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segunda-feira, 11 de julho de 2016

Resenha: Tem Alguém Aí? – Marian Keyes

Título: Tem Alguém Aí?
Título original: Anybody Out There?
Autora: Marian Keyes
Ano de lançamento: 2006
Ano de lançamento no Brasil: 2012
Editora: Bertrand Brasil
Número de páginas: 602


Sinopse skoob:

Anna Walsh é um desastre ambulante. Ferida fisicamente e emocionalmente destruída, ela passa os dias deitada no sofá da casa de seus pais em Dublin com uma ideia fixa na cabeça: voltar para Nova York.
Nova York é onde estão seus melhores amigos, é onde fica o Melhor Emprego do Mundo®, que lhe dá acesso a uma quantidade estonteante de produtos de beleza, mas também, e acima de tudo, é a cidade que representa Aidan, seu marido.
Só que nada na vida dela é simples...
Sua volta para Manhattan se torna complicada não só por conta de suas cicatrizes físicas e emocionais, mas também porque Aidan parece ter desaparecido.
Será que é hora de Anna tocar sua vida pra frente? Será que ela vai conseguir (tocar a gente sabe que sim; o negócio é pra frente)?
Uma série de desencontros, uma revelação estarrecedora, dois recém-nascidos e um casamento muito esquisito talvez ajudem Anna a encontrar algumas respostas. E talvez transformem sua vida... para sempre.

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Confesso que não sou uma super adepta do chick-lit não, mas gosto bastante dos livros da Marian Keyes. Costumam ser bem engraçados e fáceis de ler, sem personagens que me irritam do início ao fim do livro – o que não significa que elas não consigam me irritar às vezes. Estava com esse livro na estante há mais de 2 anos e aproveitei que o desafio Obverso Books pedia um livro do gênero que menos li ano passado. Como em 2015 não li nenhum chick-lit, foi minha escolha para desencalhar da estante!

Alguns dos melhores livros da autora são os da família Walsh, tipicamente irlandesa e muito engraçada! São cinco irmãs – se não estou enganada, mas acho que não estou – e cada uma tem seu livro, além de um spin-off da mamãe Walsh.


segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Resenha: As Sete Irmãs - Lucinda Riley


Título: As Sete Irmãs
Título original: The Seven Sisters
Autora: Lucinda Riley
Ano de lançamento: 2014
Ano de lançamento no Brasil: 2014
Editora: Novo Conceito
Número de páginas: 560


Sinopse skoob:

Agora que Maia e suas irmãs perderam o pai, cada uma delas tem em suas mãos a decisão de buscar ou não a verdade sobre sua família biológica. Maia não resiste ao chamado do passado e é atraída até o Rio de Janeiro, onde, auxiliada pelo escritor Floriano, irá mergulhar em uma história quase centenária.
Nos anos 20, uma paixão devastadora entre uma aristocrata brasileira e um escultor francês é sufocada pelas convenções sociais. Uma pequena placa de pedra-sabão eternizou o amor de Izabela e Laurent, selando o destino de Maia.
Lucinda Riley mergulhou na cultura e na história do nosso país para conhecer de perto os mitos e verdades sobre a construção de um dos mais emblemáticos monumentos à nossa fé: o Cristo Redentor. O resultado dessa experiência é uma trama surpreendente e sensual, recheada de elementos exóticos. A partir do momento em que, junto com Maia, aterrissamos no Rio de Janeiro, não vamos nos separar dela enquanto não decifrarmos os segredos de seu passado.
E esse é apenas o começo da viagem.

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O primeiro livro de Lucinda Riley que li foi Casa das Orquídeas. Gostei muito por causa da imersão em outra cultura que a autora nos faz fazer, nesse caso, a tailandesa. Desde então falei para mim mesma que leria todos os livros da autora que caíssem nas minhas mãos. Eis que o segundo foi As Sete Irmãs.

Maia e suas cinco irmãs adotivas – isso, cinco mesmo – acabaram de perder o pai. Cada uma foi adotada por Pa Salt em um lugar diferente e trazida para a Suíça. Elas levam os nomes das estrelas que compõem um aglomerado estelar pertencente à constelação de Touro, as Plêiades. Pa era um homem sem igual, com um enorme coração e muito bondoso, mas muito fechado. Após sua morte suas filhas percebem como sabiam pouco a respeito dele. Por seu incentivo post mortem, elas têm a chance a descobrir de onde vieram, quais são suas origens. Dessa forma, Maia acaba parando no Brasil. Eu li o livro sem saber que grande parte dele é ambientado no nosso país e achei isso bem interessante.




sábado, 19 de dezembro de 2015

Resenha: A Pousada Rose Harbor – Debbie Macomber


Título: A Pousada Rose Harbor
Título original: The Inn At Rose Harbor
Autora: Debbie Macomber
Ano de lançamento: 2012
Ano de lançamento no Brasil: 2013
Editora: Novo Conceito
Número de páginas: 340


Sinopse skoob (contém alguns spoilers, leia por sua conta e risco!):

A busca por um novo começo pode levar a grandes revelações. Jo Marie Rose decide comprar uma pequena pousada, como forma de superar a morte do marido. Mal sabe ela que as surpresas que a esperam nessa nova empreitada. Seu primeiro hóspede é Joshua Weaver, que voltou para casa para cuidar de seu padrasto doente. Os dois não se dão bem e Joshua tem alguma esperança de que possam conciliar suas diferenças. No entanto, uma habilidade de Joshua há muito perdida prova que o perdão nunca está fora de alcance e que o amor pode florescer onde menos se espera.
A outra hóspede é Abby Kincaid, que retorna a Cedar Cove para comparecer ao casamento do irmão. De volta pela primeira vez em 20 anos, ela quase deseja não ter ido, devido às memórias trazidas pela pitoresca cidade. E conforme Abby se reconecta com sua família e seus velhos amigos, percebe que só pode seguir em frente se permitir-se verdadeiramente a isso.

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Comprei esse livro totalmente no impulso porque estava super barato no submarino há um tempo. Não sabia NADA sobre a história, mas não resisti ao preço baixo. Sim, sou livrólatra nesse nível. Achei a capa meio fofa – embora não linda –, a sinopse legalzinha e eu estava sem nenhum romance na estante, decidi mandar para o carrinho. Eis que chegou e ficou encalhado na estante, obviamente. Fui passando tudo na frente dele e nunca chegava sua vez.

Ele poderia amargar esse triste fim por muito tempo ainda, se a Heloísa não tivesse escolhido ele para o projeto Tá na estante enão leu? Seu amigo escolheu! Devo dizer que gostei muito da escolha porque me obrigou a tirar o coitado da estante e dar uma chance a ele. Mais uma vez, obrigada pelo convite, Heloísa!!

A série Rose Harbor já tem seis livros lançados lá fora e foi escrita em sequencia à série Cedar Cove que acabou, mas os fãs não aceitaram tão bem esse fim. Visto isso, a autora decidiu escrever outra série, com outros personagens, mas também se passando em Cedar Cove, a cidade da série original. Vale dizer que os personagens antigos têm “participação especial” nessa série nova, mas não faz diferença ter lido ou não a anterior.



quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Resenha: Eterna, o Som do Amor – Bianca Sousa


Título: Eterna, o Som do Amor
Autora: Bianca Sousa
Ano de lançamento: 2014
Editora: Amazon
Número de páginas: 332
* Livro enviado pela autora para resenha

Sinopse skoob:

Bernardo Milano é um violoncelista talentoso que tem sua vida arrancada de forma abrupta: é assassinado no dia de sua estreia como solista no Theatro Municipal de São Paulo.
O crime choca todo o país, em especial a cientista Cecília Ferreira que sem saber, faz um trato com uma entidade voodoo. Bernardo desperta de seu túmulo, mas o milagre vem acompanhado de uma maldição: se de dia ele vive, à noite sua verdadeira face cadavérica é exposta.
Contra todas as (im)possibilidades, Cecília e Bernardo recebem do destino uma segunda chance. Conseguirão burlar a morte e fazer com que esta não se revele um caminho sem volta?

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Eu não sou uma super fã de romances – com exceção dos de época, que adoro – mas quando vi esse livro da Bianca fiquei muito curiosa. Um cara que morre e volta, mas só durante o dia? O que será que a mocinha vai fazer para tentar reverter a situação? Que tarefa complicada a dela. Sim... fiquei bem curiosa com o rumo que os acontecimentos iriam tomar.




Eu tenho um certo problema com coisas de zumbi porque tenho muito nojo de imaginar uma cara faltando um pedaço do nariz, com o tendão do pescoço aparecendo, um pedaço do osso da face brilhando por baixo da bochecha inexistente, pele pendurada nos dedos. Eca. Mas como eu disse, a curiosidade falou mais alto e ignorei o nojinho para ler a obra de estreia da paulista Bianca Sousa.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Divulgação: O Canto do Cisne - Bianca Sousa

Oi gente! Lembram da entrevista que a Bianca Sousa deu aqui para o blog mês passado? Lá eu mencionava o novo livro da autora que seria lançado na Bienal do RJ. Então... o lançamento aconteceu e o livro já está disponível para venda!

A capa está de encher os olhos e em breve eu vou ler e trago a resenha aqui para vocês! Mas enquanto isso, vamos dar uma olhada na premissa da obra??



quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Infinitos filmes: Mundos opostos

Título: Mundos Opostos
Título original: Upside Down
Dirigido por: Juan Solanas
Atores principais:  Jim Sturgess, Kirsten Dunst, Timothy Spall
Gênero: Ficção científica, Romance
Duração: 1h49min
Lançamento: 20 janeiro 2014 - diretamente em DVD


Sinopse: Adam (Jim Sturgess) e Eden (Kirsten Dunst) se apaixonam ainda na adolescência. Um amor impossível, separado pela gravidade. Eles vivem em planetas com forças gravitacionais opostas: ele no mundo inferior, pobre; ela no superior, explorador. São brutalmente afastados quando um patrulheiro interplanetário os flagra, provocando um acidente aparentemente fatal para Eden. Dez anos se passam e Adam é apenas mais um cara normal tentando levar a vida, ainda abalado pela perda da amada. Mas eis que Adam vê Eden na televisão e descobre que ela está trabalhando num prédio que conecta os dois planetas. Ele agora fará de tudo para, finalmente, reencontrar o amor de sua vida.

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Um tipo de discussão que mais vemos atualmente é se um filme reproduz bem conhecimentos científicos como de física, biologia e química. Mas e se o filme praticamente te pede que esqueça esses conhecimentos e te dá novas leis para entender a história que será contada? Então foi esse alívio de não ter que matutar se está tudo certo e o romancezinho que me chamaram a atenção.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Infinitos filmes: Hoje Eu Quero Voltar Sozinho

Título: Hoje Eu Quero Voltar Sozinho
Dirigido por: Daniel Ribeiro
Atores principais: Ghilherme Lobo, Fabio Audi e Tess Amorim
Gênero: Drama, Romance
Duração: 1h36min
Lançamento: 10 de abril de 2014


Sinopse:
Leonardo é um adolescente cego que, como qualquer adolescente, está em busca de seu lugar. Desejando ser mais independente, precisa lidar com suas limitações e a superproteção de sua mãe. A chegada de Gabriel, um novo aluno na escola, desperta sentimentos até então desconhecidos em Leonardo, fazendo-o redescobrir sua maneira de ver o mundo.

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Os filmes brasileiros têm me deixado bastante feliz quanto à qualidade e, em especial nos últimos anos, pela diversificação dos gêneros, saindo das costumeiras comédias e explorando mais dramas, romances, biografias. Hoje Eu Quero Voltar Sozinho é um dos filmes que mais me impressionou, ele é leve e simples, tratando com naturalidade a adolescência e o auto-descobrimento.

Leonardo (Ghilherme Lobo) é um adolescente com deficiência visual, que por conta disso é superprotegido pela mãe. Ele e Giovanna (Tess Amorim) são grandes amigos, estão sempre juntos, contam seus segredos um para o outro, fazem os trabalhos juntos e ela o ajuda a voltar para casa. No entanto, a necessidade dele de ser independente cria um abalo nessa amizade. Ao mesmo tempo, Gabriel chega à escola, levando mais mudanças para vida de Leonardo e Giovanna. As atuações dos três atores foram muito boas, não forçaram nenhum estereotipo, parecia que eles estavam realmente passando pela adolescência, mesmo os atores sendo mais velhos. Eu fiquei surpresa quando soube que o ator Ghilherme não tem deficiência visual, a atuação dele é muito convincente, em nenhum momento tive a menor impressão de que ele estava simulando.

A história é contada de forma natural, a descoberta da adolescência como ela realmente é: as festas, a convivência no colégio, aquele mundo de dúvidas, as inseguranças, os primeiros interesses românticos, o primeiro beijo, a procura pela independência. E casando com essa tranqüilidade do enredo, temos uma trilha sonora com algumas músicas clássicas e outras com um ritmo mais lento, além de uma fotografia mais clara, com bastante luminosidade e e cores mais amenas.

O filme é um desdobramento do curta Eu Não Quero Voltar Sozinho, que foi lançado uns anos antes, seguindo a mesma idéia, mas com detalhes diferentes baseados no que o diretor/roteirista Daniel Ribeiro sentiu que tinha dado certo. Por exemplo, uma coisa que ele tomou cuidado no filme foi de não sexualizar o personagem, uma coisa que não foi intencional no curta e que o público gostou, a descoberta da sexualidade guiada pela paixão. Eu gostei muito de ver um aprofundamento da história, conhecer mais os personagens, quando o curta termina temos a sesação de querer mais e o filme nos dá isso. Recomendo muito que assistam tanto o curta quanto o filme, minhas notas para eles, respectivamente, foi 5 e 4. Só não dei 5 para o filme também porque achei que algumas coisas ficaram inacabadas.


Nat  =D

terça-feira, 30 de junho de 2015

Resenha: Americanah – Chimamanda Ngozi Adichie


Título: Americanah
Título Original: Americanah
Autora: Chimamanda Ngozi Adichie
Ano de lançamento: 2013
Ano de lançamento no Brasil: 2014
Editora: Companhia das Letras
Número de páginas: 516


Sinopse skoob:

Lagos, anos 1990. Enquanto Ifemelu e Obinze vivem o idílio do primeiro amor, a Nigéria enfrenta tempos sombrios sob um governo militar. Em busca de alternativas às universidades nacionais, paralisadas por sucessivas greves, a jovem Ifemelu muda-se para os Estados Unidos. Ao mesmo tempo que se destaca no meio acadêmico, ela se depara pela primeira vez com a questão racial e com as agruras da vida de imigrante, mulher e negra. Quinze anos mais tarde, Ifemelu é uma blogueira aclamada nos Estados Unidos, mas o tempo e o sucesso não atenuaram o apego à sua terra natal, tampouco anularam sua ligação com Obinze. Quando ela volta para a Nigéria, terá de encontrar seu lugar num país muito diferente do que deixou e na vida de seu companheiro de adolescência. Chimamanda Ngozi Adichie parte de uma história de amor para debater questões prementes e universais como imigração, preconceito racial e desigualdade de gênero.

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Não é segredo para ninguém que eu gosto de livros de fantasia e policial. Gosto de espadas e machados, gosto de sangue voando. De soldados derrotando seus inimigos e – muitas vezes – sendo derrotados depois. Mas as vezes é importante, e gostoso, ler livros mais críveis e sem sangue, para refletir. Alguns autores são muito bons nisso e fico muito feliz em ter descoberto Chimamanda Ngozi Adichie. Chimamanda é uma nigeriana que escreve sobre a vida e cultura nigerianas, mas também escreve sobre o racismo, sobre o feminismo, sobre temas que precisam ser discutidos.

O primeiro livro dela que li foi a “transcrição” de uma palestra que ministrou no TED, Sejamos Todos Feministas (em breve sai resenha aqui no blog). Desde então eu queria muito ler outro livro da autora e o que achei disponível da Amazon foi Americanah. Acabei começando por ele mesmo, apesar de estar procurando Hibisco Roxo.

sábado, 11 de outubro de 2014

Resenha: O Lado Bom da Vida – Matthew Quick


Título: O Lado Bom da Vida
Título original: The Silver Linings Playbook
Autor: Matthew Quick
Ano de lançamento: 2008
Ano de lançamento no Brasil: 2013
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 256


Sinopse oficial:

Pat Peoples, um ex-professor na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou alguns meses naquele 'lugar ruim', Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um 'tempo separados'. Tentando recompor o quebra-cabeça de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora. Com o pai se recusando a falar com ele, a esposa negando-se a aceitar revê-lo e os amigos evitando comentar o que aconteceu antes de sua internação, Pat, agora viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida.

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A música escolhida para o livro de hoje foi  Total Eclipse of the Heart, de Bonnie Tyler. Só quem ler o livro vai entender o porquê dessa música! ;)


Estava enrolando há muito tempo já para ler esse livro e aproveitei que o Desafio Literário do Tigre desse mês era Amor – Leia um livro que conte uma história de amor e recheie seu mês com sentimentos bonitos e quis desencalhar ele de uma vez.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Resenha: Fiquei com o seu Número - Sophie Kinsella


Título: Fiquei com o seu Número
Título original: I've Got Your Number
Autor: Sophie Kinsella
Ano de lançamento: 2012
Ano de lançamento no Brasil: 2012
Editora: Record
Número de páginas: 464


Sinopse oficial:

A jovem Poppy Wyatt está prestes a se casar com o homem perfeito e não podia estar mais feliz... Até que, numa bela tarde, ela não só perde o anel de noivado (que está na família do noivo há três gerações) como também seu celular. Mas ela acaba encontrando um telefone abandonado no hotel em que está hospedada. Perfeito! Agora os funcionários podem ligar para ela quando encontrarem seu anel. Quem não gosta nada da história é o dono do celular, o executivo Sam Roxton, que não suporta a ideia de haver alguém bisbilhotando suas mensagens e sua vida pessoal. Mas, depois de alguns torpedos, Poppy e Sam acabam ficando cada vez mais próximos e ela percebe que a maior surpresa da sua vida ainda está por vir.

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O tema do Desafio Literário do Tigre para o mês de agosto era Risos, No mês do desgosto, não deixe ninguém matar a sua vibe. Leia livros leves, divertidos e que te façam sorrir. Eu estava completamente sem ideia de qual livro escolher. Por ter visto tantas resenhas positivas, acabei pegando Fiquei com o seu Número, de Sophie Kinsella. 

terça-feira, 15 de julho de 2014

Resenha: Lonely Hearts Club – Elizabeth Eulberg


Título: Lonely Hearts Club
Título original: Lonely Hearts Club
Autor: Elizabeth Eulberg
Ano de lançamento: 2010
Ano de lançamento no Brasil: 2011
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 238


Sinopse oficial:

Penny Lane Bloom cansou de tentar, cansou de ser magoada e decidiu: homens são o inimigo. Exceto, claro, os únicos quatro caras que nunca decepcionam uma garota — John, Paul, George e Ringo. E foi justamente nos Beatles que ela encontrou uma resposta à altura de sua indignação: Penny é fundadora e única afiliada do Lonely Hearts Club — o lugar certo para uma mulher que não precisa de namorados idiotas para ser feliz. Lá, ela sempre estará em primeiro lugar, e eles não são nem um pouco bem-vindos. O clube, é claro, vira o centro das atenções na escola McKinley. Penny, ao que tudo indica, não é a única aluna farta de ver as amigas mudarem completamente (quase sempre, para pior) só para agradar aos namorados, e de constatar que eles, na verdade, não estão nem aí. Agora, todas querem fazer parte do Lonely Hearts Club, e Penny é idolatrada por dezenas de meninas que não querem enxergar um namorado nem a quilômetros de distância. Jamais. Seja quem for. Mas será, realmente, que nenhum carinha vale a pena?

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Para começar, só me interessei por esse livro por causa dos Beatles. A sinopse não me ganhou muito e achei que o livro seria bem bobinho. Mas como tem muitas referências a uma banda que amo, achei que poderia salvar! Sempre acho interessantes as associações ou trocadilhos que diversos artistas fazem com as músicas do quarteto de Liverpool. Existem duas histórias da Turma da Mônica, por exemplo, que têm os Bítous como personagens e ambas são recheadas de referências aos nomes das músicas e os Beatlemaníacos podem se deliciar tentando encontrar.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Resenha: Corações em Silêncio – Nicholas Sparks


Título: Corações em Silêncio
Título original: The Rescue
Autor: Nicholas Sparks
Ano de lançamento: 2000
Ano de lançamento no Brasil: 2001
Editora: Editorial Presença
Número de páginas: 352

Sinopse oficial:

Confrontado com situações de extremo perigo, Taylor McAden, bombeiro voluntário, expõe-se até ao limiar do perigo. Denise é uma jovem mãe solteira, cujo filho de cinco anos sofre de um inexplicável atraso de desenvolvimento e a quem ela devota a sua vida numa tentativa de o ajudar. Mas o caso vai aproximar estes seres. Numa noite de tremendo temporal, Denise sofre um acidente de carro e é Taylor quem vem socorrê-la. Embora muito ferida, a jovem depressa toma consciência de que o filho já não se encontra na sua cadeirinha do banco traseiro. Taylor irá até ao fim de uma angustiante noite de buscas para o encontrar. Foram tecidas as primeiras malhas que os irão unir - o pequeno Kyle desabrocha ao calor da ternura daquele homem. Denise abandona-se à alegria de um amor nascente. Mas Taylor tem em si cicatrizes antigas, que o não deixam manter compromissos de longa duração. Nicholas Sparks, esse talentoso contador de histórias, intervém com a sua magia redentora e a sua inigualável capacidade de aprofundar a complexidade das relações e dos afetos.

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O primeiro livro do Nicholas Sparks que li foi A Última Música. Estava cheia de expectativas para a obra, pois o tema “música” sempre me interessa em livros. Digo que foi uma grande decepção. Resolvi tentar mais uma vez com outro livro do autor e peguei esse Corações em Silêncio.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Resenha: Como eu era Antes de Você – Jojo Moyes


Título: Como eu era Antes de Você
Título original: Me Before You
Autor: Jojo Moyes
Ano de lançamento: 2012
Ano de lançamento no Brasil: 2013
Editora: Intríseca
Número de páginas: 320


Sinopse oficial:

Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Além disso, trabalha como garçonete num café, um emprego que ela adora e que, apesar de não pagar muito, ajuda nas despesas. E namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe.
Quando o café fecha as portas, Lou se vê obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, a ex-garçonete consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto e planeja dar um fim ao seu sofrimento. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro.

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Hoje vou falar de um livro que estava interessada em ler já há algum tempo por causa das tantas resenhas positivas que li a respeito dele. Estava um pouco apreensiva em ser mais uma autora estilo Nicholas Sparks, mas me enganei – apesar do estilo da autora também ser bem dramático (pelo menos nesse livro).

terça-feira, 11 de março de 2014

Resenha: Anna e o Beijo Francês – Stephanie Perkins




Título: Anna e o Beijo Francês
Título original: Anna and the French Kiss
Autora: Stephanie Perkins
Ano de lançamento: 2010
Ano de lançamento no Brasil: 2011
Editora: Novo Conceito
Número de páginas: 288

 
Sinopse oficial:

Anna Oliphant tem grandes planos para seu último ano em Atlanta: sair com sua melhor amiga, Bridgette, e flertar com seus colegas no Midtown Royal 14 multiplex. Então ela não fica muito feliz quando o pai a envia para um internato em Paris. No entanto, as coisas começam a melhorar quando ela conhece Étienne St. Clair, um lindo garoto – que tem namorada. Ele e Anna a se tornam amigos mais próximos e as coisas ficam infinitamente mais complicadas. Anna vai conseguir um beijo francês? Ou algumas coisas não estão destinadas a acontecer?

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Confesso que só li esse livro pelo nome, pois amo a França e tinha acabado de voltar de lá. Um motivo bobo para ler um livro que no fim se revelou tão bobinho quanto meu motivo para lê-lo.

Ainda não consegui me decidir se gosto da capa ou se acho feia. Como li o ebook, não sei dizer se a diagramação está boa, mas eu gosto muito da Editora Novo Conceito e chutaria que sim.

Anna, a protagonista da história, é uma adolescente que se vê obrigada a se mudar para um colégio interno em Paris para fazer o último ano do ensino médio, pois seu pai acha que será uma “boa experiência de aprendizagem”. Ela não gosta da ideia pois está muito interessada em um rapaz em sua cidade – Atlanta, Georgia. O livro é narrado em primeira pessoa pela Anna.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Infinitos filmes: Dezesseis Luas

Título: Dezesseis Luas
Dirigido por: Richard LaGravenese
Atores principais: Alden Ehrenreich, Alice Englert, Jeremy Irons, Emma Thompson
Gênero: Fantasia, Romance
Duração: 2h04min
Lançamento: 01 de março de 2013


Sinopse:
Ethan Wate (Alden Ehrenreich) é um estudante do colegial que mora em Gatlin, um pequeno vilarejo na Carolina do Sul. Ele vive isolado dos outros jovens em uma sociedade intolerante, perturbado pelos sonhos com uma garota misteriosa. Um dia, uma nova adolescente chega ao local: Lena Duchannes (Alice Englert), que também tem problemas de adaptação. Logo, os habitantes de Gatlin descobrem que ela possui poderes sobrenaturais. Ethan e Lena se apaixonam e agora devem lutar contra uma maldição se quiserem ficar juntos.

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O filme é baseado no primeiro livro da serie Beautiful Creatures, escrita por Kami Garcia e Margaret Stohl. Ainda não li a serie para poder comparar, o que foi até bom, assim não criei muita expectativa quanto ao filme. Eu imaginava que seria mais um filme no estilo Crepúsculo – um mortal que se apaixona por um ser sobrenatural e eles precisam enfrentar várias coisas para ficarem juntos, cheio de melodrama – e não me enganei.

Ethan mora com seu pai em Gatlin, uma cidade extremamente fanática. Desde quando sua mãe faleceu seu pai não sai do quarto, então ele recebe ajuda de Amma, uma amiga de sua mãe. Há um tempo ele sonha com uma menina que ele nunca viu. Um belo dia essa menina começa estudar em sua sala. Ela é Lena, uma adolescente de 15 anos que foi morar com o tio, Macon Revenwood. Como Ethan não tem paciência com as meninas fúteis da escola, logo se interessa por Lena. Ela não é bem recebida na cidade, pois todos acham que sua família é satanista, mas não sabem o que realmente escondem. Enquanto tenta entender esse mistério, Ethan descobre uma maldição ligada a ele.

Achei o filme fraco. Mas ele não é de todo ruim, serve para quando você não quer ver histórias complexas, preferindo um romancezinho água com açúcar.  As músicas, as locações e os figurinos são bons, se encaixam no enredo. Sem falar nas poesias que me chamaram atenção.

Como comentei com a Samy, o interessante foi ver um personagem masculino como o mortal. É comum sempre ser uma menina, a Bella em Crepúsculo, a Nora na série Hush Hush. Essa quebra do comum foi boa, mas eu achei um pouco meloso.

Enfim, não fiquei com aquela curiosidade que sempre fico para as continuações. No entanto a história me pareceu ser de fácil leitura, quando der lerei a série.


Nat  =D

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