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terça-feira, 17 de junho de 2014

Resenha: 1356 – Bernard Cornwell



Título: 1356
Título original: 1356
Autor: Bernard Cornwell
Ano de lançamento: 2012
Ano de lançamento no Brasil: 2013
Editora: Record
Número de páginas: 420


Sinopse oficial adaptada:

Setembro de 1356. Por toda França, propriedades estão sendo incendiadas e pessoas estão em alerta. O exército inglês — liderado pelo herdeiro do trono, o Príncipe Negro — está pronto para atacar, enquanto franceses e seus aliados escoceses estão prontos para emboscá-los. Mas e se existisse uma arma que pudesse definir o desfecho dessa guerra iminente? Thomas de Hookton, conhecido como o Bastardo, recebe a tarefa de encontrar a desaparecida espada de são Pedro, um artefato que teria poderes místicos para determinar a vitória de quem a possuísse. O problema é que a França também está em busca da arma, e a saga de Thomas será marcada por batalhas e traições, por promessas feitas e juramentos quebrados. Afinal, a caçada pela espada será um redemoinho de violência, disputas e heroísmo.

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Fui apresentada ao Bernard Cornwell e suas incríveis estórias pelo Felipe, meu marido, com a trilogia A Busca do Graal. Nele, me apaixonei por Thomas de Hookton e seu arco. Thomas se tornou um dos meus personagens favoritos e senti sua falta após o fim da trilogia em O Herege. Para minha alegria – e de muitos outros fãs do autor – ele retornou com o personagem nesse 1356. Não é uma continuação da trilogia que citei acima, mas eu aconselho ler na ordem de lançamento, para conhecer todos os personagens que aparecem aqui e suas motivações.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Resenha: O Nome da Rosa – Umberto Eco


Título: O Nome da Rosa
Título original: Il Nome della Rosa
Autor: Umberto Eco
Ano de lançamento: 1980
Ano de lançamento no Brasil: 1980
Editora: Nova Fronteira
Número de páginas: 562


Sinopse oficial:

Ficção de estreia de um dos mais respeitados teóricos da semiótica, O Nome da Rosa transformou-se em prodígio editorial logo após seu lançamento, em 1980.
Tamanho sucesso não parecia provável para um romance cuja trama se desenrola em um mosteiro italiano na última semana de novembro de 1327. Ali, em meio a intensos debates religiosos, o frade franciscano inglês Guilherme de Baskerville e seu jovem auxiliar, Adso, envolvem-se na investigação das insólitas mortes de sete monges, em sete dias e sete noites.
Os crimes se irradiam a partir da biblioteca do mosteiro - a maior biblioteca do mundo cristão, cuja riqueza ajuda a explicar o título do romance: "o nome da rosa" era uma expressão usada na Idade Média para denotar o infinito poder das palavras. Narrado com a astúcia e graça de quem apreciou como poucos as artes do romance policial, O Nome da Rosa encena discussões de grandes temas da filosofia européia, num contexto que faz desses debates um ingrediente a mais da ficção.
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"Porque esta é uma história de livros, não de misérias quotidianas, e a sua leitura pode inclinar-nos a recitar, com o grande imitador de Kempis. «In ómnibus réquiem quaesivi, et nusquam inveni nisi in ángulo cum libro.» (Em todos os lugares busquei descanso, e nunca encontrei, exceto em um canto com um livro.)"

Escolhi O Nome da Rosa para o mês de março do Desafio Literário do Tigre – Filme ou Livro? Escolha um livro sobre o qual você já tenha visto o filme – pois vi o filme há anos e sempre quis ler o livro. Já tinha começado a ler antes, mas o exemplar que meu pai tem em casa é muito velho e sempre me dava alergia. Aproveitei a chance do DL do Tigre para finalmente ler esse clássico da literatura!
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