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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Resenha: Para Sir Phillip, com Amor – Julia Quinn


Título: Para Sir Phillip, com Amor
Título Original: To Sir Phillip, with Love
Autora: Julia Quinn
Ano de lançamento: 2003
Ano de lançamento no Brasil: 2015
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 288
Sinopse skoob:

Eloise Bridgerton é uma jovem simpática e extrovertida, cuja forma preferida de comunicação sempre foram as cartas, nas quais sua personalidade se torna ainda mais cativante. Quando uma prima distante morre, ela decide escrever para o viúvo e oferecer as condolências.
Ao ser surpreendido por um gesto tão amável vindo de uma desconhecida, Sir Phillip resolve retribuir a atenção e responder. Assim, os dois começam uma instigante troca de correspondências. Ele logo descobre que Eloise, além de uma solteirona que nunca encontrou o par perfeito, é uma confidente de rara inteligência. E ela fica sabendo que Sir Phillip é um cavalheiro honrado que quer encontrar uma esposa para ajudá-lo na criação de seus dois filhos órfãos.
Após alguns meses, uma das cartas traz uma proposta peculiar: o que Eloise acharia de passar uma temporada com Sir Phillip para os dois se conhecerem melhor e, caso se deem bem, pensarem em se casar?
Ela aceita o convite, mas em pouco tempo eles se dão conta de que, ao vivo, não são bem como imaginaram. Ela é voluntariosa e não para de falar, e ele é temperamental e rude, com um comportamento bem diferente dos homens da alta sociedade londrina. Apesar disso, nos raros momentos em que Eloise fecha a boca, Phillip só pensa em beijá-la. E cada vez que ele sorri, o resto do mundo desaparece e ela só quer se jogar em seus braços.
Agora os dois precisam descobrir se, mesmo com todas as suas imperfeições, foram feitos um para o outro.

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Para quem não conhece, esse é o quinto livro da série Os Bridgertons. Essa série acompanha os 8 irmãos da família Bridgerton, sendo cada livro narrado pelo ponto de vista de um irmão. Eloise é a quinta filha – o que pode ser facilmente percebido por seu nome começar com a letra E, sendo que seus irmãos mais velhos são Antony, Bendict, Colin e Daphne e os mais jovens Francesca, Gregory e Hyacinth. 



terça-feira, 9 de junho de 2015

Resenha: Os Segredos de Colin Bridgerton – Julia Quinn


Título: Os Segredos de Colin Bridgerton
Título Original: Romancing Mr. Bridgerton
Autora: Julia Quinn
Ano de lançamento: 2002
Ano de lançamento no Brasil: 2014
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 336


Sinopse skoob:

Há muitos anos Penelope Featherington frequenta a casa dos Bridgertons. E há muitos anos alimenta uma paixão secreta por Colin, irmão de sua melhor amiga e um dos solteiros mais encantadores e arredios de Londres.
Quando ele retorna de uma de suas longas viagens ao exterior, Penelope descobre seu maior segredo por acaso e chega à conclusão de que tudo o que pensava sobre seu objeto de desejo talvez não seja verdade.
Ele, por sua vez, também tem uma surpresa: Penelope se transformou, de uma jovem sem graça ignorada por toda a alta sociedade, numa mulher dona de um senso de humor afiado e de uma beleza incomum.
Ao deparar com tamanha mudança, Colin, que sempre a enxergara apenas como uma divertida companhia ocasional, começa a querer passar cada vez mais tempo a seu lado. Quando os dois trocam o primeiro beijo, ele não entende como nunca pôde ver o que sempre esteve bem à sua frente.
No entanto, quando fica sabendo que ela guarda um segredo ainda maior que o seu, precisa decidir se Penelope é sua maior ameaça ou a promessa de um final feliz.

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Acredito que esse era o livro dos Bridgertons mais aguardado pela maioria das fãs de Julia Quinn! Por causa de seu senso de humor leve e seus modos agradáveis, Colin conquistou quase todas em suas poucas aparições nos três livros anteriores, e isso levou a uma vontade cada vez maior de saber mais sobre ele e seu “final feliz”.

Apesar de ter gostado do Colin nos outros livros, Benedict continuava sendo meu irmão favorito, e eu tinha minhas dúvidas se Colin conseguiria seu lugar. Lá fui eu, então, ler o quarto livro da série Os Bridgertons para descobrir!

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Infinitas Notícias: Encontro de fãs de Romances de Época da Editora Arqueiro

Oi gente! Passei hoje rapidinho só para contar para vocês o evento que a Editora Arqueiro está promovendo para os amantes de romances de época!

Em todas as capitais brasileiras (só no ES não vai ser na capital e sim na Serra) haverá um encontro para discutirmos os lançamentos do gêneros, além de sorteios e brincadeiras. Confere aqui onde vai acontecer o evento na sua cidade e a data!



Em Belo Horizonte o evento será esse sábado no Shopping Estação, na av. Cristiano Machado! Eu já estou garantida e volto para contar como foi!!

Fiquem atentos, pois em várias outras cidades o evento será esse sábado, ok?

Bom evento a todos vocês! :D

Samy =)

quinta-feira, 26 de março de 2015

Resenha: Horas Noturnas – Bianca Carvalho


Título: Horas Noturnas
Autora: Bianca Carvalho
Ano de lançamento: 2014
Editora: EraEclipse
Número de páginas: 200


Sinopse:

Inglaterra, 1863
Uma bela e delicada mulher com inteligência aguçada para investigação...
Um charmoso caçador de assassinos tornando-se lenda por eliminá-los com requintes de crueldade...
Um assassino que deixa charadas, com sede de sangue e um gosto peculiar por Edgar Allan Poe...

Três almas unidas com diferentes propósitos. Apenas uma chance de sobreviver...

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Há uns dias vi sobre esse livro em um blog e achei a capa linda, com uma sinopse que despertou a minha curiosidade. Fiquei surpresa ao receber um email da editora EraEclipse com a informação de que o livro estava disponível na íntegra no Wattpad. Era a minha chance de descobrir se minhas expectativas seriam atendidas.

No início o livro me lembrou bastante Sherlock Holmes. Primeiro o nome do detetive, Lestrange, me lembrou o inspetor Lestrade da Scotland Yard, que vez ou outra pede ajuda ao nosso querido detetive. Outra coisa que lembrou as obras de Conan Doyle é o fato de o investigador ser um detetive particular e não um policial propriamente dito – embora na obra de Bianca Carvalho, Lestrange seja um ex-policial.

O livro é uma mescla de romance policial, romance de época e suspense. Um tanto inusitado não? Foi justamente isso que me fez crer que seria um ótimo livro!

terça-feira, 10 de março de 2015

Resenha: Um Perfeito Cavalheiro – Julia Quinn


Título: Um Perfeito Cavalheiro
Título original: An Offer From A Gentleman
Autora: Julia Quinn
Ano de lançamento: 2001
Ano de lançamento no Brasil: 2014
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 304


Sinopse:

Sophie sempre quis ir a um evento da sociedade londrina. Mas esse é um sonho impossível. Apesar de ser filha de um conde, é fruto de uma relação ilegítima e foi relegada ao papel de criada pela madrasta assim que o pai morreu. Uma noite, ela consegue entrar às escondidas no baile de máscaras de Lady Bridgerton. Lá, conhce o charmoso Benedict, filho da anfitriã, e se sente parte da realeza. No mesmo instante, uma faísca se acende entre eles. Infelizmente, o encantamento tem hora para acabar. À meia-noite, Sophie tem que sair correndo da festa e não revela sua identidade a Benedict. No dia seguinte, enquanto ele procura sua dama misteriosa por toda a cidade, Sophie é expulsa de casa pela madrasta e precisa deixar Londres. O destino faz com que os dois só se reencontrem três anos depois, Benedict a salva das garras de um bêbado violento, mas, para decepção de Sophie, não a reconhece nos trajes de criada. No entanto, logo se apaixona por ela de novo. Como é inaceitável que um homem de sua posição se case com uma serviçal, ele lhe propõe que seja sua amante, o que para Sophie é inconcebível. Agora os dois precisarão lutar contra o que sentem um pelo outro ou reconsiderar as próprias crenças para terem a chance de viver um amor de conto de fadas. Nesta deliciosa releitura de Cinderela, Julia Quinn comprova mais uma vez seu talento como escritora romântica.

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Esse é o terceiro livro da série Os Bridgertons, as resenhas dos dois primeiros livros podem ser conferidas aqui e aqui! Esse terceiro volume é todo dedicado ao Benedict, o segundo dos irmãos e que teve pouca participação nos outros dois livros.

Ele tem o complexo de ser considerado apenas mais um Bridgerton. A maioria das pessoas o reconhece pelas suas características físicas, tão marcantes da família, mas quase ninguém sabe qual dos irmãos ele é, ou no máximo sabem que é o segundo na escala.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Resenha: O Visconde que Me Amava – Julia Quinn


Título: O Visconde que Me Amava
Título original: The Viscount Who Loved Me
Autora: Julia Quinn
Ano de lançamento: 2000
Ano de lançamento no Brasil: 2013 (edição que li)
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 304


Sinopse:

A temporada de bailes e festas de 1814 acaba de começar em Londres. Como de costume, as mães ambiciosas já estão ávidas por encontrar um marido adequado para suas filhas. Ao que tudo indica, o solteiro mais cobiçado do ano será
Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Logo ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela.
Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina cair nas garras dele. Enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate descobre que o visconde devasso é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Aos poucos, os dois percebem que essa centelha de desejo pode ser mais do que uma simples atração.

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Com O Visconde que Me Amava temos a continuação da série Os Bridgertons de Julia Quinn, que teve início com O Duque e Eu. Esse é o segundo volume da série de 8 livros, cada um tendo como personagem principal um dos irmãos Bridgerton e sua saga rumo ao altar. Nesse volume quem está na mira de Violet, ou Lady Bridgerton, é Antony, o mais velho de seus rebentos.

Por algum motivo ele acha que chegou a hora de parar de farrear e arrumar uma esposa. Acabou que Antony está sendo o menos favorito dos irmãos para mim. Ele tem um temperamento extremamente violento e, apesar de ser um homem carinhoso e de colocar a família em primeiro lugar, seus rompantes de violência são meio exagerados e nada agradáveis.

sábado, 31 de janeiro de 2015

Resenha: O Duque e Eu – Julia Quinn


Título: O Duque e Eu
Título original: The Duke and I
Autora: Julia Quinn
Ano de lançamento: 2000
Ano de lançamento no Brasil: 2013 (edição que li)
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 288
Sinopse:

Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível. É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo. Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta. Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida.

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Eu adoro romances históricos! Todos eles são muito parecidos? Sim! Eles são super previsíveis e você sempre sabe como ele vai acabar? Mais uma vez, sim! Mesmo sabendo disso tudo, eu gosto.

Não sei qual foi a autora que me iniciou no gênero, mas sei que algumas das primeiras foram Jane Austen e Judith McNaught. Depois surgiu Julia Quinn que me cativou também.

 O Duque e Eu é o primeiro volume de uma série de oito livros, um para cada irmão da família Bridgerton. Sobre essa família, ela é realmente encantadora. Para começar, os filhos foram batizados em ordem alfabética de acordo com o nascimento. Assim temos Antony, Benedict, Colin, Daphne, Eloise, Francesca, Gregory e Hyacinth. Violet, a matriarca, precisa “cuidar” da família sozinha, desde que ficou viúva, ainda bem jovem – sim, mesmo ficando viúva jovem a mulher conseguiu ter 8 filhos!! O mais velho da prole tomou para si a responsabilidade de prover e proteger a família e assim eles vivem.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Resenha: A Abadia de Northanger – Jane Austen


Título: A Abadia de Northanger
Título original: Northanger Abbey
Autor: Jane Austen
Ano de lançamento: 1817
Ano de lançamento no Brasil: 2011 (pela primeira vez em 1944)
Editora: BestBolso
Número de páginas: 256


Sinopse oficial:

Catherine Morland é porventura a mais estúpida das heroínas de Austen. A própria insistência no termo “heroína” ao longo da obra e a constatação recorrente do quão pouco este epíteto se adequa à personagem central fazem parte da carga irónica da história. E se Catherine é ingénua para lá do que seria aceitável, e o seu amado Henry a personificação de todas as virtudes masculinas mais do que seria saudável, a perfídia dos maus da fita - amigos falsos, interesseiros e fúteis – não lhes fica atrás no exagero. Tudo isto seria deveras irritante não fora o tom divertido com que Austen assume ao longo das duas partes que constituem este livro o quão inverossímeis são as suas personagens…

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Aproveitei o mês de junho do Desafio Literário do Tigre para ler Jane Austen! O tema desse mês era “Autores queridos: Em junho, escolha um livro de um autor que você ama e que seja inédito para você. Se dê a felicidade de ler alguém que você gosta!” Não é segredo nenhum que os romances históricos estão entre meus gêneros literários favoritos, certo? E Austen é a autora de um dos meus livros favoritos, Orgulho e Preconceito. Apesar disso, li pouquíssimo dela até hoje – apenas dois dos vários livros que escreveu. Sendo assim, decidi ler A Abadia de Northanger, que tinha comprado em uma promoção no submarino ano passado.

sábado, 31 de maio de 2014

Resenha: O Morro dos Ventos Uivantes – Emily Brontë


Título: O Morro dos Ventos Uivantes
Título original: Wuthering Heights
Autor: Emily Brontë
Ano de lançamento: 1847
Ano de lançamento no Brasil: 1938 (edição que li de 2009)
Editora: Lua de Papel – grupo Leya (primeiro publicado pela editora Globo)
Número de páginas: 292


Sinopse oficial:

Na fazenda chamada Morro dos Ventos Uivantes nasce uma paixão devastadora entre Heathcliff e Catherine, amigos de infância e cruelmente separados pelo destino. Mas a união do casal é mais forte do que qualquer tormenta: um amor proibido que deixará rastros de ira e vingança. "Meu amor por Heathcliff é como uma rocha eterna. Eu sou Heathcliff", diz a apaixonada Cathy. O único romance escrito por Emily Brontë e uma das histórias de amor mais surpreendentes de todos os tempos, O Morro dos Ventos Uivantes é um clássico da literatura inglesa e tornou-se o livro favorito de milhares de pessoas.

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Esse sempre foi um livro meio desprezado por mim, nunca soube o porquê. Não tinha uma vontade enorme de comprar e nunca tive oportunidade de pegar emprestado com ninguém. Quando vi que tinha uma promoção no submarino e o livro estava a 6 reais, não resisti. Aproveitei que uma das categorias do Desafio Literário 2014 era Ler um livro com capa preta e me joguei na leitura.

(Essa resenha foi postada antes de eu começar a colocar músicas nos posts, mas não pude deixar de fazer um update aqui, já que essa música foi completamente inspirada no filme! Deixo a versão que mais gosto, mas a versão orginal pode ser conferida aqui!)

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Resenha: A Casa das Orquídeas – Lucinda Riley



Título: A Casa das Orquídeas
Título original: Hothouse Flower
Autora: Lucinda Riley
Ano de lançamento: 2010
Ano de lançamento no Brasil: 2012
Editora: Novo Conceito
Número de páginas: 560

Sinopse oficial adaptada:

Quando criança, a pianista Júlia Forrester passava seu tempo na estufa da propriedade de Wharton Park, onde flores exóticas cultivadas pelo seu avô nasciam e morriam com as estações. Agora, recuperando-se de uma tragédia na família, ela busca mais uma vez o conforto de Wharton Park, recém-herdada por Kit Crawford, um homem carismático que também tem uma história triste. No entanto, quando um antigo diário é encontrado durante uma reforma, os dois procuram a avó de Júlia para descobrirem a verdade sobre o romance que destruiu o futuro de Wharton Park... E, assim, Júlia é levada de volta no tempo, para o mundo onde um jovem casal foi separado cruelmente pela Segunda Guerra Mundial, cuja relação estava destinada a afetar a vida de muitas gerações.

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Esse é primeiro livro da Lucinda Riley que tive a oportunidade de ler. Para falar a verdade, nunca tinha ouvido falar da autora até me deparar com esse A Casa das Orquídeas. Achei a capa bonita – só dispensaria o casal no fundo – e o nome me chamou atenção. Quando li a sinopse, fiquei mais interessada ainda. Adoro romance histórico, e esse livro parecia ter uma pitada desse gênero.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Resenha: Orgulho e Preconceito – Jane Austen




Título: Orgulho e Preconceito
Título original: Pride and Prejudice
Autora: Jane Austen
Ano de lançamento: 1813
Ano de lançamento no Brasil: Primeiro lançamento em 1958. A edição que li foi lançada em 2008
Editora: Landmark (para a edição que li de 2008)
Número de páginas: 400


Sinopse oficial:

Na Inglaterra do final do século XVIII, as possibilidades de ascensão social eram limitadas para uma mulher sem dote. Elizabeth Bennet, de vinte anos, uma das cinco filhas de um espirituoso, mas imprudente senhor, no entanto, é um novo tipo de heroína, que não precisará de estereótipos femininos para conquistar o nobre Fitzwilliam Darcy e defender suas posições com perfeita lucidez de uma filósofa liberal da província. Lizzy é uma espécie de Cinderela esclarecida, iluminista, protofeminista. Neste livro, Jane Austen faz também uma crítica à futilidade das mulheres na voz dessa admirável heroína.
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Eu sou bem suspeita para falar, porque AMO Jane Austen! Um dos meus estilos favoritos de leitura são os romances históricos e uma das minhas autoras preferidas do gênero é a Jane.

Como muita gente, conheci o livro por causa do filme de 2005, com a Keira Knightley e Matthew MacFadyen nos papéis principais – na época lia mais fantasias e não conhecia Jane Austen. Gostei demais do filme e fiquei muito feliz em saber que era a adaptação de um livro. Corri para comprar o tal livro e só consegui me apaixonar ainda mais pelos personagens e pela estória como um todo.

Inglaterra, fim do século XVIII, somos apresentados à família Bennet, cujo patriarca é um pequeno proprietário rural de Meryton – cidade próxima a Londres. O livro é narrado em terceira pessoa, sempre pelo ponto de vista dos Bennet – principalmente de uma das filhas.

A família é composta de pai, mãe e cinco filhas e há a preocupação com o que será das seis mulheres quando o sr. Bennet morrer, uma vez que, na referida época e sociedade, o espólio ia para a linhagem masculina da família, ignorando a feminina. Como o casal só teve filhas, todas as posses iriam para um primo distante. Cai então em cima das meninas – pelo menos uma delas – a responsabilidade de um casamento proveitoso, pois era a única maneira de ascensão social na época.

A sra. Bennet é uma mãe “atenciosa” e muito preocupada em casar bem suas filhas, mas na verdade é muito superficial, fútil e um tanto ansiosa. Já o sr. Bennet tem o intelecto mais evoluído que sua esposa, mas não é muito cuidadoso com as atitudes das filhas, preferindo concordar com o que sabe não ser “correto” em troca de paz e sossego. Eu gostei muito do sr. Bennet, apesar de seus defeitos. Dou um grande crédito a ele, pois aguentar tal esposa não deve ser fácil! Eu não tive muita paciência para as preocupações e dramas da sra. Bennet.

A filha mais velha, Jane, é a mais bonita, e a maior parte da responsabilidade de garantir um bom casamento, fica nos seus ombros. Sendo muito romântica, deseja se casar por amor, mas sabe que não pode se dar a esse luxo, caso seja cortejada por um “bom partido”. Ela é meiga e super querida e me vi torcendo para que ela conseguisse se casar com quem desejasse. A segunda filha mais velha, Elizabeth – ou Lizzie, é o foco principal do livro e quase toda a trama gira em torno dela. É a mais inteligente e sagaz das cinco senhoritas Bennet, um tanto irônica e muito espirituosa, é também uma leitora assídua. É a melhor amiga e confidente da irmã mais velha e a favorita do pai (e minha também, claro). A terceira das filhas, Mary, tem participação restrita na história, sendo retratada com poucos talentos, apesar de ser a que mais se esforça para aperfeiçoá-los, e as duas mais jovens, Kitty e Lydia, são mais desmioladas e inconsequentes, sendo a caçula, a pior das duas.

Vale lembrar que, nessa época, a moral da mulher e o bom nome da família eram muito importantes e levados em alta conta quando um homem procurava uma esposa. E se algo acontece com um integrante da família, o nome de todos ficava manchando na sociedade e, com isso, as chances das moças conseguirem um bom casamento, diminuíam.

A rotina da família é, então, alterada pelo aparecimento do sr. Bingley, que deseja comprar uma propriedade nas vizinhanças. Ele traz consigo seu melhor amigo, sr. Darcy, e suas duas irmãs, umas delas acompanhada pelo marido. Jane atrai logo as atenções do sr. Bingley, enquanto Lizzie e o sr. Darcy se estranham, já que o cavalheiro é um tanto arrogante e preconceituoso e Lizzie não é exatamente um cordeirinho manso.

E é aí que Jane Austen tece sua trama, retratando exatamente a sociedade à qual vivia, com todos os seus costumes, tradições e restrições. Lizzie é uma personagem que tenta romper com os costumes da época, pois ao invés de se calar e concordar com o que os homens falam, prefere discutir e mostrar seu ponto de vista – às vezes de forma um pouco acalorada. Além de não se importar muito se irá se casar ou não e desejando que, se isso acontecer, o cavalheiro seja, preferencialmente, detentor de intelecto e não de propriedades.

A autora foi, a seu modo, uma “revolucionária”, com personagens femininas corajosas e destemidas e não tolas e submissas, como se esperava das mulheres na sociedade machista em que vivia. Orgulho e Preconceito é a obra mais conhecida da autora e um clássico da literatura.

Só como curiosidade, o protagonista desse livro, sr. Darcy, foi inspirado no homem que a própria autora amava e nunca pôde ter. =(
E claro que o personagem irá sempre figurar nas listas dos protagonistas masculinos mais amados pelos leitores – pelo menos para mim, está lá em cima na lista!

Estando entre os meus livros favoritos, claro que eu recomendo muito a leitura!


Samy =)


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