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terça-feira, 23 de agosto de 2016

Resenha: Não Brinque com Fogo – John Verdon

Título: Não Brinque com Fogo
Título original: Let the Devil Sleep
Autor: John Verdon
Ano de lançamento: 2012
Ano de lançamento no Brasil: 2013
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 400

Sinopse:

No ano 2000, um criminoso que ficou conhecido como Bom Pastor matou seis pessoas em estradas, dentro de seus carros em movimento. Na época, ele enviou um manifesto à polícia no qual deixava claras suas motivações: uma cruzada solitária contra a ganância. Após o sexto assassinato, no entanto, encerrou a matança e nunca foi descoberto. Dez anos depois, uma jovem estudante de jornalismo está fazendo um documentário sobre os familiares das vítimas quando coisas estranhas começam a acontecer em sua casa. Objetos são trocados de lugar, maçanetas são afrouxadas, luzes se apagam sozinhas. Assustada, ela contrata Dave Gurney como consultor. Depois de ler o material sobre o caso – incluindo o perfil psicológico do assassino elaborado pelo FBI –, o detetive coloca em dúvida toda a lógica da investigação. Ao confrontar os agentes responsáveis, porém, Dave percebe que está mexendo em um ninho de vespas, o que fica evidente quando até pessoas que o apoiaram no passado se voltam contra ele. Agora seu único aliado é o antigo parceiro Jack Hardwick, um policial grosseirão e debochado que não esconde seu desprezo pelas autoridades. Com sua ajuda, Dave tem acesso aos relatórios confidenciais do caso e começa a própria investigação. Mais uma vez, ele se colocará em risco enquanto tenta provar seu ponto de vista e capturar o criminoso. Além de reunir todas as qualidades da série Dave Gurney – personagens bem construídos e uma admirável engenhosidade narrativa –, “Não Brinque Com Fogo” vai além: é um lembrete do poder da fé em si mesmo num mundo onde isso é cada vez mais raro.

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Romance policial está entre meus gêneros literários favoritos. Apesar disso, eu nunca tinha lido nada de um dos mais famosos escritores do gênero, John Verdon. A Celly do Me Livrando me recomendou um livro dele – que nem lembro mais qual foi – e como encontrei Não Brinque com Fogo em uma promoção, foi ele mesmo o escolhido para eu estrear o autor!

Como sempre eu tento ler romances policiais sem ler a sinopse porque a maioria contém spoilers e mesmo as revelações mais inocentes podem estragar alguma surpresa.




sábado, 26 de março de 2016

Resenha: Seis Anos Depois – Harlan Coben

Título: Seis Anos Depois
Título original: Six Years
Autor: Harlan Coben
Ano de lançamento: 2013
Ano de lançamento no Brasil: 2014Editora: Arqueiro
Número de páginas: 267

Skoob

Sinopse skoob (contém spoilers, leia por própria conta e risco):

Jake Fisher e Natalie Avery se conheceram no verão. Eles estavam em retiros diferentes, porém próximos um do outro. O dele era para escritores; o dela, para artistas. Eles se apaixonaram e, juntos, viveram os melhores meses de suas vidas. E foi por isso que Jake não entendeu quando Natalie decidiu romper com ele e se casar com Todd, um ex-namorado. No dia do casamento, ela pediu a Jake que os deixasse em paz e nunca mais voltasse a procurá-la.
Jake tentou esconder seu coração partido dedicando-se integralmente à carreira de professor universitário e assim manteve sua promessa... durante seis anos.
Ao ver o obituário de Todd, Jake não resiste e resolve se reaproximar de Natalie. No enterro, em vez de sua amada, encontra uma viúva diferente e logo descobre que o casamento de Natalie e Todd não passou de uma farsa.
Agora ele está decidido a ir atrás dela, esteja onde estiver, mas não imagina os perigos que envolvem procurar uma pessoa que não quer ser encontrada.
Em Seis Anos Depois Harlan Coben usa todo o seu talento para criar uma trama sensacional sobre um amor perdido e os segredos que ele esconde.

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Não é segredo para ninguém que adoro o Harlan Coben. Acho sua escrita muito gostosa e os livros bem instigantes. Já li vários deles e os meus favoritos são os da série Myron Bolitar. Quando vi o lançamento desse Seis Anos Depois fiquei bem curiosa. Comprei e enrolei para ler. O problema é que depois de comprar li dois livros do autor que não foram tão bons como de costume, então acabei desanimando um pouco o que levou à enrolação.

Mas veio o desafio Obverso Books e a necessidade de ler um romance policial, então aproveitei a deixa. Eu sempre leio policiais muito rapidamente. Como estou muito fraca nas leituras esse ano, foi ótimo poder dar um gás e agilizar um pouco.

 E afinal... foi bom ou não?



segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Resenha: Para Sir Phillip, com Amor – Julia Quinn


Título: Para Sir Phillip, com Amor
Título Original: To Sir Phillip, with Love
Autora: Julia Quinn
Ano de lançamento: 2003
Ano de lançamento no Brasil: 2015
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 288
Sinopse skoob:

Eloise Bridgerton é uma jovem simpática e extrovertida, cuja forma preferida de comunicação sempre foram as cartas, nas quais sua personalidade se torna ainda mais cativante. Quando uma prima distante morre, ela decide escrever para o viúvo e oferecer as condolências.
Ao ser surpreendido por um gesto tão amável vindo de uma desconhecida, Sir Phillip resolve retribuir a atenção e responder. Assim, os dois começam uma instigante troca de correspondências. Ele logo descobre que Eloise, além de uma solteirona que nunca encontrou o par perfeito, é uma confidente de rara inteligência. E ela fica sabendo que Sir Phillip é um cavalheiro honrado que quer encontrar uma esposa para ajudá-lo na criação de seus dois filhos órfãos.
Após alguns meses, uma das cartas traz uma proposta peculiar: o que Eloise acharia de passar uma temporada com Sir Phillip para os dois se conhecerem melhor e, caso se deem bem, pensarem em se casar?
Ela aceita o convite, mas em pouco tempo eles se dão conta de que, ao vivo, não são bem como imaginaram. Ela é voluntariosa e não para de falar, e ele é temperamental e rude, com um comportamento bem diferente dos homens da alta sociedade londrina. Apesar disso, nos raros momentos em que Eloise fecha a boca, Phillip só pensa em beijá-la. E cada vez que ele sorri, o resto do mundo desaparece e ela só quer se jogar em seus braços.
Agora os dois precisam descobrir se, mesmo com todas as suas imperfeições, foram feitos um para o outro.

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Para quem não conhece, esse é o quinto livro da série Os Bridgertons. Essa série acompanha os 8 irmãos da família Bridgerton, sendo cada livro narrado pelo ponto de vista de um irmão. Eloise é a quinta filha – o que pode ser facilmente percebido por seu nome começar com a letra E, sendo que seus irmãos mais velhos são Antony, Bendict, Colin e Daphne e os mais jovens Francesca, Gregory e Hyacinth. 



quinta-feira, 9 de julho de 2015

Sorteio de Férias!!


Hoje trago uma ótima surpresa a vocês! O Infinitos Livros em conjunto com Os Nós da Rede e o Expresso de Nárnia vai fazer um sorteio de férias!

Nós achamos que o querido Pat – vulgo Patrick Rothfuss – está demorando um pouquinho para lançar a conclusão da épica série A Crônica do Matador do Rei, então decidimos fazer esse sorteio com os três livros já lançados (2 da série e 1 spin-off) para ver se traz um pouco de sorte e o autor acaba com a angústia dos leitores para saber a continuação da saga de Kvothe!




Para participar basta ler as instruções abaixo e seguir as regras:

-       O participante deve preencher corretamente o formulário do Rafflecopter abaixo (seguir os três blogs no Google Friend Connect e curtir a page da Arqueiro no facebook)
-       O sorteio será encerrado no dia 31/07/2015 e o resultado sairá em até 5 dias
-       Cada blog se responsabilizará por um livro
-       Os blogs terão 45 dias para enviar os livros após o envio do endereço pelo vencedor
-       O vencedor será contactado via facebook ou email e terá 48h para responder. Caso não haja resposta, o sorteio será realizado novamente
-       É necessário um endereço de residência no Brasil
-       Não nos responsabilizamos por extravios ocorridos pelos correios
-       Colocar o email nos comentários para contato

É importante ressaltar que se não tiver cumprido a primeira regra na totalidade, o participante não terá sua participação concluída.

Prontinho! Já está participando!

Boa sorte a todos!

a Rafflecopter giveaway

Samy =)

terça-feira, 9 de junho de 2015

Resenha: Os Segredos de Colin Bridgerton – Julia Quinn


Título: Os Segredos de Colin Bridgerton
Título Original: Romancing Mr. Bridgerton
Autora: Julia Quinn
Ano de lançamento: 2002
Ano de lançamento no Brasil: 2014
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 336


Sinopse skoob:

Há muitos anos Penelope Featherington frequenta a casa dos Bridgertons. E há muitos anos alimenta uma paixão secreta por Colin, irmão de sua melhor amiga e um dos solteiros mais encantadores e arredios de Londres.
Quando ele retorna de uma de suas longas viagens ao exterior, Penelope descobre seu maior segredo por acaso e chega à conclusão de que tudo o que pensava sobre seu objeto de desejo talvez não seja verdade.
Ele, por sua vez, também tem uma surpresa: Penelope se transformou, de uma jovem sem graça ignorada por toda a alta sociedade, numa mulher dona de um senso de humor afiado e de uma beleza incomum.
Ao deparar com tamanha mudança, Colin, que sempre a enxergara apenas como uma divertida companhia ocasional, começa a querer passar cada vez mais tempo a seu lado. Quando os dois trocam o primeiro beijo, ele não entende como nunca pôde ver o que sempre esteve bem à sua frente.
No entanto, quando fica sabendo que ela guarda um segredo ainda maior que o seu, precisa decidir se Penelope é sua maior ameaça ou a promessa de um final feliz.

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Acredito que esse era o livro dos Bridgertons mais aguardado pela maioria das fãs de Julia Quinn! Por causa de seu senso de humor leve e seus modos agradáveis, Colin conquistou quase todas em suas poucas aparições nos três livros anteriores, e isso levou a uma vontade cada vez maior de saber mais sobre ele e seu “final feliz”.

Apesar de ter gostado do Colin nos outros livros, Benedict continuava sendo meu irmão favorito, e eu tinha minhas dúvidas se Colin conseguiria seu lugar. Lá fui eu, então, ler o quarto livro da série Os Bridgertons para descobrir!

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Infinitas Notícias: Encontro de fãs de Romances de Época da Editora Arqueiro

Oi gente! Passei hoje rapidinho só para contar para vocês o evento que a Editora Arqueiro está promovendo para os amantes de romances de época!

Em todas as capitais brasileiras (só no ES não vai ser na capital e sim na Serra) haverá um encontro para discutirmos os lançamentos do gêneros, além de sorteios e brincadeiras. Confere aqui onde vai acontecer o evento na sua cidade e a data!



Em Belo Horizonte o evento será esse sábado no Shopping Estação, na av. Cristiano Machado! Eu já estou garantida e volto para contar como foi!!

Fiquem atentos, pois em várias outras cidades o evento será esse sábado, ok?

Bom evento a todos vocês! :D

Samy =)

sábado, 4 de abril de 2015

Resenha: Amigas para Sempre – Kristin Hannah


Título: Amigas para Sempre
Título original: Firefly Lane (#1)
Autor: Kristin Hannah
Ano de lançamento: 2008
Ano de lançamento no Brasil: 2014
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 448


Sinopse oficial:

Tully Hart tinha 14 anos, era linda, alegre, popular e invejada por todos. O que ninguém poderia imaginar era o sofrimento que ela vivia dentro de casa: nunca conhecera o pai e a mãe, viciada em drogas, costumava desaparecer por longos períodos, deixando a menina aos cuidados da avó. Mas a vida de Tully se transformou quando ela se mudou para a alameda dos Vaga-lumes e conheceu a garota mais legal do mundo. Kate Mularkey era inteligente, compreensiva e tão amorosa que logo fez Tully sentir-se parte de sua família. Ao longo de mais de trinta anos de amizade, uma se tornou o porto seguro da outra. Tully ajudou Kate a descobrir a própria beleza e a encorajou a enfrentar seus medos. Kate, por sua vez, a ensinou a enxergar além das aparências e a fez entender que certos riscos não valem a pena. As duas juraram que seriam amigas para sempre. Essa promessa resistiu ao frenesi dos anos 1970, às reviravoltas políticas das décadas de 1980 e 1990 e às promessas do novo milênio. Até que algo acontece para abalar a confiança entre elas. Será possível perdoar uma traição de sua melhor amiga? Neste livro, Kristin Hannah nos conta uma linda história sobre duas pessoas que sabem tudo a respeito uma da outra – e que por isso mesmo podem tanto ferir quanto salvar.

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Esse foi mais um livro que vi pela blogsfera e me chamou atenção. Confesso que o que primeiro saltou aos olhos foi a capa. Achei linda e delicada. Além de ter adorado a “Alameda dos Vagalumes”. Sério, quem não gosta de vagalumes? Adorava quando estava na fazenda do meu tio e saíamos perseguindo os ditos-cujos naquelas noites de breu que só se consegue no interior.

Quando peguei o livro para ler, não fazia ideia que haveria uma continuação. Se eu soubesse, provavelmente não teria animado pega-lo agora. O mais interessante é que eu descobri que havia um segundo livro um tempo depois de acabar de ler. Ou seja, para mim a estória poderia muito bem ter acabado ali.

Kristin Hannah nos apresenta Tully e Kate, duas garotas de 14 anos que são o oposto uma da outra. Enquanto Tully é linda, extrovertida e popular, Kate não tem amigos e é muito tímida. Contrariando todas as expectativas, as duas se tornam grandes amigas, pois Kate consegue suprir a falta de carinho e atenção que rodeia o mundo de Tully e Tully acabou com a falta de amizades de Kate. Com isso vemos que nem tudo é perfeito e ninguém tem uma vida invejável em todos os aspectos. Enquanto Kate se sente sufocada pelas atenções de sua família, Tully anseia justamente por esse afeto. Assim as duas se tornam unha e carne e acompanhamos o evoluir dessa amizade durante 3 décadas.

sábado, 28 de março de 2015

Resenha: O Inocente – Harlan Coben


Título: O Inocente
Título original: The Innocent
Autor: Harlan Coben
Ano de lançamento: 2005
Ano de lançamento no Brasil: 2013
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 336


Sinopse:

Aos 20 anos, Matt Hunter vive uma noite de horror que ficará para sempre gravada em sua memória. Durante uma festa, ao tentar apartar uma briga, ele mata uma pessoa acidentalmente e é considerado culpado pelo júri. Agora, nove anos depois de ser libertado da prisão, tudo parece ter entrado nos eixos: Olivia, sua esposa, está grávida e os dois estão prestes a comprar uma casa na cidade natal dele. Mas a ilusão acaba quando Matt recebe um vídeo chocante e inexplicável que começa a despedaçar sua vida pela segunda vez. Para piorar, ele começa a ser seguido por um homem misterioso. Em pouco tempo, o perseguidor é encontrado morto e uma freira querida por todos também é assassinada. Quando as pistas apontam para Matt, ele e Olivia são forçados a desafiar a lei em uma tentativa desesperada de salvar seu futuro juntos. O inocente é um thriller vertiginoso, carregado de emoções. Além disso, é um relato contundente sobre as escolhas que às vezes somos obrigados a fazer e as dramáticas repercussões que teimam em não nos abandonar.

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Li uma resenha desse livro no skoob e lá o rapaz comenta que sempre que lê as sinopses do tio Coben ele tem a impressão de que são o mesmo livro. Parei para pensar sobre isso e realmente não posso tirar a razão dele. Muitos dos livros do autor parecem ter a mesma premissa com um desaparecimento, um crime, uma reviravolta e o desfecho. Mas quem se deixa levar por isso, perde uma grande chance de ler livros excelentes e muito bem escritos! Tudo bem que eles podem ter a mesma fórmula, mas o resultado de nenhum deles me decepcionou até hoje.

Já li quase 10 livros do autor – pois é, nenhum resenhado no blog ainda pois todas foram leituras que antecederam a criação do mesmo e acho muito difícil resenhar os livros desse autor muito tempo depois de lê-los – e em todos eles fiquei muito satisfeita com o desenrolar dos fatos, com os personagens e com as reviravoltas. Adoro os livros do Myron Bolitar e ele acabou virando um personagem queridinho!

Com esse O Inocente não foi diferente. Os personagens não são mocinhos perfeitos que merecem viver um final feliz de contos de fadas. Eles são pessoas comuns, com milhares de defeitos como todos nós, mas nem por isso não merecemos nosso quinhão de felicidade, não é mesmo?

Quando Matt se vê feliz com a mulher que ama e prestes a ter um bebê ele não consegue acreditar que isso durará muito tempo, pois os fantasmas que carrega se incumbem em mostrar que ele não tem o direito de ser feliz e que essa felicidade acabará mais cedo ou mais tarde.

O livro é narrado em terceira pessoa pelo ponto de vista de diversos personagens. Mais uma vez vemos aquela fórmula de algumas estórias não relacionadas, mas que no fim das contas se cruzam em algum ponto da trama. Os personagens principais e secundários foram muito bem estruturados e com personalidades bem formadas. Matt Hunter é o personagem que acompanhamos mais de perto e, talvez por isso, nos apegamos bastante a ele. Apesar de meio desconfiado de tudo, é bem carismático, o que ajuda nessa aproximação com o leitor.

Como sempre, a narrativa do autor é eletrizante e nos deixa com o coração disparado em diversos momentos. Apesar disso, dessa vez eu não gostei tanto do desfecho dado por Coben. Achei um pouco forçado demais e não me convenceu. O que foi uma pena, pois todo o desenrolar da trama foi muito bom e me prendeu firmemente ao livro. Mas não desanimem! Ainda assim, vale a pena, para quem curte um bom policial, e eu recomendo!

Li o livro para o Desafio Literário do Tigre na categoria, Livro com a capa feia. Aliás, os livros do Harlan Coben não são modelo de livros com capa bonita, para mim. Algumas são passáveis, mas algumas são muito feias, como essa de O Inocente.



Samy =)

terça-feira, 10 de março de 2015

Resenha: Um Perfeito Cavalheiro – Julia Quinn


Título: Um Perfeito Cavalheiro
Título original: An Offer From A Gentleman
Autora: Julia Quinn
Ano de lançamento: 2001
Ano de lançamento no Brasil: 2014
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 304


Sinopse:

Sophie sempre quis ir a um evento da sociedade londrina. Mas esse é um sonho impossível. Apesar de ser filha de um conde, é fruto de uma relação ilegítima e foi relegada ao papel de criada pela madrasta assim que o pai morreu. Uma noite, ela consegue entrar às escondidas no baile de máscaras de Lady Bridgerton. Lá, conhce o charmoso Benedict, filho da anfitriã, e se sente parte da realeza. No mesmo instante, uma faísca se acende entre eles. Infelizmente, o encantamento tem hora para acabar. À meia-noite, Sophie tem que sair correndo da festa e não revela sua identidade a Benedict. No dia seguinte, enquanto ele procura sua dama misteriosa por toda a cidade, Sophie é expulsa de casa pela madrasta e precisa deixar Londres. O destino faz com que os dois só se reencontrem três anos depois, Benedict a salva das garras de um bêbado violento, mas, para decepção de Sophie, não a reconhece nos trajes de criada. No entanto, logo se apaixona por ela de novo. Como é inaceitável que um homem de sua posição se case com uma serviçal, ele lhe propõe que seja sua amante, o que para Sophie é inconcebível. Agora os dois precisarão lutar contra o que sentem um pelo outro ou reconsiderar as próprias crenças para terem a chance de viver um amor de conto de fadas. Nesta deliciosa releitura de Cinderela, Julia Quinn comprova mais uma vez seu talento como escritora romântica.

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Esse é o terceiro livro da série Os Bridgertons, as resenhas dos dois primeiros livros podem ser conferidas aqui e aqui! Esse terceiro volume é todo dedicado ao Benedict, o segundo dos irmãos e que teve pouca participação nos outros dois livros.

Ele tem o complexo de ser considerado apenas mais um Bridgerton. A maioria das pessoas o reconhece pelas suas características físicas, tão marcantes da família, mas quase ninguém sabe qual dos irmãos ele é, ou no máximo sabem que é o segundo na escala.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Resenha: O Menino da Mala – Lene Kaaberbøl e Agnete Friis


Título: O Menino da Mala
Título original: The Boy in the Suitcase
Autoras: Lene Kaaberbøl e Agnete Friis
Ano de lançamento: 2011
Ano de lançamento no Brasil: 2013
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 256


Sinopse:

“Você adora salvar as pessoas, não é? Bem, aqui está a sua chance.” Mesmo sem entender o que sua amiga Karin quer dizer com isso, Nina atende seu pedido e vai até a estação ferroviária de Copenhague buscar uma mala no guarda-volumes. Dentro, encontra um menino de 3 anos nu e dopado, mas vivo.
Chocada, Nina mal tem tempo de pensar no que fazer, pois um brutamontes furioso aparece atrás do garoto. Será que ela está diante de um caso de tráfico de crianças? Sem saber se deve confiar na polícia, ela foge com o menino e vai à procura de Karin, a única que pode esclarecer aquele absurdo. Quando descobre que a amiga foi brutalmente assassinada, Nina se dá conta de que sua vida está ameaçada e que o garoto também precisa ser salvo. Mas, para isso, é necessário descobrir quem ele é, de onde veio e por que está sendo caçado.

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Esse livro eu comprei totalmente por impulso em uma promoção. Não sabia nada sobre ele, além da capa e parte da sinopse. Pois é, parte da sinopse porque nunca leio a sinopse inteira em livros policiais e nunca me arrependo, já que sempre tem spoilers. Sério, quando eles vão começar a fazer sinopses sem spoilers?! Enfim. Como eu disse, a primeira coisa que me chamou a atenção nesse livro foi a capa maravilhosa! Sou encantada por ela. Por dentro o livro não tem nada demais na diagramação, mas também não encontrei erros de revisão e tem as queridas folhas amareladas. Bom ponto para a Arqueiro. 

Aliás, já que o livro estava aqui na fila, foi lido para o DL do Tigre, na categoria Livro escrito por uma mulher. Nada melhor então que um escrito por duas mulheres, certo?? ;)

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Resenha: O Visconde que Me Amava – Julia Quinn


Título: O Visconde que Me Amava
Título original: The Viscount Who Loved Me
Autora: Julia Quinn
Ano de lançamento: 2000
Ano de lançamento no Brasil: 2013 (edição que li)
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 304


Sinopse:

A temporada de bailes e festas de 1814 acaba de começar em Londres. Como de costume, as mães ambiciosas já estão ávidas por encontrar um marido adequado para suas filhas. Ao que tudo indica, o solteiro mais cobiçado do ano será
Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Logo ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela.
Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina cair nas garras dele. Enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate descobre que o visconde devasso é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Aos poucos, os dois percebem que essa centelha de desejo pode ser mais do que uma simples atração.

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Com O Visconde que Me Amava temos a continuação da série Os Bridgertons de Julia Quinn, que teve início com O Duque e Eu. Esse é o segundo volume da série de 8 livros, cada um tendo como personagem principal um dos irmãos Bridgerton e sua saga rumo ao altar. Nesse volume quem está na mira de Violet, ou Lady Bridgerton, é Antony, o mais velho de seus rebentos.

Por algum motivo ele acha que chegou a hora de parar de farrear e arrumar uma esposa. Acabou que Antony está sendo o menos favorito dos irmãos para mim. Ele tem um temperamento extremamente violento e, apesar de ser um homem carinhoso e de colocar a família em primeiro lugar, seus rompantes de violência são meio exagerados e nada agradáveis.

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Resenha: Nosferatu – Joe Hill


Título: Nosferatu
Título original: NOS4A2
Autor: Joe Hill
Ano de lançamento: 2013
Ano de lançamento no Brasil: 2014
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 624


Sinopse:

Victoria McQueen tem um misterioso dom: por meio de uma ponte no bosque perto de sua casa, ela consegue chegar de bicicleta a qualquer lugar no mundo e encontrar coisas perdidas. Vic mantém segredo sobre essa sua estranha capacidade, pois sabe que ninguém acreditaria. Ela própria não entende muito bem. Charles Talent Manx também tem um dom especial. Seu Rolls-Royce lhe permite levar crianças para passear por vias ocultas que conduzem a um parque de diversões: a Terra do Natal. A viagem pela autoestrada da perversa imaginação de Charlie transforma seus preciosos passageiros, deixando-os tão aterrorizantes quanto seu aparente benfeitor. E chega então o dia em que Vic sai atrás de encrenca... e acaba encontrando Charlie. Mas isso faz muito tempo e Vic, a única criança que já conseguiu escapar, agora é uma adulta que tenta desesperadamente esquecer o que passou. Porém, Charlie Manx só vai descansar quando tiver conseguido se vingar. E ele está atrás de algo muito especial para Vic.

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O livro obrigatório do mês de dezembro do desafio literário foi bem difícil para mim. Não por falta de opção, mas por pedir a leitura de um gênero que não me agrada. Deveríamos Ler um livro de terror. Esse gênero não me agrada pura e simplesmente por eu ser muito medrosa. A última vez que tentei assistir a um filme de terror tive pesadelos e dificuldade para dormir e desisti de vez.

Livros de terror nunca cheguei a ler, pois sabia que iria pelo mesmo caminho. Mas como meu orgulho não me deixaria não concluir o desafio simplesmente por medo, decidi escolher um e me livrar disso logo. A escolha mais óbvia para mim seria Stephen King, o rei do terror. Só que além de detestar o cara, por declarações babacas que ele faz com frequência, não queria começar com um terror tão pesado quanto falam que o dele é. Eis que decidi pegar um do Joe Hill, pois tinha lido resenhas muito elogiosas dele. Pois é, não quis o pai e decidi ler o filho. Pior que dizem que o peixinho puxou o peixe e faz livros também assustadores. Mas nesse caso minha curiosidade falou mais alto, então resolvi encarar!

A música de hoje é:

 (Talvez para entender o motivo da música, devam ler o livro... :P)

sábado, 31 de janeiro de 2015

Resenha: O Duque e Eu – Julia Quinn


Título: O Duque e Eu
Título original: The Duke and I
Autora: Julia Quinn
Ano de lançamento: 2000
Ano de lançamento no Brasil: 2013 (edição que li)
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 288
Sinopse:

Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível. É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo. Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta. Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida.

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Eu adoro romances históricos! Todos eles são muito parecidos? Sim! Eles são super previsíveis e você sempre sabe como ele vai acabar? Mais uma vez, sim! Mesmo sabendo disso tudo, eu gosto.

Não sei qual foi a autora que me iniciou no gênero, mas sei que algumas das primeiras foram Jane Austen e Judith McNaught. Depois surgiu Julia Quinn que me cativou também.

 O Duque e Eu é o primeiro volume de uma série de oito livros, um para cada irmão da família Bridgerton. Sobre essa família, ela é realmente encantadora. Para começar, os filhos foram batizados em ordem alfabética de acordo com o nascimento. Assim temos Antony, Benedict, Colin, Daphne, Eloise, Francesca, Gregory e Hyacinth. Violet, a matriarca, precisa “cuidar” da família sozinha, desde que ficou viúva, ainda bem jovem – sim, mesmo ficando viúva jovem a mulher conseguiu ter 8 filhos!! O mais velho da prole tomou para si a responsabilidade de prover e proteger a família e assim eles vivem.

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