o Kathleen como homenagem à sua avó paterna que ela adorava.

A autora foi nomeada com a OBE (Ordem do Império Britânico) por serviços à literatura infantil e recebeu diversos prêmios e honrarias. Ela apoia um grande número de causas beneficentes através de seu fundo beneficente Volant, e é a fundadora da Lumos, uma instituição de caridade que trabalha para transformar a vida das crianças desfavorecidas.


Desde 2008 sem lançar livros novos, tendo em seu currículo 7 livros da saga Harry Potter mais 3 livros extras – Quadribol Através dos Séculos, Animais Fantásticos e Onde Habitam e Os Contos de Beedle, o Bardo – a escritou lançou dois livros nos dois últimos anos. Morte Súbita, lançado em 2012, é um drama que veio comprovar que Rowling não é uma autora de um estilo só. Já no ano de 2013, a autora surpreendeu os fãs ao lançar um romance policial com o pseudônimo Robert Galbraith.

Esperamos que J. K. continue inovando e sempre nos trazendo deliciosas leituras, no gênero que bem entender!

Samy =)


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