sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Progresso de fevereiro do Desafio Literário 2014

A partir desse mês farei um post com os livros lidos para o Desafio Literário 2014, além dos posts normais com as resenhas desses livros, ok?

Bom, para o livro obrigatório, tínhamos: Ler um livro que tenha mais de 6 meses na sua estante e ainda não foi lido e depois resenhá-lo. O escolhido para essa categoria foi:



 Seis Túmulos para Munique - Mario Puzo

Em 1945, no Palácio da Justiça de Munique, sete oficiais da Gestapo torturam há semanas o capitão Michael Rogan, da Inteligência dos Estados Unidos. Dez anos depois, todos os sete homens conseguiram escapar de seus julgamentos, construindo vidas novas em ambos os lados da Cortina de Ferro. Mas eles não sabem que a bala enterrada no crânio de Rogan não o matou. Agora, parcialmente recuperado dos danos provocados pelo regime alemão, ele está pronto para a vingança.

 Já postei a resenha desse semana passada aqui!





quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Resenha: É Melhor Não Saber – Chevy Stevens


Vamos ao livro lido para o Desafio Literário do Tigre para o mês de Fevereiro! O tema desse mês é Julgando pela capa - escolher o livro sem levar em consideração o autor ou o estilo e sem ler a sinopse. O escolhido pela capa foi:

Título: É Melhor não Saber
Título original: Never Knowing
Autor: Chevy Stevens
Ano de lançamento: 2011
Ano de lançamento no Brasil: 2013
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 320


Sinopse oficial adaptada:

Sara Gallagher nunca sentiu que pertencesse de verdade à sua família de criação. Embora sua mãe seja amorosa e gentil e ela se dê bem com sua irmã Lauren, a relação com o pai e a irmã caçula, Melanie, sempre foi complicada.
Às vésperas de se casar, Sara decide que está pronta para investigar o passado e descobrir suas origens. Mas a verdade é muito mais aterrorizante do que ela poderia imaginar. Toda a sua paz acaba quando a história de suas origens é divulgada na internet e o pai que ela anteriormente queria conhecer resolve entrar em sua vida de forma avassaladora. Eufórico com a descoberta de que tem uma filha, John vê nela sua única chance de redenção. E, para criar um vínculo com Sara, ele está disposto a tudo. É melhor não saber é um complexo retrato de uma mulher tentando entender suas origens. Uma história cheia de reviravoltas, na qual ninguém é completamente bom ou mau.

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Peguei esse livro pela capa, para o Desafio do Tigre, sem saber o que viria – até temi que fosse algo no estilo Nicholas Sparks, que não gosto. Como a ideia era abrir a cabeça e não escolher algo por um estilo que a gente já gosta, não pensei muito nisso e comecei a leitura – em geral evito as sinopses pois são recheadas de spoilers, por isso faço algumas adaptadas aqui, alterando quando entregam demais o enredo.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Resenha: Mario Puzo – Seis Túmulos para Munique



Chegou a hora do primeiro livro de fevereiro lido para o Desafio Literário 2014! O tema desse era - Ler um livro que tenha mais de 6 meses na sua estante e ainda não foi lido e depois resenhá-lo. Então segue o escolhido!

Título: Seis Túmulos para Munique
Título original: Six Graves to Munich
Autor: Mario Puzo (publicado originalmente sob o pseudônimo de Mario Cleri)
Ano de lançamento: 1967
Ano de lançamento no Brasil: 2012
Editora: Record
Número de páginas: 192
Sinopse oficial:

Em 1945, no Palácio da Justiça de Munique, sete oficiais da Gestapo torturam há semanas o capitão Michael Rogan, da Inteligência dos Estados Unidos. Dez anos depois, todos os sete homens conseguiram escapar de seus julgamentos, construindo vidas novas em ambos os lados da Cortina de Ferro. Mas eles não sabem que a bala enterrada no crânio de Rogan não o matou. Agora, parcialmente recuperado dos danos provocados pelo regime alemão, ele está pronto para a vingança.

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Esse foi o segundo livro do Mario Puzo que li e só me fez ter mais vontade ainda ler os outros. Foi publicado 2 anos antes de O Poderoso Chefão e o assunto é bem diferente do clássico livro sobre a máfia italiana (resenhado aqui). É um livro bem fino, de leitura super rápida e bem fluida – nesse caso, bem diferente da história de Don Vito Corleone, que a leitura é bem mais difícil. O autor conseguiu me prender totalmente à estória desde o início do livro. Percebe-se que ele não se prende a detalhes e vai direto ao ponto, sem rodeios, sem enrolação. Gostei bastante desse aspecto do livro.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Tirinha de Domingo


E Armandinho - no caso a Fê - mostrando como a beleza pode ser menos importante que outros atributos! :D
Mais uma do Alexandre Beck!



sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Infinitas Séries - The Middle


Hoje eu vou fazer algo diferente e vou comentar uma das séries que eu mais gosto e será uma comédia! Vamos de...



Primeiro Episódio Lançado: 30 de Setembro de 2009
Criadoras: DeAnn Heline, Eileen Heisler
Status: Quinta Temporada
Curiosidade: Brock Ciarlelli e Eden Sher atores vencedores de prêmios de 2013.





Essa série conta a história de uma família Heck, composta por cinco integrantes e aí começa o maior problema para alguém que gosta bastante de seriados: quem é seu personagem preferido? Puxa vida, eu não ainda sei escolher. A mãe, Frankie, interpretada por Patricia Heaton, é a narradora oficial da série, uma pessoa divertidíssima que poderia ser a sua mãe, pelo menos a minha, em vários aspectos. Mas mãe, se estiver lendo isso, por favor, ignore as partes em que sabemos que Frankie é uma bagunceira, ok? Trabalhadora e com sua baixa estatura, essa pequena e graciosa mãe não é nada fácil: faz de tudo pelos filhos, sempre tentando aparentar menos dificuldade do que realmente tem. Seu marido, Mike, um homem que está sempre - gente, eu digo, sempre, observem! - de camisa xadrez, é um viciado em esportes que passa o dia trabalhando e quando não o faz, vê tv. Admirado pelos filhos, pois nunca lhes dá aquele famoso puxão de orelha, é o mais pacato e paciente da família. Diversas vezes nós podemos assistir a algumas discussões familiares que envolvem Frank e Mike e é engraçado como ele detesta qualquer uma delas, geralmente falando que concorda. Os comportamentos são classicamente estereotipados e isso é mais engraçado porque nos encaixamos na maioria deles, tornando simplesmente divertido assistir. As vezes penso que é como se assistissemos a vida em si passando na televisão, é um seriado de comédia, mas profundamente reflexivo. Será que todo mundo consegue perceber esse fato? E os filhos? Sempre ouço que filhos nunca são iguais e essa família ilustra bem isso: Axl é o mais velho de todos, um adolescente típico bonitão, esportista, popular e bastante convencido, também tem a Sue, uma adolescente que já me parece infanto-juvenil: suas blusas com ursinhos estampados, seu aparelho fixo sempre brilhante, seu cabelo partido ao meio e seus olhos que parecem se iluminar com coisas simples do dia a dia, ela está sempre cantando e se preocupa com todas as coisas, é inocente e bastante bondosa, às vezes me esqueço que Sue já poderia ser uma mocinha colegial, com seu otimismo e, apesar de todo esforço para ser aceita na escola e, digamos, na vida, Sue é uma guerreira. E o último e o mais novo filho, Brick, o filho que um dia foi dito ter nascido por um mero deslize dos pais é o mais inteligente de todos eles, embora tenha bastante dificuldade de se relacionar com as pessoas e passe mais tempo lendo livros do que fazendo qualquer outra coisa, também tem uma mania constante de lamber as coisas e de olhar para cima ao questionar alguma delas, Brick é um aluno excepcional em algumas matérias, embora tenha dificuldade de aprender outras e tenha turmas especiais para relacionamentos, com alunos não convencionais, digamos assim. Gosto muito de vê-lo devorando livros, pois me incentiva a ler alguns, embora me deixe com um pouco de agonia vê-lo fazer isso em plena mesa de jantar. Quando comecei a ver The Middle acreditei que cada episódio seria forçar a barra, pois séries de comédia hoje em dia não mais me fazem rir. Essa série, além de ser bem leve e atender todo tipo de público, crianças, jovens e adultos, é inteligente, bem construída, educativa em alguns pontos e engraçada na maioria. Eu recomendo The Middle e acho que é um anti stress natural, com toda sinceridade. Me conquistou pela simplicidade, leveza, personagens sinceros, reais, qualquer um deles poderia realmente existir. Os Hecks passam dificuldades que todos nós passamos. Eles compram coisas em promoção, eles mantém segredos, eles discutem e voltam atrás, eles tem que dividir as coisas, eles tem o dia certo para fazer coisas e tradições para muitas delas. A série merece destaque e aqui está ele! Até mais!

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Resenha: A Casa das Orquídeas – Lucinda Riley



Título: A Casa das Orquídeas
Título original: Hothouse Flower
Autora: Lucinda Riley
Ano de lançamento: 2010
Ano de lançamento no Brasil: 2012
Editora: Novo Conceito
Número de páginas: 560

Sinopse oficial adaptada:

Quando criança, a pianista Júlia Forrester passava seu tempo na estufa da propriedade de Wharton Park, onde flores exóticas cultivadas pelo seu avô nasciam e morriam com as estações. Agora, recuperando-se de uma tragédia na família, ela busca mais uma vez o conforto de Wharton Park, recém-herdada por Kit Crawford, um homem carismático que também tem uma história triste. No entanto, quando um antigo diário é encontrado durante uma reforma, os dois procuram a avó de Júlia para descobrirem a verdade sobre o romance que destruiu o futuro de Wharton Park... E, assim, Júlia é levada de volta no tempo, para o mundo onde um jovem casal foi separado cruelmente pela Segunda Guerra Mundial, cuja relação estava destinada a afetar a vida de muitas gerações.

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Esse é primeiro livro da Lucinda Riley que tive a oportunidade de ler. Para falar a verdade, nunca tinha ouvido falar da autora até me deparar com esse A Casa das Orquídeas. Achei a capa bonita – só dispensaria o casal no fundo – e o nome me chamou atenção. Quando li a sinopse, fiquei mais interessada ainda. Adoro romance histórico, e esse livro parecia ter uma pitada desse gênero.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Resenha: A Borboleta Tatuada – Philip Pullman



Título: A Borboleta Tatuada
Título original: The White Mercedes depois relançado como The Butterfly Tattoo
Autor: Philip Pullman
Ano de lançamento: 1992 e 1998 com o novo nome
Ano de lançamento no Brasil: 2004
Editora: Objetiva
Número de páginas: 176


Sinopse oficial:

Chris Marshall é um garoto de 17 anos, que vive em Oxford com a mãe e trabalha em uma loja de aparelhos eletrônicos durante as férias escolares. Ajudando seu chefe, Barry Miller, a produzir a iluminação de uma festa de formatura, conhece inesperadamente Jenny, uma garota linda e cheia de segredos, por quem Chris se apaixona perdidamente. Vindos de duas realidades totalmente diferentes – Jenny fugiu de casa e mora nas ruas de Oxford – os dois jovens começam uma relação turbulenta e assombrada pelo passado que Jenny reluta em revelar por completo. Numa trama brilhantemente construída os destinos de Chris, Jenny e Barry irão se cruzar de forma irreversível, criando mal-entendidos e fazendo com que um inocente caso amoroso enverede por um caminho sinistro de perigo e traição. Nesta história de amor trágica e contemporânea, Chris descobrirá que os ideais de verdade e a confiança não são tão simples como ele sempre acreditou.
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Fui apresentada a Philip Pullman, como a maioria das pessoas, com a trilogia Fronteiras do Universo­ – A Bússola de Ouro, A Faca Sutil e A Luneta Âmbar. Gostei bastante dessa trilogia e resolvi ler outros livros do autor e ver se mantinha minha boa opinião.

Chris é um garoto de classe média de Oxford que conhece e salva uma misteriosa garota – Jenny –  e se apaixona irreversivelmente no primeiro momento que a vê. A estória do livro se desenvolve em torno da relação entre Jenny, Chris e Barry, chefe de Chris durante as férias escolares. Barry é um cara, aparentemente, de boa índole, que se dá bem com todas as pessoas e super carismático. No decorrer da trama vamos sendo enrolados pelas mentiras e verdades não contadas e percebemos que nada é o que parece e que não se pode confiar em ninguém.

As primeiras palavras do livro são “Chris Marshall conheceu a garota que iria matar numa noite quente, no princípio de junho…”. Nessa, você não sabe se quer matar o autor por contar o final do livro na primeira linha, ou ler correndo para saber como isso acontece. No decorrer da narrativa percebemos que a intenção de Pullman não é nos prender pelo fim do livro e sim por como chegou lá.

Achei extremamente chato o relacionamento do Chris com a Jenny. O rapaz fica completamente obsessivo em relação à moça e seus sentimentos são muito exagerados, por uma pessoa que acabou de conhecer e sabe pouco mais do que seu nome. Chegou a se tornar uma relação doentia, ao meu ver. Quase larguei o livro, mas resisti, pois nos outros momentos, o protagonista chegava a ser bem carismático e acabei gostando do jeito inocente dele.

O livro é todo narrado em terceira pessoa, cada hora focando em um personagem – Chris, Jenny ou Barry – e acabei demorando um pouco a me acostumar, pois em alguns momentos estamos acompanhando os pensamentos e devaneios de determinado personagem e, repentinamente, o autor começa a conversar exclusivamente com o leitor e contar coisas que aquele personagem não sabe, esclarecendo os mistérios à medida que são apresentados.

São abordados temas polêmicos no livro, mas nenhum de forma aprofundada e acabei achando pouco importante o fato. Parece que foram jogados lá apenas para explicar determinadas coisas na estória. Não achei os personagens bem construídos e, apesar de ter gostado do jeito do Chris quando a Jenny não está envolvida, não apeguei verdadeiramente a nenhum deles. Só pude pensar que foi proposital, por algum motivo, já que sabemos que o autor é capaz de criar personagens muito marcantes, como aconteceu em Fronteiras do Universo.

Não achei um livro memorável, mas a estória me prendeu e foi bom como um passatempo, apesar de esperar mais do autor. Recomendo, mas tente não ir com muitas expectativas.

Samy =)

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Trilha sonora: The Blacklist

The Blacklist é uma série nova, mas que já começou bem instigante. A primeira temporada foi lançada em 23 de setembro de 2013 e terá 22 episódios. Não vou dar muitos detalhes, vou pedir a Lú para ver e nos dar uma resenha. Mas só para situar a minha escolha de músicas, Raymond Reddington é um dos criminosos mais procurados do FBI, ele resolve se entregar, no entanto só quer falar com a agente Elizabeth Keen.

Logo no segundo episódio, para caracterizar bem o personagem Raymond Reddington, eles utilizam a  música "Sympathy for the Devil", lançada no álbum Beggar's Banquet, de 1968, da banda The Rolling Stones. Ela foi escrita por Mick Jagger e o ritmo foi sugerido por Keith Richards. Por causa dela a banda foi acusada de satanismo, com essa letra seria estranho se não fosse. Não é a primeira vez que ela aparece em uma trilha sonora e eu duvido que seja a última. Ela aparece no final do filme Entrevista com o Vampiro e para mim ficou perfeita para o personagem Lestat que é um detestável amado. E dessa mesma forma ela aparece para Raymond Reddington, um personagem sem escrúpulo, mas que vai te cativar.


Já Elizabeth Keen fica meio perdida na carreira, na família e na sua relação com Red. No oitavo episódio podemos ver por um momento sua fragilidade. Para essa cena foi escolhida a música "Welcome Home" do Radical Face (Ben Cooper). Ela já foi usada numa propaganda da Nikon e eu nunca achava para ouvir, até que vi nesse episódio. Ela tem uns barulhinhos parecidos com os de mensageiros dos sonhos que eu adoro e uma batidinha que me lembrou palmas ou como se tivesse batendo na perna, que mesmo não sendo isso ficou bom de ouvir. Me remeteu a uma música tocada em uma roda, com violão e gente acompanhando com palmas, uma coisa mais aconchegante.


O nono e o décimo episódios são basicamente um só. Eles fecham a primeira parte da temporada, antes da pausa de fim de ano. Durante os dois episódios só é tocada uma música e mesmo assim para fechar. E para fechar bem essa primeira parte não podiam escolher uma musica melhor do que "Pendulum" do Pearl Jam, que conseguiu exprimir bem a relação entre Keen e Red. Esta música está no álbum mais recente da banda, Lightning Bolt, lançado em 14 de outubro de 2013. Não é a primeira música deles em uma trilha sonora, não podemos esquecer de Man Of The Hour, que está no filme Big Fish, e de todas as músicas do filme Into The Wild, que são do Eddie Vedder.


Bom, eu escolhi as músicas mais marcantes em cada parte da temporada que achei mais importante até agora. Mas todas as músicas são muito boas. Vale a pena assistir a série e buscar as músicas depois.


Nat  =D

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Tirinha de Domingo

A Tirinha de hoje é em homenagem à Natália, que ama um spoiler como ninguém, e tem que se segurar para não soltar para as pessoas normais que não curtem! hahahaha :*
Bom domingo a todos!


Depois sai com nariz quebrado e num sabe porque!

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Além do Infinito: Livros adaptados para o cinema em 2014


Esse ano está cheio de livros que serão adaptados para o cinema! Alguns são continuações, outros remakes e outros, ainda, enredos originais. Hoje viemos mostrar para vocês alguns desses filmes! Quem, como eu, gosta de ler o livro antes, já prepare a lista de leitura para os que acharem mais interessantes.
Como são muitos, dividi o post em três partes. Confiram a primeira parte! *Sim, alguns já foram lançados, estou publicando com atraso, me desculpem!*
 O Lobo de Wall Street – autobiografia de Jordan Belfort
“Durante o dia ele ganhava milhares de dólares por minuto. Durante as noites gastava o mais rápido que podia, com drogas, sexo e viagens internacionais. Esta é a história de Jordan Belfort, mais conhecido como 'O Lobo de Wall Street', cujas artimanhas acabaram levando-o para a prisão. Nesta autobiografia, ele narra como realizava as suas operações e como foi viver no topo do mundo”. O filme é de Martin Scorsese, estreou dia 24 de janeiro e tem Leonardo DiCaprio no papel principal. Foi indicado a 5 categorias do Oscar.


Frankenstein – Mary Shelley
Mais uma releitura para o clássico de Mary Shelley, escrito em 1818. I, Frankenstein, mostra o monstro, chamado de Adam Frankenstein, envolvido em uma batalha entre os monstruosos Demônios, liderados príncipe Naberius e os Gárgulas, chefiados pela Rainha Leonore. Essas releituras de antigos clássicos viraram moda ultimamente – e vários deles estragaram bastante as estórias originais. Vamos ver o que saiu desse novo Frank. A estreia no Brasil também ocorreu em janeiro.



A Menina que Roubava Livros – Markus Zusak

O livro é um drama narrado pela Morte e, na estória, acompanhamos a jovem Liesel durante os horrores da Alemanha nazista durante a Segunda Guerra Mundial. O filme, que recebeu o mesmo nome do livro, foi lançado há alguns meses nos EUA, mas só chegou aqui no Brasil na primeira semana de fevereiro.



 Caçadores de Obras-Primas –  Robert M. Edsel

A obra trata do trabalho realizado pelos Monuments Man, soldados que tentaram dificultar ou impedir um grande roubo cometido por Hitler durante a Segunda Guerra Mundial. Estima-se que ele e seus homens tenham se apossado de mais de 5 milhões de objetos culturais. O objetivo era criar o maior acervo de obras-primas do mundo em terras alemãs. O título do filme em inglês será The Monuments Man e está marcado para estrear em fevereiro.

Lone Survivor – Marcus Luttrell

O filme foi baseado no livro de não-ficção de Marcus Luttrell, lançado em 2007 e não lançado no Brasil. Retrata acontecimentos dos Navy Seals dos ​​Estados Unidos na missão Operação Red Wings durante a guerra no Afeganistão. Nessa missão, quatro membros da SEAL Team 10 foram incumbidos de capturar ou matar o líder do Taliban Ahmad Shah. O lançamento sera em janeiro, mas em novembro e dezembro foram realizadas sessões limitadas nos EUA. No Brasil, o lançamento ocorrerá no final de fevereiro.

Jack Ryan: Operação Sombra – Tom Clancy

Esse é o quinto filme lançando com o personagem Jack Ryan criado pelo autor americano Tom Clancy e não é uma adaptação de uma obra específica, mas uma estória original. Um jovem oficial da Marinha converte-se em analista financeiro. No trabalho, descobre um complô para desvalorizar a moeda americana. Assim, ele tenta salvar a economia de seu país contra terroristas russos. O filme foi dedicado a Clancy, que faleceu em 2013 e será lançado em fevereiro no Brasil. Em alguns países o lançamento ocorreu em janeiro.


Um Conto do Destino – Mark Helprin

Em uma noite gelada, mecânico e larápio Peter Lake consegue invadir uma mansão do Upper West Side, imaginando que não há ninguém em casa, mas a filha do dono o pega no flagra. Eles acabam se apaixonando e ele descobre que ela está morrendo. Livro, ambientado no século XIX e no final do século XX, foi publicado em 1983. Será lançado no Brasil no final de fevereiro.


Amor Sem Fim – Scott Spencer

A história da paixão dos dois adolescentes sem limites – Jade e David – ganha mais uma adaptação para o cinema. A obra foi publicada em 1979 e já foi adaptada uma vez em 1981. Inicialmente de acordo com o romance, os pais de Jade não querem mais que a filha se encontre com o namorado, mas David está obcecado e doentiamente apaixonado. Para tentar ganhar a confiança dos pais da menina, arma um plano que dá errado. Será lançado em vários países em fevereiro, mas segundo o IMDb ainda não tem data de lançamento no Brasil.

Em breve os outros lançamentos!

Samy =)


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Infinitas Séries: Perception: 1ª Temporada

Hoje vim contar pra vocês de uma série que sempre começa seus episódios com uma lição:






Formato: Série
Duração: 45 min/episódio
País de origem: Estados Unidos
Gênero: Suspense, Investigativa, Drama
Transmissão original: Julho de 2012
Situação: Renovada para Terceira Temporada
Personagem preferido: Daniel Pierce (Eric McCormack)
Personagem que não me chama muita atenção: Donnie Ryan (Scott Wolf)





Perception é uma série televisiva americana de drama criada por Kenneth Biller e Mike Sussman. A série apresenta Eric McCormack como Dr. Daniel Pierce, um esquizofrênico neuropsiquiatra que auxilia o FBI em casos extremamente complexos junto com a agente especial Kate Moretti, ex aluna do neuropsiquiatra. O time também conta com a presenta de Max Lewicki, assistente mais próximo do doutor e Natalie Vincent, uma alucinação manifesta resultado da esquizofrenia, sendo a melhor amiga do gênio.

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Eu hoje resolvi falar de Perception porque a série começa sempre com o Dr. Daniel Pierce dando aos seus alunos - e isso vale para todos nós - algumas lições. E essas são, geralmente, perguntas. "O que é o amor? Seria algo químico no seu cérebro?" "Podemos diferenciar o que é certo e o que é errado?". O seriado pontua muito bem o paradoxo do comportamento humano e tem a "contradição" de ter um grande gênio talvez preso dentro dele mesmo pela sua condição comportamental e fisiológica: Daniel está doente e ainda assim ajuda o FBI. Há uma relação entre Daniel Pierce e a agente especial Kate Moretti, que não apenas é sua ex aluna, mas também parece ter um algo a mais, que nós não sabemos muito bem o que é e nos deixa querer saber o que acontecerá entre os dois e vejam, gosto muito dessa Kate! Eu puxo saco desse seriado porque ele é, ao mesmo tempo divertido e leve, do tipo que se pode ver com a família, um drama não dramático. Me entendam quando eu digo isso e não levem ao pé da letra: "Perception" está longe de ser uma série que você irá vivenciar o que está acontecendo, no fundo acontece uma situação que o FBI deseja solucionar, ou seja, um crime e você também quer saber quem é o culpado e quer, tanto quanto a agente Moretti, que ele vá parar atrás das grades. Porém, imagino, ao ver as cenas do Dr. Daniel Pierce, seu desejo também é de que ele tenha uma vida e consiga se curar do que ele tem. Mas aí que moram grandes perigos, porque a capacidade - ou seria do"Perception" está nos mostrando como nosso cérebro nos engana, como ele está programado para nos fazer pensar de um jeito e agir de outro e como somos fruto inconsciente de ações que nem imaginamos. A TNT brilhou, na minha concepção, na criação da série, porque ela é solta, leve, divertida, desprendida e a atuação do Eric McCormack é sem igual!!! Em Agosto de 2013 foi confirmada a terceira temporada da série e estamos no aguardo.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Resenha: Harry Potter e a Pedra Filosofal – J. K. Rowling



Título: Harry Potter e a Pedra Filosofal
Título oficial: Harry Potter and the Philosopher’s Stone
Autor: J. K. Rowling
Ano de lançamento: 1997
Ano de lançamento no Brasil: 2000
Editora: Rocco
Número de páginas: 263


Sinopse oficial:

Harry Potter é um garoto comum que vive num armário debaixo da escada da casa de seus tios. Sua vida muda quando ele é resgatado por uma coruja e levado para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Lá ele descobre tudo sobre a misteriosa morte de seus pais, aprende a jogar quadribol e enfrente, num duelo, o cruel Voldemort.

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Ganhei o primeiro Harry Potter no meu aniversário de 13 anos. Foi um marco na minha vida de leitora. Antes disso eu já lia bastante – durante o ensino fundamental li boa parte da Coleção Vagalume (se nunca leu, leia! Resenharei alguns aqui). Mas com Harry Potter começou a minha mania de ler o mesmo livro várias vezes e também comecei a ler bem mais rápido que antes. E o mais engraçado é que, quando ganhei o livro, perguntei à minha tia que tinha me dado “Ahhhhhh, é um livro de filosofia????” (acompanha uma cara de preguiça) e ela me responde algo do tipo “Deixa de ser enjoada! Nem sabe do que é o livro e já está com essa cara. Não tem nada de filosofia, lê e descobre”. Pois é, no auge dos meus 13 anos eu não sabia que a famosa e cobiçada Pedra Filosofal nada tinha a ver com filosofia. Comecei a ler e nunca mais parei. Sério. Até hoje quando estou a fim de uma história que quase sei de cor, é algum dos HPs que eu pego.

Eu amo as capas brasileiras! Elas são iguais às americanas, que acho mais bonitas que as originais inglesas. A diagramação não tem nada demais e a página não tem aquele tom amarelado, meio envelhecido, que é sensacional. Mas nada que atrapalhe a leitura, claro!

Bom, chega de enrolação e vamos falar do livro. Harry é um garoto magricela de cabelos espetados que mora com os tios e um primo gorducho e mimado – tio Válter, tia Petúnia e Dudley, o Duda. Ele não é nem um pouco querido pelos tios e primo. Seu quarto é o vão abaixo da escada, junto com diversas espécies de aranha. Ele começou a morar com os tios com um ano, quando perdeu os pais num acidente de carro – como os tios explicaram.

Harry vive quase 11 anos sendo maltratado e escorraçado pela família Dursley quando, em seu 11o aniversário, recebe uma visita inusitada, que afirma que ele é um bruxo e tem uma vaga na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts garantida. Harry tem certeza que é engano e só acredita de verdade quando chega ao trem que vai leva-lo à escola. Nesse primeiro volume vamos acompanhar o início da amizade do Harry com o Rony Weasley e conhecemos, junto com Harry e Rony, a Hermione Granger, uma garota metida a sabe-tudo e bem chata – ainda bem que as opiniões, e pessoas, mudam. Somos apresentados a Rúbeo Hagrid, o querido professor Alvo Dumbledore, e ficamos com medo do Lord Voldemort, Aquele-que-não-deve-ser-nomeado ou Você-sabe-quem. Acabamos mergulhando em todo o mundo mágico que é Hogwarts.

J. K. quis que, nesse primeiro livro, conhecêssemos todo o mundo bruxo que só havia em sua cabeça. Temos a descrição detalhada do castelo e todos os seus habitantes, inclusive os fantasmas, todas as salas móveis, portas falsas e escadas que levam a diferentes lugares dependendo do dia da semana.
Ela nos apresenta personagens bem descritos e com personalidades muitíssimo bem construídas.

Não é o livro da saga mais emocionante e nem o que tem mais aventura, mas eu acho que tem o suficiente para uma introdução de uma série de sete livros. O enredo não é o mais elaborado e estruturado da saga. A escrita de J. K. sempre me encanta, mas podemos ver um grande amadurecimento na sua escrita até o último livro. Todos eles são narrados em terceira pessoa.

Eu não sei se um adulto que ler o livro pela primeira vez, vai ter esses mesmos sentimentos e sensações que eu ainda tenho – mesmo depois de adulta – pois fui apresentada à série quando era criança e isso moldou minha opinião a respeito. Espero sinceramente que possam sentir o mesmo que eu e se apaixonem da forma que me apaixonei. Se ainda não leu, vá ler logo o livro!


Samy =)


Infinitos filmes: Os Instrumentos Mortais - Cidade dos Ossos


Título: Os Instrumentos Mortais - Cidade dos Ossos
Título original: The Mortal Instruments: City of Bones
Dirigido por:  Harald Zwart
Atores principais: Lily Collins, Jamie Campbell Bower, Robert Sheehan, Jonathan Rhys Meyers
Gênero: Fantasia , Ação , Aventura
Duração: 2h10min
Lançamento: 23 de agosto de 2013

Filmow


Sinopse
Clary Fray (Lilly Collins) presenciou um misterioso assassinato, mas ela não sabe o que fazer porque o corpo da vítima sumiu e parece que ninguém viu os envolvidos no crime. Para piorar a situação, sua mãe desapareceu sem deixar vestígios e agora ela precisa sair em busca dela em uma Nova Iorque diferente, repleta de demônios, magos, fadas, lobisomens, entre outros grupos igualmente fantásticos. Para ajudá-la, Fray conta com os amigos Simon (Robert Sheehan) e o caçador de demônios Jace Wayland (Jamie Campbell Bower), mas acaba se envolvendo também em uma complicada paixão.

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Tem dias que não queremos um filme com enredo muito denso para assistir, que preferimos coisas mais leves. Era justo isso que eu estava procurando essa semana. Quando esse filme foi lançado no cinema eu quis ver, mas acabei perdendo e esqueci com o tempo, até que vi o trailer, que é cheio de ação e mostra um romancezinho do estilo de Crepúsculo e Dezesseis Luas. E fiquei surpresa por ter gostado mais desse do que dos outros.

Clary é uma adolescente comum que sem perceber começa a rabiscar sempre o mesmo um simbolo. Um dia ela sai com seu amigo Simon e presencia um assassinato, no entanto ninguém ao seu redor viu. Misteriosamente sua mãe é atacada e some. Quando Clary chega em casa acha tudo destruído e um demônio que tenta pega-la, ela então é salva pelo mesmo rapaz que cometeu o assassinato, Jace Wayland. Ele promete protege-la e a leva ao Instituto para que possa descobrir o que tem escondido sobre sua família.

O filme já começa cheio de ação, tudo acontecendo muito rápido. Me deu a impressão que tentaram colocar muitos detalhes do livro nessa adaptação, fazendo com que mesmo em momentos de ação tivesse que assimilar algumas informações. Já que só o mistério sobre a família de Clary não sustentaria o enredo, existe um triangulo amoroso entre Jace, Clary e Simon. Não sei como é no livro, mas o filme me deixou com a sensação que tentaram insinuar um quadrado amoroso, incluindo o Alec, amigo de Jace no Instituto.

Os Instrumentos Mortais - Cidade dos Ossos é uma adaptação do livro homônimo, escrito por Cassandra Clare. Ao todo são seis livros e como a adaptação do primeiro não obteve uma boa bilheteria, imagino que não teremos seis filmes, que ou que irão reduzir a história ou que seja deixado de lado em algum momento. Porém, a sequência, Cidade das Cinzas, tem previsão de começar a ser filmado este ano. Ainda não se sabe se os atores principais participarão da sequência. Seria uma pena se não participarem, eu gosto bastante de Jonathan Rhys Meyers e sua atuação intensa caiu bem no papel de Valentin, além de ter ficado satisfeita em ver Jamie Campbell em outro papel, já que só o conhecia pela serie Camelot.

Dei nota 3 ao filme no Filmow por ter bastante ação e pelo casal ser um pouco diferente dos que vejo nesses tipos de filmes, mas não achei que tivesse muita química entre os atores. O filme também me deixou bem motivada a ler os livros e querendo uma continuação, também considerei isso ao dar a nota. 


Nat  =D


terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Além do Infinito: Livros de papel versus e-books

Desde que os e-books ficaram mais comuns e as vendas dos e-readers dispararam, surgiram várias discussões a respeito. Seria o início do fim dos livros de papel? Quem iria continuar comprando livros para acumular nas estantes, sendo que você pode ter milhares dentro de um único aparelhinho? (EU! o/) Diversas pessoas defendendo a permanência dos livros de papel e outras tantas opinando sobre o fim deles.

Bom.... eu sempre fui do tipo que, mesmo já tendo lido determinado livro – emprestado – se eu tiver gostado muito, compro depois e leio de novo.
Acho que as duas “modalidades” têm seus prós e seus contras.

Há uns 3 anos comprei um kindle (aquele antiguinho que nem é touchscreen) e amei! Achei muito bom para viagens e para ter na bolsa todo dia. Usei bastante, só não usei com mais frequência porque quando comprei não tinha Amazon no Brasil e os livros em português eram escassos – eu já preciso ler tanto em inglês, profissionalmente, que quando leio por hobby prefiro o bom português – gosto de fazer valer o trabalho dos tradutores! =) . Atualmente, com a Amazon Brasil eu baixei de graça e comprei vários e-books e pretendo usar muito mais meu kindle. Também sempre li muito pelo computador e no tablet. Nunca tive problema de dor nos olhos e nem dor de cabeça por ler muito nesses aparelhos. Acho que quase metade dos livros que li nos últimos 4 anos foi por um deles.

Em compensação acho tão bom poder pegar no livro, virar as páginas, ficar olhando e analisando cada detalhe das capas favoritas. Principalmente aquelas capas que têm alto ou baixo relevo, é uma delícia ficar passando a mão. Além do mais, sempre levo um livro ou outro dentro da bolsa. Claro que não é fácil levar um George Martin, mas tem vários outros que são pequenos/leves e podem morar na bolsa de dia a dia. Esses fatores, citados acima, os livros digitais nunca poderão alcançar. Serão sempre no mesmo formato. Acho isso um tanto sem graça. Outro problema dos e-readers é o retratado na tirinha abaixo do Cyanide and Happiness:

Tradução: "Haha, ainda lendo livros?", "Você deveria comprar um kindle como o meu, é muito melhor", "Por favor, desliguem todos os seus aparelhos eletrônicos senhor, o avião está prestes a decolar".

 Pois é. Quando andamos de avião, durante a decolagem e pouso, os aparelhos eletrônicos devem ser desligados. Apenas colocar no modo avião não basta. Da última vez, eu já tinha terminado a leitura do meu livro de papel e estava lendo no tablet. Na hora de decolar e pousar tive que bicar o livro do Felipe. Era um que eu já tinha lido e fiquei lendo junto com ele até a hora que podia ligar o meu de novo. Isso é uma grande desvantagem, ao meu ver! Principalmente para quem viaja muito de avião não é exatamente meu caso, mas mesmo assim acontece às vezes.

Eu penso que declarar o fim dos livros de papel é um tanto precipitado. Pode ser que a venda diminua, mas acabar mesmo, acho que não. Espero sinceramente que não! Isso aconteceu com os vinis e também já aconteceu com os CDs, mas espero que os livros não virem raridade nas estantes de umas poucas pessoas.

 Mesmo no futuro, eu pretendo continuar comprando livros e, quando tiver um filho, comprarei para ele e o ensinarei a gostar, ter carinho, tratar com cuidado (como eu já faço com meus priminhos pequenos). Como eu gosto muito de ter uma estante cheia e bonita, pretendo passar isso adiante! Continuarei enchendo meu kindle, certamente, mas o livro de papel tem um lugar cativo no meu coração. E por via das dúvidas, vou garantir os meus preferidos que ainda não tenho, enquanto é tempo!

E você?? Qual sua opinião a respeito? Não deixe de nos contar nos comentários!

Samy =)

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Trilha sonora: A Vida Secreta de Walter Mitty

Eu adoro trilhas sonoras que se casam tão bem com o filme. Isso acontece no filme A Vida Secreta de Walter Mitty. As músicas escolhidas para o filme seguem o mesmo ritmo do filme, se Walter está sonhando tem uma música que remete a isso, quando ele passa por momentos de que o instigam a sair do automático é outra e assim por diante. Além disso, algumas são inseridas no dialogo. 

A primeira música citada no filme é Space Oddity. Ela primeiro é usada pelo chefe de Walter para zombar dele durante um de seus devaneios e depois é citada numa tentativa para anima-lo. Escrita e interpretada por David Bowie, a música foi lançada em 1969 no seu segundo álbum. O título é inspirado no filme "2001: Uma Odisséia no Espaço", de Stanley Kubrick, e tem como tema o lançamento de Major Tom, um astronauta fictício. Há quem diga que ela foi lançada como uma sátira ao Programa Espacial Britânico, outros que era para coincidir com a aterrizagem da Apolo 11. No filme ela é considerada falando sobre coragem e ir em direção ao desconhecido, por isso é a mais tocada. Ela ficou tão conhecida que o álbum foi relançado anos depois com o nome da música. 


A música seguinte é tocada quando ele resolve acordar para a vida. Wake Up foi lançada em 2005 pela banda Arcade Fire. Ela me passou realmente a impressão de início de uma jornada. Não é a primeira música do grupo a tocar em uma trilha sonora, a primeira que escutei foi Abraham's Daughter em "Jogos Vorazes", que é um pouco mais sombria, diferente desta que tem um ritmo mais vivo.


Por último, duas músicas marcaram as viagens do personagem, a primeira é Far Away, tocada por Junip, a outra é Lake Michigan, de Rogue Wave. Eu nunca tinha escutado nada de nenhuma das duas bandas, mas gostei delas. Elas tocam em momentos que aparecem os lugares mais bonitos do filme, mostrando as aventuras do personagem.


Me apaixonei pela trilha sonora sem saber muito bem o porquê. Gosto de conhecer bandas novas e a maioria eu não tinha escutado nada antes, isso me agradou. Se ficar a curiosidade de escutar o restante das músicas deste filme, elas estão aqui.


Nat  =D

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