terça-feira, 30 de setembro de 2014

Resenha: A Música que Mudou a Minha Vida – Robin Benway


Título: A Música que Mudou a Minha Vida
Título original: Audrey, Wait!
Autora: Robin Benway
Ano de lançamento: 2008
Ano de lançamento no Brasil: 2009
Editora: Galera Record
Número de páginas: 368


Sinopse oficial:

A vida de Audrey Cuttler não tem sido a mesma desde que aquela música chegou ao topo das paradas. Ela só queria ir a shows, andar com seus amigos e, talvez, arrumar um encontro com um gatinho, mas agora Audrey é... famosa! Não famosa do tipo coisas-grátis-e-crachás-para-o-camarim. Famosa do tipo paparazzi-escondido-nos-arbustos, o pior-momento-da-sua-vida-estampada-por-toda-a-primeira-página. Tudo por causa da música que o ex-namorado fez sobre o rompimento dos dois  o hit do momento, quer dizer, um desastre! Audrey não quer ser a garota dos refletores, mas uma vez que o mundo decide que ela é uma estrela, será que a sua vida algum dia vai ser normal de novo? Prepare-se para descobrir, porque está na hora da Audrey contar o seu lado da história.

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Bom, um livro sobre música tem que ter uma música no início do post né? Acho que a que me lembrou esse aqui foi Starlight, de uma das minhas bandas favoritas, Gotthard.




Comecei a ler esse livro só por causa do DL do Tigre, já que os outros que tentei ler não deram certo. Primeiro pensei em ler A Última Canção de Bilbo. Quando vi que o livro era super pequeno, decidi pegar outro, pois achei que seria muito calote da minha parte usar ele no desafio. Peguei um que já estava curiosa a muito tempo para ler, o Laços de Amizade, As Primaveras de uma Vida. Foi um fiasco, mas em outro post falo mais sobre o livro. Por fim, o mês já estava quase acabando e tive que apelar para uma das sugestões da Tati, e acabei pegando esse, A Música que Mudou a Minha Vida, apesar de nunca ter tido interesse em ler o livro.

sábado, 27 de setembro de 2014

Desafio Literário - Volta ao Mundo em 80 Livros

Vi em alguns blogs já esse desafio literário Volta ao Mundo em 80 Livros - ou então um outro similar, mas muito mais difícil que é o Volta ao Mundo em 198 Livros. Bom, o primeiro caso é inspirado no livro de Jules Verne, Volta ao Mundo em 80 Dias, obviamente. O segundo pegou a ideia do primeiro, mas adaptou para incluir todos os países do mundo (claro que esse assunto de quantos países existem no mundo é meio complexo, mas deixemos isso para lá). Mas afinal, em que consiste o desafio? Devemos ler um livro de autores de 80 diferentes países. Ou 198, dependendo do desafio que você pretende fazer!

O desafio que inclui 80 livros, vi por último no blog da Lígia, o Randomicidades Aleatórias. Depois, passeando pela blogsfera de viagens vi no Viaggiando, o desafio mais difícil que engloba todos os países. Achei bem interessante essa ideia, para ajudar a ampliar os horizontes e nos tirar da zona de conforto. Decidi fazer também! A princípio irei fazer o Volta ao Mundo em 80 Livros. Se eu estiver muito empolgada quando acabar esse, continuo e sigo para o desafio mais difícil.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Por trás do lápis: Eduardo Prota


Hoje, aproveito o Setembro Nacional proposto pela Carolina do Entre Livros e trago mais uma entrevista no blog com um autor estreante!

Eduardo Prota é formado em Artes Visuais, aficionado por fantasia e ficção científica e acabou de publicar seu primeiro livro! Na entrevista ele vai nos contar mais sobre a obra e sobre o processo de criação e publicação. Vamos lá??


É um prazer receber você aqui no blog Eduardo! Nos conte um pouco sobre você e sobre como começou a escrever.

O prazer é todo meu, Samara! Bom, em 1997, Star Wars foi relançado nos cinemas – foi quando eu assisti a trilogia pela primeira vez. Desde então, eu andava com um caderninho e caneta para cima e para baixo, inventando galáxias e raças alienígenas estranhas. Eu ainda tinha doze anos, mas a ficção científica e fantasia dominaram meu imaginário desde então. Foi como dar continuidade às brincadeiras de criança que sempre estimulam nossa imaginação e nos fazem entender a realidade através de outros prismas. Eu era, é claro, o favorito das professoras de português, que sempre pediam que eu lesse minhas redações na sala e me estimulavam cada vez mais na escrita.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Resenha: As Memórias de Sherlock Holmes – Arthur Conan Doyle


Título: As Memórias de Sherlock Holmes
Título original: The Memoirs of Sherlock Holmes
Autor: Sir Arthur Conan Doyle
Ano de lançamento: 1894
Ano de lançamento no Brasil: 2005 (edição que li)
Editora: Martin Claret
Número de páginas: 230

Sinopse:

Sherlock Holmes é o mais famoso detetive da literatura mundial, criado pela imaginação de Conan Doyle. Mas, para milhões de pessoas, Sherlock Holmes é um homem que realmente existiu, de carne e osso, e que morava em Sussex, Inglaterra.Memórias de Sherlock Holmes é uma das obras de sir Conan Doyle que mais encanta seus leitores. São onze histórias nas quais o famoso detetive policial e seu inseparável amigo, dr. Watson, desvendam, dedutivamente, os mais estranhos casos da vida humana.

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Para começar, vamos à música que me lembra Sherlock Holmes... Não o detetive em si, mas o que me veio à cabeça quando penso em mistérios, investigação. Eu associo o começo dessa música do Led com suspense.


sábado, 20 de setembro de 2014

Resenha: A Vida na Porta da Geladeira – Alice Kuipers


Título: A Vida na Porta da Geladeira
Título original: Life on the Refrigerator Door
Autor: Alice Kuipers
Ano de lançamento: 2007
Ano de lançamento no Brasil: 2009
Editora: Martins Fontes
Número de páginas: 226


Sinopse oficial:

Claire, de 15 anos, e sua mãe têm uma rotina muito atribulada. Nos raros momentos em que a mãe está em casa (ela é obstetra), a filha está na escola, com amigos ou com o namorado. Resultado: as duas quase não se veem e se comunicam deixando recados na porta da geladeira. Esses recados vão desde cobranças banais [Oi, MÃE! (Que eu NUNCA MAIS vi!)] até revelações tocantes e contundentes por parte de mãe e filha durante o penoso tratamento do câncer de mama da mãe, num ano que se revelará decisivo para as duas. Em seu romance de estreia, Kuipers capta a ansiedade por trás da tragédia e revela a importância de viver a vida intensamente, lembrando ao leitor a necessidade de encontrarmos tempo para as pessoas que amamos mesmo em momentos de dificuldade e desafios.

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A música que esse livro me lembra é My Immortal do Evanescence. Não conheço muito a fundo a banda, mas acho essa música tão melancólica, achei que tinha tudo a ver.




Eu enrolei muito para ler esse livro desde que o tenho comigo, pois cansei um pouco desses dramas familiares que são receita pronta e vemos aos baldes por aí: adolescente vive brigando com minha mãe/pai, mãe/pai adoece (quase sempre câncer), morre e adolescente ou se revolta ou se torna um santo. Isso meio que já encheu o saco. A princípio parecia que A Vida na Porta da Geladeira seria a mesma coisa, com mãe ficando doente e etc. Apesar disso, ele ainda me animou um pouco mais, pois foi narrado de uma forma bem diferente, com recados na porta da geladeira entre mãe e filha. Realmente esse é o diferencial do livro, porque a estória é mais do mesmo.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Infinitas Séries - Z Nation

Oi, hoje é sexta-feira e é dia de falar de séries!
Escolhi uma que estreiou agora pra gente se manter mais na moda!
Por favor, me recomendem série! Eu pretendo assistir o que me solicitarem!!




Formato: Série

Gênero: SciFi/Drama/Ação

País de origem: EUA (Pra variar)

Criado por: Karl Shaefer

Status: Primeira temporada em produção

Duração: Aproximadamente 42 minutos






Sinopse: Ambientada três anos após um Apocalipse Zumbi ter destruído o país, um grupo de "heróis do dia-a-dia" deve transportar o único sobrevivente de Nova York para a Califórnia, onde ainda existe um laboratório viral esperando pelo sangue do sobrevivente. Apesar de os anti-corpos que ele carrega serem os últimos do mundo, e a melhor esperança para uma vacina, ele esconde um segredo que ameaça a todos. Com a sobrevivência da raça humana posta à prova, uma jornada pela mesma se inicia.

Que saco! Eu bem pensei que ia ser uma série incrível. Mentira, eu nunca penso isso acerca de séries que retratam zumbis. Primeiro, porque na literatura, os zumbis são muitíssimo diferentes do que são nas telinhas ou telonas, segundo porque os caras que produzem essas imagens têm a licença "visual" (haha) para fazer o que quiser. Então, por exemplo, em 'The Walking Dead', os "errantes" que são os tais zumbis parecem ter humor próprio: tem horas que eles correm, outras eles são lerdos, às vezes, silenciosos, outrora são barulhentos. Mas isso é permitido porque o criador faz o que quiser, não é?  Eu ainda farei a resenha de The Walking Dead. Me exijam isso!
Então, eu fui assistir a tal série Z Nation. Primeiramente, eu detestei as cenas iniciais. Eu não acreditei que estava assistindo a um seriado, juro. Pra mim, era uma mistura de comédia, porque as cenas são mal feitas, com um ar de "quero ser uma série". Que imagens são essas?! Isso não é digno de uma série televisiva! Tá, eu estou decepcionada até os primeiros 10 minutos. E digo isso, porque me acostumei com esse tipo de enredo, inclusive adorei o cinematográfico "Guerra Mundial Z" que foi uma ideia do Brad Pitt, até onde sei. Lá, os zumbis que não são totalmente classificados assim, correm pra caramba, venceriam maratonas. Mas nesse Z Nation, não. Os zumbis são apenas gulosos, como é o "padrão". A história é muito comum, e eu não gostei. Existe um tenente que vai transportar um homem que se chama Murphy para que ele seja a última esperança da humanidade. Essa é a frase. Até isso me deixa pra baixo, poxa, com tantas falas criativas e etc, para que lançar um clichê de que: fulano de tal é a nossa última esperança? Seria tão melhor se eu descobrisse que esse tal Murphy tem algo incrível ou sei lá o quê, capaz de salvar a todos e dar esperança às nações?! Por Deus!Eu preciso comentar de uma cena em que todos os zumbis agem em conjunto de forma quase programada. Que terror! Ah não! Me tirem daqui. Não aguento mais, isso está sendo tortura.
Bom, vamos continuar assistindo pra ver até onde vai. Pessoas em uniformes militares, dando ordens de evacuar, tá, eu sei que se fosse na vida real seria assim, mas não tão assim. E eu acho clichê esses "Não sei o que, operação tal, câmbio". Se existe caos, o protocolo não é sempre assim. Ou é? Tá, eu não sei opinar em termos militares, mas eu não gostei, eu achei que as cenas não me davam tensão, embora fosse a ideia dar, afinal, as pessoas precisam de suprimentos, água e etc. E eles estão migrando, acho que para Califórnia. Parece que na Califórnia alguma coisa vai acontecer de interessante.
Eu até imagino o que seja, mas não vou contar.
Enfim, um grupo de pessoas vai ter que sobreviver a um caos tremendo de ataque zumbi e existe uma pessoa imaculada, ou sei lá, que tem a resposta para resolver o problema. O dilema é levar essa pessoa até um laboratório na Califórnia. O que ele tem de tão especial? Assistam para saber!
Mas só dizendo que: eu verei os próximos episódios, porque a série pode se tornar boa. O pilot eu achei péssimo, confesso, esperava mais. Mas, me lembrando que hoje aceito ver The Walkind Dead (TWD) e ainda acho interessante, me recordo que no início eu detestei a série, tanto é que eu pensava: Aposto que vai cancelar, só fizeram seis episódios na primeira temporada. E hoje, The Walking Dead está aí pra provar que é possível sobreviver à troca cruel e rude de roteiristas, e ainda ser ícone no cenário de séries. E também serve pra mostrar que eu errei com a série. Tomara que eu tenha errado com essa também, e que primeiras impressões não fiquem, porque a minha impressão dessa aí... tsc tsc.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Além do Infinito: E-books e e-readers


Vamos lá para mais um post sobre e-readers? O primeiro que fiz aqui foi uma comparação, com os prós e contras de cada um, entre livros de papel e os livros virtuais. Nesse novo post me proponho a falar das várias marcas e modelos de e-readers que têm surgido por aí. Senta porque esse post vai ser grandinho.

Atualmente os e-readers se tornaram aparelhos bem populares, mas há muito pouco tempo eram bem desconhecidos e não eram muitos os leitores que se rendiam a ele.





O primeiro aparelho no estilo foi lançado nos idos 1998, pela Nuvomedia e se chamava Rocket-ebook. A partir de 2000 a empresa foi comprada pela Gemstar e o e-reader mudou de nome para RCA eBook Reader.



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