Hoje eu quero começar
uma pequena série de discussões aqui no blog sobre um assunto muito pertinente
– que também envolve a literatura...
Em busca de artigos
interessantes para ler, meu marido encontrou, por acaso, esse no Jezebel e me
mandou. Segundo ele: “Acho que você vai gostar desse”. Obviamente por “gostar”
ele não queria dizer “ficar feliz”, como vocês verão a seguir, mas “achar
interessante” ou “achar que leva a uma boa discussão”. Nisso ele acertou.
No artigo, Catherine
Nichols, uma autora iniciante, nos
conta como enviou uma carta de apresentação e as primeiras páginas de seu
manuscrito para 50 agentes (segundo ela, é quase impossível publicar nos EUA sem um agente intermediando a relação autor-editora). Depois de várias semanas, ela recebeu resposta de 2
desses agentes com uma solicitação para ler o manuscrito inteiro. Seus amigos
escritores já haviam lido seu trabalho e adoraram. Inclusive enviaram para seus
próprios agentes como indicação. Nenhum deles se interessou. Todos diziam que faltava algo ao
livro. A escrita dela era boa, mas a personagem principal não era interessante
o suficiente, não era forte o suficiente. Apesar disso, seus amigos continuavam
insistindo que ela tinha sim um bom
material e que algo iria acontecer em breve. Nada aconteceu...
