sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Progresso de fevereiro do Desafio Literário 2014

A partir desse mês farei um post com os livros lidos para o Desafio Literário 2014, além dos posts normais com as resenhas desses livros, ok?

Bom, para o livro obrigatório, tínhamos: Ler um livro que tenha mais de 6 meses na sua estante e ainda não foi lido e depois resenhá-lo. O escolhido para essa categoria foi:



 Seis Túmulos para Munique - Mario Puzo

Em 1945, no Palácio da Justiça de Munique, sete oficiais da Gestapo torturam há semanas o capitão Michael Rogan, da Inteligência dos Estados Unidos. Dez anos depois, todos os sete homens conseguiram escapar de seus julgamentos, construindo vidas novas em ambos os lados da Cortina de Ferro. Mas eles não sabem que a bala enterrada no crânio de Rogan não o matou. Agora, parcialmente recuperado dos danos provocados pelo regime alemão, ele está pronto para a vingança.

 Já postei a resenha desse semana passada aqui!





quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Resenha: É Melhor Não Saber – Chevy Stevens


Vamos ao livro lido para o Desafio Literário do Tigre para o mês de Fevereiro! O tema desse mês é Julgando pela capa - escolher o livro sem levar em consideração o autor ou o estilo e sem ler a sinopse. O escolhido pela capa foi:

Título: É Melhor não Saber
Título original: Never Knowing
Autor: Chevy Stevens
Ano de lançamento: 2011
Ano de lançamento no Brasil: 2013
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 320


Sinopse oficial adaptada:

Sara Gallagher nunca sentiu que pertencesse de verdade à sua família de criação. Embora sua mãe seja amorosa e gentil e ela se dê bem com sua irmã Lauren, a relação com o pai e a irmã caçula, Melanie, sempre foi complicada.
Às vésperas de se casar, Sara decide que está pronta para investigar o passado e descobrir suas origens. Mas a verdade é muito mais aterrorizante do que ela poderia imaginar. Toda a sua paz acaba quando a história de suas origens é divulgada na internet e o pai que ela anteriormente queria conhecer resolve entrar em sua vida de forma avassaladora. Eufórico com a descoberta de que tem uma filha, John vê nela sua única chance de redenção. E, para criar um vínculo com Sara, ele está disposto a tudo. É melhor não saber é um complexo retrato de uma mulher tentando entender suas origens. Uma história cheia de reviravoltas, na qual ninguém é completamente bom ou mau.

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Peguei esse livro pela capa, para o Desafio do Tigre, sem saber o que viria – até temi que fosse algo no estilo Nicholas Sparks, que não gosto. Como a ideia era abrir a cabeça e não escolher algo por um estilo que a gente já gosta, não pensei muito nisso e comecei a leitura – em geral evito as sinopses pois são recheadas de spoilers, por isso faço algumas adaptadas aqui, alterando quando entregam demais o enredo.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Resenha: Mario Puzo – Seis Túmulos para Munique



Chegou a hora do primeiro livro de fevereiro lido para o Desafio Literário 2014! O tema desse era - Ler um livro que tenha mais de 6 meses na sua estante e ainda não foi lido e depois resenhá-lo. Então segue o escolhido!

Título: Seis Túmulos para Munique
Título original: Six Graves to Munich
Autor: Mario Puzo (publicado originalmente sob o pseudônimo de Mario Cleri)
Ano de lançamento: 1967
Ano de lançamento no Brasil: 2012
Editora: Record
Número de páginas: 192
Sinopse oficial:

Em 1945, no Palácio da Justiça de Munique, sete oficiais da Gestapo torturam há semanas o capitão Michael Rogan, da Inteligência dos Estados Unidos. Dez anos depois, todos os sete homens conseguiram escapar de seus julgamentos, construindo vidas novas em ambos os lados da Cortina de Ferro. Mas eles não sabem que a bala enterrada no crânio de Rogan não o matou. Agora, parcialmente recuperado dos danos provocados pelo regime alemão, ele está pronto para a vingança.

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Esse foi o segundo livro do Mario Puzo que li e só me fez ter mais vontade ainda ler os outros. Foi publicado 2 anos antes de O Poderoso Chefão e o assunto é bem diferente do clássico livro sobre a máfia italiana (resenhado aqui). É um livro bem fino, de leitura super rápida e bem fluida – nesse caso, bem diferente da história de Don Vito Corleone, que a leitura é bem mais difícil. O autor conseguiu me prender totalmente à estória desde o início do livro. Percebe-se que ele não se prende a detalhes e vai direto ao ponto, sem rodeios, sem enrolação. Gostei bastante desse aspecto do livro.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Tirinha de Domingo


E Armandinho - no caso a Fê - mostrando como a beleza pode ser menos importante que outros atributos! :D
Mais uma do Alexandre Beck!



sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Infinitas Séries - The Middle


Hoje eu vou fazer algo diferente e vou comentar uma das séries que eu mais gosto e será uma comédia! Vamos de...



Primeiro Episódio Lançado: 30 de Setembro de 2009
Criadoras: DeAnn Heline, Eileen Heisler
Status: Quinta Temporada
Curiosidade: Brock Ciarlelli e Eden Sher atores vencedores de prêmios de 2013.





Essa série conta a história de uma família Heck, composta por cinco integrantes e aí começa o maior problema para alguém que gosta bastante de seriados: quem é seu personagem preferido? Puxa vida, eu não ainda sei escolher. A mãe, Frankie, interpretada por Patricia Heaton, é a narradora oficial da série, uma pessoa divertidíssima que poderia ser a sua mãe, pelo menos a minha, em vários aspectos. Mas mãe, se estiver lendo isso, por favor, ignore as partes em que sabemos que Frankie é uma bagunceira, ok? Trabalhadora e com sua baixa estatura, essa pequena e graciosa mãe não é nada fácil: faz de tudo pelos filhos, sempre tentando aparentar menos dificuldade do que realmente tem. Seu marido, Mike, um homem que está sempre - gente, eu digo, sempre, observem! - de camisa xadrez, é um viciado em esportes que passa o dia trabalhando e quando não o faz, vê tv. Admirado pelos filhos, pois nunca lhes dá aquele famoso puxão de orelha, é o mais pacato e paciente da família. Diversas vezes nós podemos assistir a algumas discussões familiares que envolvem Frank e Mike e é engraçado como ele detesta qualquer uma delas, geralmente falando que concorda. Os comportamentos são classicamente estereotipados e isso é mais engraçado porque nos encaixamos na maioria deles, tornando simplesmente divertido assistir. As vezes penso que é como se assistissemos a vida em si passando na televisão, é um seriado de comédia, mas profundamente reflexivo. Será que todo mundo consegue perceber esse fato? E os filhos? Sempre ouço que filhos nunca são iguais e essa família ilustra bem isso: Axl é o mais velho de todos, um adolescente típico bonitão, esportista, popular e bastante convencido, também tem a Sue, uma adolescente que já me parece infanto-juvenil: suas blusas com ursinhos estampados, seu aparelho fixo sempre brilhante, seu cabelo partido ao meio e seus olhos que parecem se iluminar com coisas simples do dia a dia, ela está sempre cantando e se preocupa com todas as coisas, é inocente e bastante bondosa, às vezes me esqueço que Sue já poderia ser uma mocinha colegial, com seu otimismo e, apesar de todo esforço para ser aceita na escola e, digamos, na vida, Sue é uma guerreira. E o último e o mais novo filho, Brick, o filho que um dia foi dito ter nascido por um mero deslize dos pais é o mais inteligente de todos eles, embora tenha bastante dificuldade de se relacionar com as pessoas e passe mais tempo lendo livros do que fazendo qualquer outra coisa, também tem uma mania constante de lamber as coisas e de olhar para cima ao questionar alguma delas, Brick é um aluno excepcional em algumas matérias, embora tenha dificuldade de aprender outras e tenha turmas especiais para relacionamentos, com alunos não convencionais, digamos assim. Gosto muito de vê-lo devorando livros, pois me incentiva a ler alguns, embora me deixe com um pouco de agonia vê-lo fazer isso em plena mesa de jantar. Quando comecei a ver The Middle acreditei que cada episódio seria forçar a barra, pois séries de comédia hoje em dia não mais me fazem rir. Essa série, além de ser bem leve e atender todo tipo de público, crianças, jovens e adultos, é inteligente, bem construída, educativa em alguns pontos e engraçada na maioria. Eu recomendo The Middle e acho que é um anti stress natural, com toda sinceridade. Me conquistou pela simplicidade, leveza, personagens sinceros, reais, qualquer um deles poderia realmente existir. Os Hecks passam dificuldades que todos nós passamos. Eles compram coisas em promoção, eles mantém segredos, eles discutem e voltam atrás, eles tem que dividir as coisas, eles tem o dia certo para fazer coisas e tradições para muitas delas. A série merece destaque e aqui está ele! Até mais!

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Resenha: A Casa das Orquídeas – Lucinda Riley



Título: A Casa das Orquídeas
Título original: Hothouse Flower
Autora: Lucinda Riley
Ano de lançamento: 2010
Ano de lançamento no Brasil: 2012
Editora: Novo Conceito
Número de páginas: 560

Sinopse oficial adaptada:

Quando criança, a pianista Júlia Forrester passava seu tempo na estufa da propriedade de Wharton Park, onde flores exóticas cultivadas pelo seu avô nasciam e morriam com as estações. Agora, recuperando-se de uma tragédia na família, ela busca mais uma vez o conforto de Wharton Park, recém-herdada por Kit Crawford, um homem carismático que também tem uma história triste. No entanto, quando um antigo diário é encontrado durante uma reforma, os dois procuram a avó de Júlia para descobrirem a verdade sobre o romance que destruiu o futuro de Wharton Park... E, assim, Júlia é levada de volta no tempo, para o mundo onde um jovem casal foi separado cruelmente pela Segunda Guerra Mundial, cuja relação estava destinada a afetar a vida de muitas gerações.

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Esse é primeiro livro da Lucinda Riley que tive a oportunidade de ler. Para falar a verdade, nunca tinha ouvido falar da autora até me deparar com esse A Casa das Orquídeas. Achei a capa bonita – só dispensaria o casal no fundo – e o nome me chamou atenção. Quando li a sinopse, fiquei mais interessada ainda. Adoro romance histórico, e esse livro parecia ter uma pitada desse gênero.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Resenha: A Borboleta Tatuada – Philip Pullman



Título: A Borboleta Tatuada
Título original: The White Mercedes depois relançado como The Butterfly Tattoo
Autor: Philip Pullman
Ano de lançamento: 1992 e 1998 com o novo nome
Ano de lançamento no Brasil: 2004
Editora: Objetiva
Número de páginas: 176


Sinopse oficial:

Chris Marshall é um garoto de 17 anos, que vive em Oxford com a mãe e trabalha em uma loja de aparelhos eletrônicos durante as férias escolares. Ajudando seu chefe, Barry Miller, a produzir a iluminação de uma festa de formatura, conhece inesperadamente Jenny, uma garota linda e cheia de segredos, por quem Chris se apaixona perdidamente. Vindos de duas realidades totalmente diferentes – Jenny fugiu de casa e mora nas ruas de Oxford – os dois jovens começam uma relação turbulenta e assombrada pelo passado que Jenny reluta em revelar por completo. Numa trama brilhantemente construída os destinos de Chris, Jenny e Barry irão se cruzar de forma irreversível, criando mal-entendidos e fazendo com que um inocente caso amoroso enverede por um caminho sinistro de perigo e traição. Nesta história de amor trágica e contemporânea, Chris descobrirá que os ideais de verdade e a confiança não são tão simples como ele sempre acreditou.
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Fui apresentada a Philip Pullman, como a maioria das pessoas, com a trilogia Fronteiras do Universo­ – A Bússola de Ouro, A Faca Sutil e A Luneta Âmbar. Gostei bastante dessa trilogia e resolvi ler outros livros do autor e ver se mantinha minha boa opinião.

Chris é um garoto de classe média de Oxford que conhece e salva uma misteriosa garota – Jenny –  e se apaixona irreversivelmente no primeiro momento que a vê. A estória do livro se desenvolve em torno da relação entre Jenny, Chris e Barry, chefe de Chris durante as férias escolares. Barry é um cara, aparentemente, de boa índole, que se dá bem com todas as pessoas e super carismático. No decorrer da trama vamos sendo enrolados pelas mentiras e verdades não contadas e percebemos que nada é o que parece e que não se pode confiar em ninguém.

As primeiras palavras do livro são “Chris Marshall conheceu a garota que iria matar numa noite quente, no princípio de junho…”. Nessa, você não sabe se quer matar o autor por contar o final do livro na primeira linha, ou ler correndo para saber como isso acontece. No decorrer da narrativa percebemos que a intenção de Pullman não é nos prender pelo fim do livro e sim por como chegou lá.

Achei extremamente chato o relacionamento do Chris com a Jenny. O rapaz fica completamente obsessivo em relação à moça e seus sentimentos são muito exagerados, por uma pessoa que acabou de conhecer e sabe pouco mais do que seu nome. Chegou a se tornar uma relação doentia, ao meu ver. Quase larguei o livro, mas resisti, pois nos outros momentos, o protagonista chegava a ser bem carismático e acabei gostando do jeito inocente dele.

O livro é todo narrado em terceira pessoa, cada hora focando em um personagem – Chris, Jenny ou Barry – e acabei demorando um pouco a me acostumar, pois em alguns momentos estamos acompanhando os pensamentos e devaneios de determinado personagem e, repentinamente, o autor começa a conversar exclusivamente com o leitor e contar coisas que aquele personagem não sabe, esclarecendo os mistérios à medida que são apresentados.

São abordados temas polêmicos no livro, mas nenhum de forma aprofundada e acabei achando pouco importante o fato. Parece que foram jogados lá apenas para explicar determinadas coisas na estória. Não achei os personagens bem construídos e, apesar de ter gostado do jeito do Chris quando a Jenny não está envolvida, não apeguei verdadeiramente a nenhum deles. Só pude pensar que foi proposital, por algum motivo, já que sabemos que o autor é capaz de criar personagens muito marcantes, como aconteceu em Fronteiras do Universo.

Não achei um livro memorável, mas a estória me prendeu e foi bom como um passatempo, apesar de esperar mais do autor. Recomendo, mas tente não ir com muitas expectativas.

Samy =)
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