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terça-feira, 20 de setembro de 2016

Resenha de HQ: Darth Vader e Filho – Jeffrey Brown

Título: Darth Vader e Filho
Título original: Darth Vader and Son
Autor: Jeffrey Brown
Ano de lançamento: 2012
Ano de lançamento no Brasil: 2015
Editora: Aleph
Número de páginas: 68

Sinopse skoob:

Em uma releitura divertida e encantadora, Darth Vader é um pai como qualquer outro, exceto pelo fato de ser o Senhor Sombrio dos Sith. Com ilustrações de Jeffrey Brown, o livro apresenta as alegrias da paternidade por meio da lente de uma galáxia muito, muito distante.

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E se Darth Vader tivesse criado os filhos? O que teria acontecido? Como ele se comportaria não com uma, mas com duas crianças??

Hoje vim trazer para vocês o segundo livro que nos mostra as peripécias do nosso querido lorde Sith como um amoroso e atencioso papai. No primeiro livro que li – que foi o segundo a ser lançado –, vemos os apertos que Vader passa com Leia, sua menininha fofinha e um tanto rebelde! Em A Princesinha de Vader, vemos não só a Leia criança, mas também a menina crescendo e se tornando uma adolescente um tanto rebelde – como os adolescentes costumam ser.



segunda-feira, 4 de julho de 2016

Resenha: Persepolis – Marjane Satrapi

Título: Persépolis
Título original: Persepolis
Autora: Marjane Satrapi
Ano de lançamento: 2000
Ano de lançamento no Brasil: 2007
Editora: Quadrinhos na Cia – Companhia das Letras
Número de páginas: 352

Sinopse skoob:

Marjane Satrapi tinha apenas dez anos quando se viu obrigada a usar o véu islâmico, numa sala de aula só de meninas. Nascida numa família moderna e politizada, em 1979 ela assistiu ao início da revolução que lançou o Irã nas trevas do regime xiita - apenas mais um capítulo nos muitos séculos de opressão do povo persa.
Vinte e cinco anos depois, com os olhos da menina que foi e a consciência política à flor da pele da adulta em que se transformou, Marjane emocionou leitores de todo o mundo com essa autobiografia em quadrinhos, que só na França vendeu mais de 400 mil exemplares.
 Em Persépolis, o pop encontra o épico, o oriente toca o ocidente, o humor se infiltra no drama - e o Irã parece muito mais próximo do que poderíamos suspeitar.

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Eu comprei Persépolis depois de muito ler a respeito dele. Todos os comentários foram tão positivos – e o tema tão interessante para mim – que não pude resistir.

Além disso, ano passado comecei a dar mais atenção aos quadrinhos e isso só fez com que eu quisesse mais ainda adquirir o livro.

Bom, quando comecei a leitura demorou um pouco até que eu conseguisse engrenar e caísse de cabeça no mundo tão diferente de Marjane. Confesso que meu conhecimento sobre o Irã era parquíssimo antes de começar a ler o livro e esse foi só um dos muitos pontos positivos dessa leitura. Ler é ampliar nossa visão de mundo, é conhecer novas culturas. E posso dizer que terminei essa leitura com muito mais conhecimento sobre o Oriente Médio do que quando comecei.



terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Resenha: Ima, Sempre em Frente – Eric Peleias

Título: Ima, Sempre em Frente
Autor: Eric Peleias
Ano de lançamento: 2014
Editora: Artliber
Número de páginas: 96


Sinopse skoob:

Julia vivia com os pais e o irmão em Viena (Áustria), quando os alemães anexaram o país. Boa parte da população os recebeu de braços abertos, mas para a família de Julia e demais judeus do país, aquele era o fim de uma história e o início de uma vida de perseguição e massacre. O ano era 1938. Diante deste cenário e do futuro nada promissor que os aguardava na Viena nazista, os pais de Julia tomam a difícil decisão de enviá-la sozinha para a Palestina (hoje Israel), onde teria mais chances de sobreviver. No drama da despedida, o conselho do pai foi – Julia, siga sempre em frente. E foi justamente o que ela fez desde que partiu da Áustria aos 18 anos, rumo ao desconhecido. Hoje, aos 93 anos, Julia, ou Ima (mãe em hebraico), ainda é um exemplo de superação para aqueles que cruzam o seu caminho, como Eric Peleias, que se encantou com esta senhora e resolveu contar a sua história de vida na forma de quadrinhos, em Ima, Sempre em Frente. História real de coragem, sobrevivência e superação!

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Como eu já disse exaustivamente aqui no blog, 2015 foi ano de FIQ e dessa vez eu não quis perder. Consegui conhecer vários quadrinistas que acompanho pelo facebook ou pelos seus respectivos blogs, como o Will Leite, o Coala, o Pedro Leite, o Carlos Ruas, e também conheci muitos quadrinistas novos – novos para mim, claro. Dentre eles está o Eric Peleias. Não conhecia nada do trabalho do Eric, mas parei na sua mesa para conhecer e fiquei impressionada com a simpatia do autor.

Ele começou a contar sobre as suas obras já publicadas e, entre elas, estava Ima, Sempre em Frente. Eu sempre me interessei por livros que retratassem o holocausto judeu na época da Segunda Grande Guerra e nunca tive a oportunidade de ler sobre o assunto no formato quadrinho. Fiquei muito curiosa e acabei adquirindo a obra.




Logo já comecei a ler e percebi que é uma história completamente verídica e conta a história de Julia, uma senhora que o autor teve a sorte de conhecer. Hoje com 93 anos, ela conta a história de sua vida a quem quiser ouvir e se inspirar e Eric decidiu fazer com que essa história de perseverança, amor e sofrimento atingisse mais pessoas por meio de sua arte.

Com traços simples e marcantes, Peleias nos conta como Julia precisou deixar seu país natal, a Áustria, quando a perseguição aos judeus começou após anexação do país pelos nazistas. Sua família foi desmembrada para que cada um tivesse maiores chances de sobreviver.

Durante toda a leitura eu me vi torcendo por Julia, para que ela chegasse em seu destino em segurança e, principalmente, para que conseguisse encontrar novamente seus pais e irmão quando essa época de horror passasse.




Por mais que estejamos cansados de saber todas as atrocidades que o ser humano é capaz de realizar, ainda ficamos chocados ao ler as histórias de pessoas que sofreram tais coisas na pele. Quem essas pessoas acham que são para desunir famílias, separar mãe e filha, marido e esposa, avós de seus netos? Quem eles acham que são para falar quem pode e não pode viver? Quem é ou não digno de seguir em frente?

A família de Julia achava que os nazistas encontrariam resistência na Áustria. Que o povo não abriria as portas para os monstros que estavam chegando. O problema é que foi justamente o oposto disso que aconteceu. Os austríacos receberam os nazistas como heróis. Como se ao invés de crimes hediondos, estivessem salvando a humanidade. E isso aconteceu em vários lugares, tamanha a lavagem cerebral realizada pelos alemães seguidores do Füher.




Atualmente gostamos de pensar que esse tipo de história é um alerta para que possamos ter sempre em mente do que o ser humano é capaz e tentar evitar novas ocorrências do tipo. É tão triste pensar que ainda existe esse tipo de comportamento, com intolerantes agredindo todo e qualquer um que seja minimamente diferente.

É um bom livro para refletir sobre a vida. Inspirador, mostra que é sempre importante perseverarmos, não desistirmos da luta. Leiam.



Samy =)

sábado, 12 de dezembro de 2015

Resenha de HQ: Will Tirando – William Leite


Título: Will Tirando
Autor: William Leite
Ano de lançamento: 2015
Editora: Independente (Via Catarse)
Número de páginas: 134

Sinopse skoob:

O Livro é o primeiro álbum com tiras do blog Will Tirando, criado há sete anos. O impresso terá 110 páginas, com quase 300 tiras publicadas originalmente no site entre 2010 e 2014. Além disso, o livro terá mais 20 páginas inéditas, com uma historinha da personagem Anésia.
A obra é dividida em cinco partes: Tiras sobre o cotidiano, Viva Intensamente, O pior namorado do mundo (com tiras sobre o autor e sua agora esposa), Anésia e A História da Anésia, exclusiva para a publicação.

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Hoje vou postar aqui no blog a primeira resenha sobre quadrinhos da nossa história! Esse foi um dos vários livros que comprei no FIQ desse ano e hoje estou abrindo uma série de resenhas de HQs que virão por aí, pois já li vários dos livros comprados! :D




Eu já acompanho o blog do Will há um bom tempo e adoro suas tirinhas. A cada dia da semana a tira é focada em um personagem específico e cada uma é melhor que a outra. As segundas-feiras são todas da Anésia com seu humor ácido e respostas afiadas, principalmente para perguntas idiotas. Toda quarta-feira é postada uma tira do Viva Intensamente, retratando a vida dos cães. Às sextas – esporadicamente – são postadas as tirinhas do Pior Namorado do Mundo. E por aí vai!



sábado, 21 de novembro de 2015

Festival Internacional de Quadrinhos - FIQ BH 2015

Na semana passada, aconteceu o Festival Internacional de Quadrinhos aqui em Belo Horizonte. Eu todo ano (a cada dois anos) falo que vou e nunca tomo uma providência de ir de verdade. Esse ano eu me programei com antecedência e pude aproveitar dois dias de evento! Hoje eu vim aqui contar para vocês o que aconteceu por lá! Antes tarde do que nunca, certo? Como eu estava embolada com outros posts já programados, acabou atrasando o post do FIQ, mas estamos aqui! :D
Will Leite do Will Tirando

O evento começou no dia 11/11, quarta feira e foi até 15/11, domingo. Cada dia tinha uma programação cheia, com mesas de discussão, sessões de autógrafos, além das mesas de cada cartunista onde podiam ser adquiridas as obras, bater um papo com eles e conseguir autógrafos.

Dentro da programação de debates teve a conversa de:
Por que você faz quadrinhos? Com o Artur Fujita, a Thaïs Gualberto e o Vitor Cafaggi.
Ficção-científica e quadrinhos com Cris Peter, Eduardo Schaal, Estevão Ribeiro e Will.  
Conversa em quadrinhos com Jeff Smith.  
Graphic MSP com os quadrinistas que participam do projeto, Artur Fujita, Cris Eiko, Davi Calil, Lu Cafaggi, Paulo Crumbim, Roger Cruz, Rogério Coelho e Vitor Cafaggi.

Quadrinhos inclusivos com Flávio Soares, Lourival Cristofoletti, Lúcio Luiz e Sávio Cristofoletti.

Pedro Leite do Quadrinhos Ácidos

Nas mesas de autógrafo podíamos encontrar, além do Maurício de Souza, outros nomes de peso, como Jeff Smith, Shiko, Carlos Ruas, Lu e Vitor Caffagi, Ana Koehler, Alexandre Beck, Carol Rossetti, Cris Peter, dentre muitos outros.

Além desses eventos com horário marcado - e para os quais precisava retirar senha - haviam as mesas onde os quadrinistas ficavam todo o resto do tempo, conversando com os leitores, com outros quadrinistas e vendendo seu trabalho.

A fofíssima Lu Cafaggi de Laços
Estavam lá vários dos quadrinistas que eu acompanho pelo facebook ou pelo blog deles mesmo, como o Will Leite, o Pedro Leite, o Fábio Coala, acho que todos os participantes das MSP Graphics como Lu Cafaggi, Vitor Cafaggi, Cris Eiko, Paulo Crumbim. Além de vários que eu não conhecia e amei conhecer, como o Paulo Kielwagen com o fofíssimo gatinho Blue, o Gustavo Borges com seu maravilhoso Pétalas, o Eric Peleias com o super sensível Ima Sempre em Frente e o Leo Martinelli e Raphael Salimena no stand da Draco.

O Maurício dispensa apresentações, né?
Saí de lá totalmente falida - isso porque eu nem ia comprar quase nada - mas super feliz!! O que eu percebi foi que as compras estavam compensando demais com os autores independentes (ou mesmo os publicados por editoras, mas quando comprado direto com os autores), pois o preço estava bacana e a gente não paga o frete de comprar direto com eles online. Já o preço nos stands das editoras estava muito acima do que conseguimos encontrar pela internet nos Submarino e Amazon da vida, então não comprei nada com elas.

Eric Peleias com suas obras!
Claro que eu, como super fã da Turma da Mônica - e, consequentemente, do Maurício de Souza - tentaria chegar lá na fila para pegar um autógrafo com ele! Foi fila para pegar a senha e depois fila para pegar o autógrafo. Foi corrido e não deu para falar com ele praticamente nada, mas valeu a pena! Quem sabe de uma outra vez não tenha mais tempo, né? (Me deixa ser iludida!)

Então aproveitei e tietei bastante, todo mundo que estava lá, peguei autógrafo com quem consegui, tirei foto com quem consegui, conversei com quem consegui e até comecei um caderninho com desenhos de quadrinistas talentosíssimos, porque vi um rapaz que tinha um desses e achei a ideia genial!

Eu ia colocar aqui as fotos que tirei com todo mundo, mas fica só a foto com o Maurício (que é baixinho demais, gente!!!! Eu não sabia disso!) e vou colocando as outras todas no Instagram do blog! Se você ainda não segue, corre lá que vai ter muita coisa bacana!



A organização estava bem legal, com placas sinalizadoras, carrinhos com pipoca, churros e pizza, além da lanchonete da Serraria que estava funcionando a todo vapor, inclusive com refeições tipo strogonoff e mexidão. Os banheiros estavam limpos - e cheirosos - até o fim do dia, com papel e sabão para as mãos.




Tudo bem que as mesas podem ter ficado um pouco perto demais umas das outras, mas eram tantos expositores que não tinha muita opção.

Por último, para o post não ficar muito gigante, eu não podia deixar de conferir ao vivo os lançamentos da editora parceira Draco. Eles enviaram os lançamentos de HQ - em breve vai ter post aqui para contar para vocês - e estava tudo tão maravilhoso que eu quis passar lá para ver pessoalmente as lindezas! Vou falar que a Draco caprichou demais nessas edições, viu? Estou curiosíssima para ler, principalmente, O Rei Amarelo e Cortabundas, além de Argos, um Fim do Mundo Muito Louco, que está aqui na minha estante!


Stand da Editora Draco com o selo Dracomics


Para já encerrar e vocês não desistirem de chegar ao final, só queria dizer que foi um evento maravilhoso e que eu adorei ter participado! Com certeza em 2017 estarei agarrada e tentarei ir nas mesas de discussão que perdi esse ano por falta de um planejamento melhor. Foi ótimo também poder encontrar as meninas do Vórtice Fantástico BH, Isabela, Paula e Bárbara, ainda que bem rapidinho!

Então por hoje é isso pessoal! Até a próxima!

Samy =)
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